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 Galveias: Junta rica sem dinheiro

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G.P.S.C.
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Número de Mensagens : 109
Data de inscrição : 24/06/2008

MensagemAssunto: Galveias: Junta rica sem dinheiro   Ter Dez 30, 2008 1:41 pm

Ricardo Reis




O presidente da junta,
António Augusto, diz que
as dívidas serão saldadas
em breve



29 Dezembro 2008 - 00h30
Ponte de Sor - freguesia acumula vários milhares em dívidas

Galveias: Junta rica sem dinheiro

Uma das mais ricas juntas de freguesia do País, proprietária por testamento de várias dezenas de herdades agrícolas e prédios de elevado valor como o que ardeu em Julho último no centro de Lisboa, atravessa desde 2007 uma grave crise de liquidez financeira.


Na origem do descalabro na contabilidade de Galveias terá estado a construção de um megacomplexo de piscinas na pequena vila, pago com dinheiro proveniente da campanha da cortiça. A junta, liderada pela CDU, é acusada de gestão danosa pela Oposição, que diz que as dívidas são de meio milhão de euros.
" Considero que há gestão danosa. As piscinas deviam ter sido feitas e pagas faseadamente", disse ao CM Carlos Sousa, do PSD local. Este partido chegou a pedir uma fiscalização às contas da junta, mas nunca se concretizou o processo. "Percebemos que estava a haver danos na gestão por falta de conhecimento de algumas leis", acusou outro militante do partido, Leandro Covas. O CM contactou, ainda, Luís Laranjeira, vereador da Câmara de Ponte de Sor (PS) e ex-presidente da junta, que optou, no entanto, por não prestar declarações.
Ainda de acordo com a Oposição, no final das funções do antigo executivo ficaram 700 mil euros em caixa nas contas correntes da freguesia – que dedica grande parte da sua actividade à gestão agrícola das herdades de que é proprietária, funcionando como uma espécie de cooperativa.
Ao que o CM apurou, as dívidas para com fornecedores começaram na Primavera de 2007, após ter sido inaugurado o complexo aquático Oásis, com um valor de 500 mil euros, pago praticamente a pronto, o que deixou os cofres da freguesia praticamente "secos".
No que respeita aos credores, uns já partiram mesmo para o contencioso, outros tentam negociar a dívida. "Connosco existe uma dívida de muitos milhares de litros de combustível. O crédito foi cortado quando os valores começaram a subir. Estamos a negociar um plano de pagamento ", disse ao CM Lídia Silva, proprietária da Ouriense, em Ponte de Sor, que ganhou o concurso público para o fornecimento de combustível à junta das Galveias.
PRESIDENTE ARGUMENTA COM A CRISE
O presidente da Junta das Galveias justifica o momento difícil com a conjuntura económica nacional e mundial. "As dívidas que temos resultam da crise que atinge todo o País. Tantos há muito mais endividados do que nós que não são notícia. São acusações políticas", disse ao CM António Augusto, presidente da junta, acrescentando que a dívida não é "nem metade do que diz a Oposição – 500 mil euros – contudo, sem avançar um valor concreto.
Quando questionado se a construção do parque aquático teria sido um tiro no pé para as contas da localidade, o autarca diz que o seu executivo tem investido na melhoria das condições da pequena vila com cerca de dois mil habitantes. "Temos duas folhas de obras feitas. Os outros que por cá passaram tiravam dinheiro da cortiça e pagavam os salários, não faziam mais nada", acrescentou. O mesmo responsável diz, ainda, estar "fora de questão" desfazer-se de património da herança para regularizar as dívidas. "No final da campanha do milho pagaremos a campanha do milho, é assim que se procede na agricultura. E só pagamos o que achamos justo. Já temos alguns processos no contencioso porque nos estavam a
enganar", frisou o autarca.
O 21 DA AV. DA LIBERDADE
Um dos prédios consumidos pelo fogo no coração de Lisboa em Julho último é propriedade da junta das Galveias. As mais recentes estimativas orçam a reconstrução do imóvel, que ficou com o quinto andar totalmente destruído, em um milhão de euros. Mais um encargo no período de gestão complicado pelo qual a freguesia tem passado. De acordo com António Augusto, o imóvel será reconstruído e novamente habitado. As reparações são em parte cobertas pelos seguros.
SAIBA MAIS
HERANÇA MILIONÁRIA
Com a morte do comendador José Godinho Campos Marques, em 1967, a freguesia herdou um património gigantesco. Ao todo, os bens da herança das Galveias estendem-se por oito concelhos.
50 milhões é o valor estimado, em euros, para todas as propriedades e prédios de habitação deixados em testamento à Junta de Freguesia de Galveias.
2 mil pessoas vivem em Galveias, muitas delas funcionárias da junta ou beneficiárias de apoios dados pela junta a colectividades, clubes e associações locais.
PARA USO DA TERRA
O testamento diz que a herança seja usada para o bem-estar da população, sendo muito difícil a alienação do património para a obtenção de receitas.
Alexandre M. Silva/Pedro GAlego

Fonte - Correio da Manhã




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Vasconcelos



Número de Mensagens : 1
Data de inscrição : 01/12/2009

MensagemAssunto: Re: Galveias: Junta rica sem dinheiro   Ter Dez 01, 2009 12:47 am

Permitam uma correcção: o património do Senhor Comendador José Godinho de Campos Marques não foi legado à Junta de Galveias, mas sim à Freguesia de Galveias, isto é ao seu povo.
Ver testamento em http://www.amar-galveias.com/COMUNICADO/TESTAMENTOS.pdf
Nenhuma das Junta até esta data teve capacidade de criar mais valias com esse património.
É verdade que têm feitos algumas obras, mas sempre com o dinheiro legado e o resultante da cortiça.
Agora não ha cortiça, não há dinheiro e para pagar aos trabalhadores será necessário vender património herdado.
O dinheiro resultante do seguro do prédio +- 850.000,00€ foi gasto no pagamento de ordenados e despesas correntes.
O prédio está na mesma e quem for a Lisboa e visite o 21 da Av. da Liberdade constatará que a ruinas aumentam de dia para dia.
As receitas originadas por uma agricultura de subsistência não é suficiente para pagar os vencimentos, os subsídios à agricultura de que tem vivido a Junta estão a terminar.
Agora pergunto: E depois?
Depois os trabalhadores batem as palmas e esperam que o messiânico Presidente lhes dê de comer...
Mas podem e devem levar cadeiras..
P.Vasconcelos
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