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 mala de viagem

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lino mendes
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Número de Mensagens : 869
Data de inscrição : 27/06/2008

MensagemAssunto: mala de viagem   Qua Jun 10, 2009 8:07 pm

DEMOCRACIA, A QUANTO OBRIGAS! ou QUER QUEIRAS QUER NÃO QUEIRAS TENS DE SER BOMBEIRO VOLUNTÁRIO

Caro confrade, solicito-lhe que, com emoção e respeito, leia atentamente esta notícia, que colhi no sítio que Você sabe... (Se não sabe, conjectura, o que vai dar no mesmo – ou seja, tudo certo...!).

Os comentários, simples mas calorosos, virão logo a seguir. That's the spirit, buddies!

“O presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César, defendeu, nesta quinta-feira, o voto obrigatório como forma de «proteger» a democracia e aumentar a responsabilidade dos políticos.

Carlos César defende «o voto obrigatório porque, se a democracia não se proteger, quando precisarmos de autoridade democrática, ela será precária e, quando precisarmos de decidir, duvidaremos sempre da legitimidade das decisões», afirmou num jantar realizado na Casa dos Açores em Winnipeg, no Canadá, segundo a agência Lusa.

O também dirigente nacional do PS entende que esta questão «tem que ser resolvida de uma vez por todas» e sublinha é preciso «ter a coragem de, democraticamente, defender a nossa democracia».

O presidente do executivo açoriano acrescentou que «deve ser criado um movimento no país para que a obrigatoriedade do voto vigore, tenha protecção constitucional e legal». Desta forma acredita que «a democracia será revigorada, transmitindo transparência à vontade do povo português e maior responsabilização à acção dos políticos».”


Acho importantíssima, quiçá fundacional, esta congeminação político-social do prendado presidente do governo regional açoriano. Mais: numa modesta, conquanto prudente e ponderada locubração, eu relembro a quem me relanceie que as pescas têm andado mal, bem como o plantio e a colheita de arroz e a exportação e consumo de camisas e calçado nacional. Tudo elementos que, pertencendo à pátria, cabem no âmbito democrático da sua defesa.

Assim sendo proponho que seja, outrossim, obrigatória a ingestão, diária, de dois quilos de arroz em vista a estimular a produção; e o uso, prescrito legalmente, de 7 camisas e oito pares de sapatos, intermitentemente e de dois em dois dias (para não sobrecarregar diariamente o povo). A realização de sardinhadas dia sim dia não – garantindo à sardinha uma atenção a que tem/terá direito que vá além do simples hábito ou gula insanável.

E por enquanto ficaremos por aqui!

O abraqson claramente democrático ainda que espontâneo do

ns
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lino mendes
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MensagemAssunto: MALA DE VIAGEM   Ter Set 22, 2009 11:37 pm



O CASO DA ENTREVISTA A JOSÉ JAGODES – A VERDADE A QUE TEMOS DIREITO!



O QUE NÃO SE PUSERA EM LETRA DE FORMA





“A CULPA FOI DO ELECTRICISTA” – declarou a repórter Carolina Cabral instada a comentar a alegada pressão censurial, que não se confirma, que alegadamente teria sido efectuada sobre a Entrevista recentemente dada a lume e a que submeteu o Doutor José Jagodes com geral aprazimento.

Fica assim, de maneira definitiva, reposta a verdade dos factos que certos sectores tentaram desvirtuar com intuitos que só podemos considerar como sinistros e visando atingir sabe-se lá quem, como se sabe.

Mas, antes de passarmos à transcrição do que não se filmou (expressão em gíria da classe em casos que tais), ouçamos a distinta repórter esmiuçar o assunto e esgotar, por assim dizer, o palpitante caso:



“Não fui alvo de quaisquer pressões! Juro p'las alminhas! Nem as admitiria!

Talvez se tenha suposto isso devido ao ambiente relativamente pitoresco que tem rodeado alguma Comunicação Social afecta e simultaneamente desafecta ou nem mesmo isso. Neste caso isso deveu-se a ter havido um ligeiro falhanço do electricista que tinha por missão manter em boas condições o gravador de que me sirvo nos meus trabalhos.

Em poucas palavras: cedendo ao calor que fizera naquele dia, o técnico em causa abandonou ingenuamente por uns minutos o seu dever para ir ingerir um par de cervejolas na cantina das nossas instalações. Em má hora o fez! Tanto bastou para que houvesse uma aborrecida e intermitente falha de corrente não resolvida e o que devia ter ficado perfeitamente registado não o ficou.

Restaram portanto alguns fragmentos de perguntas e as respectivas respostas meio-truncadas. Como gosto de apresentar uma obra exarada de maneira escorreita, optei na altura por só incluir o que ficara completo e concreto. Fui clara?

Conclamo em defesa da verdade, que é esta e apenas esta, os meus anos de repórter pundonorosa e respeitosa de uma profissão. Mas tinha logo de pensar-se que eu sofrera pressão.

Mas não!”.



***



Reposta a verdade, aqui deixamos – ainda que incompletas - as perguntas de Carolina e as respostas de JJ.

É a transcrição possível e que conseguímos, após um esforço técnico considerável, recuperar, mas estamos seguros de que a sua proverbial atenção bastará para colmatar o estrago produzido por aquela tarde de calor atabafante que um par de cervejas concorreu para atrapalhar no quotidiano de um profissional até aí sem falhas.



***



“CAROLINA CABRAL (CC)Quanto à área político-social, creio que ficámos esclarecidos, assim como (...) mesmo os maliciosos.

Mas o senhor tem também sido, de há largos anos, um observador (...) do fenómeno cultural (...) ou teatral e mesmo (...) percurso de personalidades tão marcantes como por exemplo (...) ou o artista plástico (...) bem como do pensador-filósofo (...), que tem escrito coisas tão (...) como “(...) em Portugal” que todos admiramos.



JOSÉ JAGODES – Se lhe apraz... Mas tenho de efectuar uma precisão: no que se refere a (...) manda a lealdade dizer que não sou propriamente um seu admirador. Acho que na sua obra há muito de (...) e (...) me parece uma (...) de lugares-comuns.

Basta ver-se como ele sistematicamente se tem enganado (...), (...) conclusões que tira, o que me parece provir (...) raciocínio da treta e banalidades (...) e também confuso. E quanto a jeito pessoal (...) chamar a sua atenção para (...) alto pedante. Um grande autor mesmo que (...) características muito suas, é contudo (...) e sem arrogâncias, o que não é como se sabe o caso. Não acha que é uma vergonha que o dito senhor (...) por várias (...) em frente das câmaras? No que respeita ao artista plástico (...) é diferente. Tem qualidade inegável, mas não fôra (...) ao partido (...) e a sua notoriedade seria apenas (...), (...), (...) como muitos outros. Creio não me enganar. Isto no plano da Cultura particular ou civil, digamos assim.

No que respeita ao sector oficial, ou estatal se quiser, basta (...) e se olharmos com algum espírito crítico (...) verificaremos (...) e também no Património, ou na (...) do (...) titular do ministério da Cultura(risos). E isso até dá vontade de (...), (...) e isto sem me alongar muito!



CC – Talvez. Mas passando a outro ponto: que me diz (...) Crítica tal como entre nós (...)?



JJ – Pratica-se e não é por acaso. Veja por exemplo que no jornal (...), (...) com ligeiras excepções, só os “companheiros de rota” é que (...), (...) favoráveis. Não acha estranho? A maior parte dos (...), (...) postos de lado, quando não (...) duas ou três linhas para não se dizer, calculo, que esses (...) dizem nada! E os exemplos poderiam multiplicar-se! Esses (...) muito videirinhos, garanto-lhe!



CC – Bom, passando agora ao fenómeno desportivo, do qual (...) um fã. No que respeita (...) futebol, o Doutor poderia (...) algo (...) sem excessiva pendência clubista?



JJ – Claro! Aliás, nesse sector estou à vontade, pois (...) Académica, que é (...) modesta mas estórica e (...) agremiação consensual. No que respeita a (...) grandes, acho que andam a fazer de conta que (...), (...), e ao fim e ao cabo (...) cofres vazios de acordo com publicistas dessa área! O desporto, nesta conformidade (...), (...), apenas comercial! Mais: em diversos casos trata-se, pelo que até nós chega (...) ou (...) simplesmente oportunistas!



CC – Mas conclui que (...),(...) modalidades?



JJ – É assim porque essas outras rendem menos prestígio e (...),(...) nos casos extremos, percebeu? Bem se importam (...) os manda-chuvas (...)! O ambiente é aliás paralelo (...) respeita por exemplo a (...) pelo cidadão nos sectores da (...) e até da Saúde e da (...) em que mergulharam o País. Afinal, se neste último sector saem licenciados e depois (...) anos e anos (...) arranjar emprego, como se quer que assim o (...) progrida, não ficando (...) cauda (...) Europa (...) apanhar bonés?



CC – Já vejo. E qual a sua opinião sobre factos momentosos a exemplo (...) Jota Gonzalez, PPB ou Diaz Louceiro, ou mesmo (...) e outros mais escondidos que por aí (...) tal como o caso das esc(...) e vigilân(...), (...) sem autorização ou francamente ilegais?



JJ – E aquelas chulices, passe o vernáculo, em que (...) os tais duques, barões e condes, como diz o Senhor (...) Geral da (...)? A mesma besteira de sempre, mas não me pronunciarei extensamente: “À Justiça o que é da (...) e à (...) o que é da Polícia”! Se aqui (...) desbobinar, nunca mais acabávamos! Só o que posso exprimir é (...), (...) num país civilizado. O contrário é ditabranda encapotada ou então (...) quem manda, se acaso estiver com os azeites (riso subitamente cortado).

E não veja em mim um desiludido nas (...) Democracia, mas apenas um cidadão que busca ser consciente, que tem opinião e que (...), (...), de contrário não se poderia (...), (...) verdadeiramente uma vergonha! Um (...) abuso e de facto uma (...) que devia enojar (...) os cidadãos e as pessoas de bem!

Se é para isso que (...) chorudos ordenados, então em minha opinião (...) meras sanguessugas do Orçamento. Ou pior ainda (...)

Mas, como diz o poeta brasileiro (...) vamos em frente! E mai'nada! (...), (...)“.





A REDACÇÃO



Nota – As fotos de Carolina Cabral (A Beleza) e de José Jagodes (A Sabedoria) foram tiradas pelo nosso fotógrafo privativo João Garção
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lino mendes
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MensagemAssunto: nc   Sab Mar 19, 2011 7:39 pm

Na mala
de
Nicolau Saião



Durante muitos anos, num trabalho de sapa a que certos fideístas deram larga cobertura, os membros do Poder tentaram - ainda que em democracia formal - usar para com os que criticavam o estado de coisas com princípio, meio e fim um truque muito conhecido: essas pessoas eram gente que com nada se contentava.
Assim agiu no passado o salazarismo. Assim depois, de forma mais arteira, hipócrita e mitigada (pois começavam as barbas a arder-lhes) o tentaram os partidários do chamado marcelismo, usando a célebre frase feita (recordam-se?) "Aceitamos crítiocas desde que sejam construtivas", ou seja, as críticas que lhes convinham por nada porem em causa e nada modificarem. E ainda, por vezes, a alguns incautos, lhes aproveitavam as idéias ingenuamente dispensadas, como se fôssem deles...

Mais atrás, nos tempos de subida ao poder, também assim procederam os nazis, que logo transmutaram, assim que se apanharam no poleiro, as falsas proposições em algo mais consistente, ou seja prisões e campos de concentração.
Outros, mais "progressistas", usavam os "campos de reeducação".

O que se visava era, claro, extinguir o senso crítico. Se não resultava, numa primeira fase, passava-se à segunda: campanhas de difamação, calabouço para os sectores mais renitentes.

Neste momento, de há uns tempos a esta parte, o truque sofreu nuances: privilegia-se, nos locais expressos em que ainda se consente nos exprimamos, as "críticas" ora de cariz pseudo-humorístico (roçando o desbocamento e o desabafo reles), ora o discurso estapafúrdio que, por si mesmo, se desbanque por apalhaçado e permita, depois, que o tratante de serviço venha neutralizar as parlengas pelo tom ora pseudo-académico, ora de estatuto "consciente" e "ponderado".

E é assim que, em determinados fóruns que foram surgindo um pouco por todos os mídias, se censuram textos críticos racionais e informados, deixando vir a lume ora a "macacada", ora o desconchavo, ora o insulto até de cariz pornográfico.

Mas como o espaço interactivo tem mais que um compartimento, para além do dominado por esses cavalheiros, a pouco e pouco isso sabe-se com soma de pormenores.

Nos últimos dias, vindos da parte de sectores que em geral apoiam o governo ainda em exercício, claramente assustados pela consciencialização que a juventude e os mais velhos parece estarem a ganhar, têm-se multiplicado os ataques, em tom calhordas ou de "guerra de gerações" contra os que se reivindicam de ter uma palavra a dizer no meio da ruína a que os mandantes têm levado o país.

Ora são, os apalidam de, gaiatos, ora potenciais fazedores de distúrbios, ora se calhar - como nos bons tempos da outra senhora - tipos a soldo do estrangeiro...

Em suma: o papel que lhes destinavam, como no livro de Bradbury "Fahrenheit 451" era de pequenotes cantaroladores de brinco na orelha. Ou, como alguns sem pudor disseram mesmo expressamente "moços que deviam emigrar".

A crise acentuada veio modificar os dados da questão. E se muitos dos que se queixam o fazem porque lhes estão a rarear oportunidades, a maioria age porque este estado de coisas, seja para novos ou para velhos - não pode de facto suportar-se! E sentem-no, sentimo-lo todos, na pele.

No dia mundial da poesia, que como outros dias serve frequentemente para deitar poeira nos olhos dos muitos inocentes que, recebendo esse tostão, ficam gratificados, entendi que o mais adequado acto poético da minha parte era trazer à colação isto que aqui vos deixei escrito. Porque, hoje como ontem, o poeta não é um "entertainer" ou um "crooner", mas sim alguém que concebe que deve tentar iluminar o negrume que muitos buscam nos caia em cima da cabeça, enquanto não podem fazer cair algo de mais material e doloroso...

Com estima e o proverbial abraqs
on fica o

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MensagemAssunto: EDIGNIDADE   Ter Maio 31, 2011 6:55 pm

“…ENTÃO DANÇA AGORA!”
Nicolau Saião
Disse Miguel Torga, numa entrada do seu Diário publicado logo após o 25 de Abril, que o pior mal que Salazar fizera aos portugueses não fora tanto tirar-lhes o pão mas principalmente tirar-lhes a esperança e a dignidade.
Subscrevo inteiramente. E, ao subscrever, recordo um apólogo muito conhecido que refere, com prudente ponderação, que “uma maçã podre acaba por fazer apodrecer todas as que lhe estão em volta”.
Em circunstâncias reais, creio que é não só vero mas bene trovato.
O mesmo se dá, para além dos simbolismos, na vida quotidiana e, no caso vertente, na política e na justiça.
Sem acinte, veja-se o que se tem passado entre nós: o regime actual, de governação despejada, baseada no impudor de não verdades (para citar com a conveniente ironia a expressão posta a correr por um protagonista de que me dispenso de dizer o nome) tem criado um ambiente societário de “relativismo moral”, de abandalhamento filosófico, de capciosa argumentação onde o branco passa a ser preto e o preto branco – que é o sinal mais seguro e certo de que se tentaram paulatinamente fazer perder os valores mais puros que envolvem uma Democracia e são o seu garante íntimo e solene: a honra de se existir num horizonte relacional onde a dignidade, a razão e a decência constituem a figura humanizada dos cidadãos.
A mentira tornou-se um acto que se busca afixar como normal e conveniente. O tanto faz, que camufla e escamoteia interesses inconfessáveis desses indivíduos, passou a fazer parte duma nação às aranhas. E tal facto é intolerável.
Importa que, no futuro próximo, haja uma reconversão.
Sem moralismos pedantes, sem vinganças e sem desforços impuros e revanchistas – mas simplesmente como limpeza necessária. É a existência civilizada que o exige!
Não podem continuar as desvergonhas que os mídias assinalam e os desleixos cruéis e orientados no campo da Justiça, por exemplo. Nem no da Segurança. É necessário extirpar do corpo do País, mediante ponderação mas firmeza – se necessário recorrendo a Organismos legais internacionais - o ror de gente em roda-livre que alegadamente se tem servido dos seus confortáveis lugares de domínio, nos lugares constitucionais em que tão mal têm servido o povo e a Pátria. Caso contrário poderá entrar-se num ambiente de confrontação perigosa, no descalabro e na ruína social.
Independência não pode confundir-se com impunidade. Nem irresponsabilidade.
Neste particular, bem têm andado os protagonistas político-sociais que colocam no seu programa, na sua carta de intenções, a necessária actuação visando acabar-se de uma vez por todas com os corporativismos que a pouco e pouco têm destruído a dignidade e a esperança deste povo.
Tem de tornar-se uma naturalidade este facto tão simples: esses sectores não podem continuar a agir como se os cidadãos – os cidadãos portugueses! – fossem supra-numerários, apenas campo para manobras da mais diversa ordem que lhes garantem domínios espúrios e, no fundo, agressores da Constituição.
E não venham, arteiramente, com a falsa cantata de que a culpa inteira é dos políticos!
Porque na verdade os políticos, mal ou bem, com maior ou menor demagogia, ou eficácia de opinião, estão dependentes da vontade, do voto popular. E das leis fundacionais duma República representativa.
São pois responsáveis ante os que os elegeram e frequentemente responsabilizados devido a essa circunstância.
Se procedem mal, podem ser e são geralmente afastados. Ou seja: há essa possibilidade real.
A verdadeira “maçã bichada” está noutro cesto. E é ela que, pelo seu laxismo, pela sua crueldade social filha do desprezo pela Sociedade de Direito, que ostenta na sua força frequentemente arbitrária e, afinal, subversiva, que urge reconverter.
Caso contrário, Portugal verá o seu futuro pervertido e posto em causa sem apelo!

ns
(Também no Portugal e Outras T
ouradas)
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