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 HISTORIA DO TEATRO EM MONTARGIL

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AutorMensagem
lino mendes
Admin


Número de Mensagens : 869
Data de inscrição : 27/06/2008

MensagemAssunto: HISTORIA DO TEATRO EM MONTARGIL   Sab Mar 14, 2009 10:19 pm

´

O Teatro


Teremos que recuar à volta de 3 000 anos para encontrar as origens do Teatro, quando “a Sociedade transformou determinadas práticas rituais e religiosas em espectáculo dramático. Teatro que, na opinião de todos os especialistas tem as suas origens na religião. Aliás, e segundo Tomaz Ribas, todo o ritual é uma expressão dramática “
Depois, e enquanto no decorrer dos séculos a Sociedade se foi transformando, o mesmo aconteceu em relação ao teatro.


O Teatro em Portugal
Quanto ao teatro português, foi seu fundador GIL VICENTE, que quando nasceu o primeiro filho de D. Manuel, que viria a ser conhecido por D.João III, compôs e representou a primeira peça teatral portuguesa :MONÓLOGO DO VAQUEIRO. Vestido de pastor, finge entrar no palácio para oferecer os modestos presentes do campo, ao novo príncipe e sua mãe.


……..e em Montargil

E MONTARGIL também tem o seu lugar na História do Teatro, que uns rotulam de amador mas eu gosto mais de chamar de não profissional ,i até , porque o termo amador carrega também consigo o rótulo de menor qualidade o que nem sempre acontece.

Não há memória que por aqui se tenha feito teatro para além do que se fez na Sociedade Artística Montargilense, vulgo Grémio, mas via-se bom teatro. É o caso da Companhia Rafael de Oliveira, que aqui instalava o seu Teatro Desmontável e apresentava peças como a “Rosa do Adro”,e a “Morgadinha dos Canaviais”.

Quanto ao Teatro que se fazia no Grémio, então instalado na Rua de Santo António,onde mais tarde morou o casal Dr Jaime de .Castro Fernandes e Professora .Castela Dias, mas ligando à Rua da Misericórdia ,era criança mas tenho uma vaga memória.
Diz-nos o senhor Artur Bogalhão: Eu é que montei o palco, fixei as cadeiras, fiz a plateia da casa em papel quadriculado, passava ali o dia em vez de estar em casa a trabalhar como alfaiate.
Era a Custódia Mendes, que cantava que era uma maravilha, a Beatriz que começou no teatro a namorar o Joaquim António, com quem casou, o Zé Tomé, o Patacho, o Velhote, o Barão, o Salsinha, o Pele e Osso, e outros de que agora não me recordo
Mas havia também um acto de variedades. Cantava também a Maria Manuela Fouchinha e os músicos eram o Manuel Barrela, em saxofone, o mestre Manuel Bábau, em Viola e o José Arlindo ainda tocou, em trompete.


Entretanto o Manuel Carlos diz-nos que o teatro apareceu em Montargil por necessidade de fazer sobreviver as “sociedades recreativas”---as entradas eram por isso pagas—pois as quotas eram pequenas e nem todos as podiam pagar. Quanto aos espectáculos constavam de uma comédia e de uma parte de variedades.
Era difícil apanhar raparigas mesmo para os bailes, era preciso fazer convites e eram sempre acompanhadas pela mães.
Dos rapazes lembra-se do Patacho, que tinha muito jeito, do António Nogueira, do Tiérico e das raparigas lembra-se de uma filha do Panga, salvo erro a Custódia que tinha muito jeito para cantar, lembra-se da filhas do Barrela, principalmente a mais velha e da filha mais nova do José Raposo a Maria Fernanda, que depois casou com o Cavaco que era barbeiro e salvo erro natural de Castro Marim.
Como músico, o Manuel Carlos ainda foi com o teatro do Grémio pois tinham que arranjar um “grupo” para tocar nos intervalos, que para acompanhar as que cantavam bastava o Barrela (saxofone tenor). E o engraçado é que foram a Brutas e a Pavia e quem os acompanhou foi a Eugénia Lima que vinha muito às Noitinhas.

O ensaiador era o mestre Viterbo (carpinteiro) e o professor Viera ia nos últimos ensaios para corrigira alguns erros de português. Sendo que não havia microfones e a luz era a “petromax”
Curiosa a maneira como eram distribuídos os “papeis”, sendo o maior para o considerado melhor actor e assim sucessivamente.


Entretanto por falar em professor Evaristo Vieira, que era de Quadrazais, isto antes do Grémio, faziam-se muitas récitas na Escola, em que o teatro também entrava, com grande influência da esposa, professora Maria Augusta, que era da região de Águeda. Alguns alunos desse tempo, o Falcão que depois foi paras Foros do Arrão, o Joaquim Vieira e o Abel(sapateiro).Eu, que fui também aluno do professor Vieira, Ainda fui a um encontro de escolas a Ponte de Sor, onde a escola de Galveias---era seu professor Garibaldino de Andrade—brilhou com a história do “Tonecas no Barbeiro”.
O Teatro no Grémio aconteceu aí pelos finais dos anos 40 do século passado, entrando pelos anos 50.






Segue-se a fase do teatro da responsabilidade dos Escuteiros dirigidos pelo P.Pereira, um nome que não pode ser ignorado numa História do Teatro em Montargil
Algumas peças:”Os dois jovens cativos”,”Calabare” ,”Os dois vivinhos boticários”, e diversos “Quadros Bíblicos”;
Alguns actores: Prates Miguel, António Maria Courinha, Óscar Lopes, António Manuel de Castro, José Artur Mendes, António Manuel Patrício, José Augusto Courinha, Jorge de Castro, José António Courinha, António José Courinha, José Teles e José Manuel Fouto Silva.




Ainda há várias representações pelo então Grupo Cénico da Casa do Povo, mas normalmente com base em pequenos textos, alguns da autoria de António Séves da Junta de Acção Social, ou retirados do Mensário das Casa do Povo. Até que Alfredo Morais, que fora colocado na fábrica da HORTIL, se oferece para ensaiar uma peça cujo nome não recordo. mas na véspera da apresentação, há um impedimento da parte dele, e a peça não pode ser estreada, o que nos leva a ensaiar pequenos textos até às tantas da madrugada.
Mais tarde, já no o pós 25 de Abril, encontrei Alfredo Morais que me confirma ter estado cá com o objectivo político-partidária, de lançar a confusão. Não me recordo se a dita peça chegou a ser representada.



Entretanto, mas não me recorda a data nem tenho elementos onde o possa constatar, esteve por cá Nunes Vidal (creio que já falecido) e que ao serviço da Junta Central das Casas do Povo vinha com o propósito de encenar uma peça----O AUTO DO BOTICÁRIO. Profundo conhecedor da matéria---ainda dirigiu uma acção de formação do nosso distrito---mas de uma tremenda exigência---para ele não havia teatro de amadores e teatro profissional, mas apenas teatro---e em especial o protagonista não aguentou o grau de exigências e a peça não foi estreada.


Acontece entretanto o 25 de Abril, e MONTARGIL volta a ver bom teatro, algumas vezes através do Teatro O Semeador, hoje Teatro de Portalegre, mas muito especialmente pelo Centro Cultural de Évora, hoje CENDREV, e que Mário Barradas dirigia. Era um teatro virado para a revolução, para os direitos sociais, e este grande amigo foi quem melhor encenou Brecht no nosso país, autor que afinal não fazia propaganda com os seus textos, antes fazia pensar.



E o Grupo MENSAGEM de Teatro é anunciado em Outubro de 74, durante um espectáculo que o Grupo de Teatro “Estudo” de Reguengo do Fetal aqui veio dar, numa oferta da FNAT..Peça: O AVEJÃO ( de Raul Brandão).E bons grupos de amadores de teatro continuaram a visitar a nossa terra, sendo que o nosso público, sabia ver teatro, diziam-nos.


E o nosso Grupo deslocou-se a várias localidades nomeadamente MONFORTE, FRONTEIRA, ESCUSA (Marvão), SANTO ANTÓNIO DAS AREIAS, BROTAS, CALDAS DA RAINHA, PORTALEGRE ( 3 vezes ) ELVAS, GALVEIAS( algumas vezes) ARRONCHES, RIBEIRA DE NISA, REGUENGO ( 2 vezes), PÓVOA E MEADAS), PORTO, MATOZINHOS, VALONGO,ALEGRETE, GLÓRIA DO RIBATEJO(teatro de Fantoches), SANTO AMARO, PONTINHA, e ÉVORA,VIANA DO ALENTEJO( teatro de fantoches) Santarém diversas actuações em Montargil.

Algumas peças apresentadas: Os Bons Vizinhos, O Saco das Nozes, Casa de Fantasmas e O Elefante Voador( todas em teatro de fantoches), em teatro declamado: Auto do Curandeiro(António Aleixo), O Doido e a Morte( Raul Brandão), O Farruncha, O Papagaio de Papel, As Leis Modernas, A Farsa de Mestre Pathelin, A Burra de Apolinário, Os dois Vizinhos Boticários, As Duas Bonecas.,O Rei Adeu (para a infância.).o último espectáculo antes da paragem ,intitulou-se”Contos, Histórias e Historietas”e constava de uma colagem de textos.
, Na maioria das vezes o espectáculo era complementado pelos Jograis, pelo Rancho Folclórico e pelo saudoso “Grupo de Dança Moderna”.A deslocação era naturalmente em autocarro.



Em Matosinhos onde o nome de Montargil esteve durante uma semana afixado numa das principais vias da cidade, foi um sucesso. Foi o “1º Festival de Autores Portugueses” e o grupo partiu com um certo receio dado os excelentes grupos, Portalegre, Universidade de Aveiro, também lá estavam, mas quando o espectáculo terminou na acolhedora Sala Estúdio, as dezenas de crianças que se encontravam nas bancadas. —era um espectáculo para a infância—correram a beijar os “actores”,e surgiu logo um convite para o ano seguinte.

Em Santarém, durante uma Feira do Ribatejo, tivemos que adaptar O DOIDO E A MORTE a um palco descoberto e ao ar livre.

Durante este período, foram realizados dois Festivais de Teatro para a Infância aqui fazendo deslocar o que de melhor havia no país e em especial na região. Igualmente foi realizado um Festival de Marionetes.

Muito importante, a formação promovida pela Direcção de Acção Cultural,, realizada pelo nosso Grupo e dirigida pelo Dr. Mário Barradas. A “acção” teve “aulas” em várias localidades, nomeadamente Montargil, Ribeira de Nisa e Évora e aberto a interessados do distrito.
Foi uma formação que integrou as diversas valências do Teatro da encenação à interpretação, passando pela luminotécnica , pela sonoplastia e pela cenografia,,e nos permitiu—também lá estive—contracenar e dirigir os elementos profissionais da Companhia .E porque tive essa possibilidade, pelo menos quinzenalmente ia ao Garcia de Resende ,convivendo e aprendendo.




Temos que recuar no tempo e regressar ao Grémio, onde afinal houve teatro antes da época do Tiérico, Patacho e companhia. Nessa altura com a participação do Viterbo( que também ensaiava), do Manuel Cardoso , do Manuel Airoso(Manuel Augusto Lopes), do Fouxinha( Joaquim Mateus), da Julieta Pina( casada com o José Cardoso, sendo a Euterpe, irmã do Cardoso, a “benjamim” do Grupo, que nos dizem, cantava muito bem.


Mas também o professor Luís fez teatro já nas Escolas Novas, e que hoje são as Escolas Velhas. Nome da peça: As_Diabruras de Gertrudes. Nome dos artistas, apenas há a recordação de que uma menina que gaguejava, não gaguejou a fazer a peça.


Diga-se também, que quando do primeiro teatro que se fez na Casa do Povo, era Presidente Joaquim Manuel Fernandes, pai do Lopes (já falecido) e do João Manuel, hoje a residir em Torres Novas. Alguns participantes: Olga, Marília, Salsinha, Lino e António Augusto (Pé Leve).



Mas angariando fundos para a construção do Salão Paroquial, fez-se também teatro na Garagem do Trinta, na hoje Rua 25 de Abril e então Rua do Norte.
Só participavam raparigas, que se vestiam de rapaz quando era necessário.
Para além de bailados e dos monólogos, peças apresentadas: “A Prima da América”(comédia),”Por causa do Gato”(comédia) e “As Duas Mães”(drama).
Participantes: Rosete Moura, Vitelinha (que também era ensaiadora), Narcisa Ferreira, Narcisa Freire, Simone Rascão, as irmãs Eufrásia ,Benvinda e Maria Vitória Manassa,e a Maria Courinha.
Ainda vieram a fazer algumas récitas no Salão Paroquial, entretanto inaugurado, mas também com gente mais nova como a Maria Isaura e a Maria Beatriz.
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Teatro Entrudesco
Numa síntese da História do Teatro em Montargil, por certo com muitas omissões, naturalmente aquela que foi possível, não pode ser ignorado o Teatro Entrudesco que se fazia pelas ruas .



O Teatro em Montargil
na actualidade

Quando em 2005 o teatro é relançado em Montargil, aparece com um projecto de qualidade visando a continuidade, e o primeiro espectáculo montado tem em consideração os meios mais pequenos, para o efeito construindo a cenografia e adaptando a luminotécnica.
É um espectáculo de hora e meia, sem interrupção, concebido e montado por não profissionais do Grupo, e com o seguinte alinhamento:

António Aleixo pelos “Jograis de Monte Argil”
LAURINDA ( Romeu Correia)
“Música da Nossa Terra” (10 a 15 minutos, com o pano fechado,
enquanto se muda o cenário)
A Burra de Apolinário ( comédia)

O espectáculo é um sucesso onde quer que seja apresentado, mas a escassez de trabalho local leva à saída de alguns elementos o que, a par de outros impedimentos, determina a respectiva substituição, o que está a suceder pela segunda vez. Mas brevemente o MENSAGEM vai reiniciar as suas deslocações com o mesmo espectáculo dado que várias localidades o desejam ver, mas na forja está já um outro.

Consta do projecto a reconstituição do “ trio de palhaços,”assim como o “teatro de fantoches” , sendo ainda que se pensa no “ teatro de rua”, Mas o grande passo será, irá pelo menos tentar-se, criar um “grupo infantil de teatro” em parceria com a EBI.
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Aníbal



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MensagemAssunto: Re: HISTORIA DO TEATRO EM MONTARGIL   Dom Mar 15, 2009 8:08 pm

Amigo Lino, a propósito de Nunes Vidal, recordo-me que ele ensaiou uma peça comigo e com uma menina de que não lembro o nome, mas que casou com o carismático "Afa". Essa peça, que nunca foi "à cena", foi filmada pela televisão, no palco da Casa do Povo, para um programa da, creio, Junta de Acção Social. Não me recordo se chegou a "passar"alguma coisa na TV, mas sei que eu não vi nada.
Recordo que era um texto tremendamente difícil, do qual ainda recordo frases como: "Eis aqui o pessalteiro de Nabucdonosôr, que lhe roubou Frei Soeiro, quando ainda era solteiro."
Deve ter sido há mais de quarenta anos.
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lino mendes
Admin


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MensagemAssunto: O TEATRO EM MONTARGIL   Dom Mar 15, 2009 9:12 pm

Obrigado Amigo Aníblal ,pois é com achegas como esta que a História se pode escrever mais correctamente.

A peça chamava-se O AUTO DO BOTICÁRIO e creio que existe ainda nos nossos arquivos.

Um abraço
Lino Mendes
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Olinda



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MensagemAssunto: Re: HISTORIA DO TEATRO EM MONTARGIL   Seg Mar 16, 2009 3:19 pm

"Amigo Lino, a propósito de Nunes Vidal, recordo-me que ele ensaiou uma peça comigo e com uma menina de que não lembro o nome, mas que casou com o carismático "Afa". "

Sr. Anibal,

A menina que não se lembra o nome é a minha mãe, Maria Emilia, que já faleceu e casou claro com o meu pai que se chama Joaquim Monginho, não me recordo de ver em nenhum documento "Afa", mto menos carismático!!!
Não gostei da sua frase e por isso a minha indignação aqui.


Olinda Monginho
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Aníbal



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MensagemAssunto: Re: HISTORIA DO TEATRO EM MONTARGIL   Ter Mar 17, 2009 3:06 am

Sra. D. Olinda,
Antes de mais, lamento a morte da sua mãe, que eu desconhecia totalmente.
Lamento que de alguma forma se sinta ofendida com as minhas palavras, que posso garantir por minha honra, que estão isentas de qualquer intenção ofensiva. Apesar disso, por elas peço perdão.
Julgo no entanto ter o direito de me justificar: Quando me refiro a uma menina, é porque estou a situar a acção quarenta anos atrás, quando também eu era um menino.
Em relação ao seu Pai, que em tempos conheci bem, não me lembro que ele se importasse com a alcunha que tinha, tal como quase todos nós temos. Reconheço no entanto que tem o direito de não gostar que o seu Pai seja chamado assim, pelo que mais uma vez peço desculpa.
Quando usei o termo carismático, queria definir uma pessoa popular, conhecida de todos. Aliás, de acordo com o "Novo Dicionário da Língua Portuguesa", do Circulo de Leitores, a palavra deriva de Carisma, significando por exemplo "um conjunto de qualidades referentes a um líder".
Infelizmente mais nada posso fazer, alem de pedir desculpa pela indignação que, embora involuntariamente, lhe causei, a não ser solicitar ao Gestor do fórum, que retire o comentário.

Aníbal Lopes
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Olinda



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MensagemAssunto: Re: HISTORIA DO TEATRO EM MONTARGIL   Ter Mar 17, 2009 12:18 pm

Bom dia Sr. Anibal Lopes,

Não me ofendi com expressão de menina, claro que percebi que se referia aos vossos tempos de juventude.
Relativamente à alcunha do meu pai, realmente não gosto que as pessoas o tratem assim, mas tambem não entendi que o sr. não o fez por maldade.
Passei anos a ouvir as pessoas falarem mal sem conhecimento de causa, passei anos a não dizer nada e hoje não posso nem quero admitir comentarios menos simpaticos à minha familia.
Pela forma brusca como respondi ao seu comentario, as minhas mais sinceras desculpas pelo mal entendido.
Olinda Monginho
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MensagemAssunto: Re: HISTORIA DO TEATRO EM MONTARGIL   

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