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 PAINEL DA HISTORIA

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lino mendes
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Número de Mensagens : 869
Data de inscrição : 27/06/2008

MensagemAssunto: PAINEL DA HISTORIA   Sex Out 26, 2012 3:08 pm

[





size=18]Ao contrário do que normalmente acontece, a HISTÓRIA não é para esta
”nos fundos do baú” mas para que as novas gerações a conheçam, até porque
o povo que isso ignorar não pode viver como tal. É preciso ter presente que
para se construir um amanhã em harmonia com o que somos teremos que
Hoje conhecer o ontem.
É certo que até das coisas menos boas é possível extrair lições, mas este painel
vai especialmente registar algumas páginas que consideramos memoráveis[/size]
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lino mendes
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Data de inscrição : 27/06/2008

MensagemAssunto: música em lisboa   Sex Out 26, 2012 3:14 pm


Banda de Música

Um momento alto na era Alves do Carmo, foi a deslocação a Lisboa, à Exposição do Mundo Português, que levou a nossa Banda à capital de 14 a 17 de Maio de 1947.Foi a deslocação que antecedeu a minha integração na mesma, sendo que nesse mesmo ano já fui tocar à festa da Erra, em 31/7 1 e 2/ 8, sendo o transporte feito em quatro carroças e um carro de parelha Recorda-me bem, até porque a que me transportava tombou para a valeta à saída do Couço.
Mas voltemos à deslocação a Lisboa, onde também fui. De Montargil até Ponte de Sor fomos de camioneta de carga ,sento o resto do trajecto feito de comboio. Na capital fomos distribuídos por casas dos montargilenses ali residentes .No regresso, o mesmo transporte, sendo a camioneta ,salvo erro propriedade de um senhor de nome Sapo.
Foram catorze Bandas a desfilar, partindo de sítios diferentes, mas quando o desfile terminou na Avenida da Liberdade, era a nossa Banda que levava mais gente a acompanhá-la, e à frente um cordão humano, dando-nos espaço .Pelo seu garbo---antes andaram a ensaiar o “marchar” com o prof. Evaristo Vieira—alguém perguntava, no final, se era a Banda da Marinha.
M/as a Banda cumpriu em paralelo outro programa, naturalmente elaborado por conterrâneos que lá viviam. Assim a Banda tocou frente ao SÉCULO e do DIÁRIO DE NOTÍCIAS (dois jornais de referência) e ainda do REPÚBLICA ( o grande jornal da oposição).Mas ali ao lado ficava o DIÁRIO DA MANHÃ ( o jornal do Estado Novo) onde não tocaram. E cada um seguiu para as casas onde pernoitavam, mas depois do jantar deviam encontrar-se na então Federação Portuguesa de Cultura e Recreio, como aconteceu.No entanto, e indo por diferentes trajectos, os que passavam perto da Esquadra do Bairro Alto foram detidos e ouvidas algumas pessoas , vindo então a ordem de liberdade para todos. Muito gostaria hoje de ter o recorte do DIÁRIO DA MANHÃ que se referia à Música dos três Maneis, ou sejam Manuel Alves do Carmo, Manuel Moura e Manuel Matono.
A Banda também foi tocar à Secretaria do Benfica, à Rua Jardim do Regedor, e eu que era nos meus 12 anos um sportinguita fanático, recusei-me a beber água por um copo com o emblema do Clube anfitrião, que um dirigente amavelmente me estendia.
Diga-se entretanto, que a nossa Banda era muito boa “na rua”,a “marchar”,não tanto em músicas de concerto, talvez porque sendo excelentes as suas 1ªs partes havia um certa diferença dos restantes, ou porque a direcção de Alves do Carmo---um carpinteiro e um músico excepcional---não tivesse a devida preparação para o efeito.
Entre o repertório que se levou a Lisboa, contavam-se a Marcha de Portugal e a Marcha do Centenário, no final tocada em conjunto pelas 14 bandas presentes, o Hino de Lisboa e o Hino do Benfica.


O único entretenimento da altura era a Música, por isso os ensaios tinham muita gente a assistir, e não havia falta de aprendizes, embora a “tocar à estante” nunca ou raramente ultrapassaram os trinta. É que as festas eram pagas e a verba dividida pelos executantes recebendo o maestro a dobrar. E quantos mais executantes fossem…..
Os festeiros não forneciam alimentação, pelo que cada um levava o respectivo lanche.
Quanto à Festa da Erra, a que acima nos referimos, era muito “falada” dada a realização das “Cavalhadas” em que participavam famosos cavaleiros de Coruche, vila que ali se deslocava em peso.
Ainda em 1947,a Música” foi a Ponte de Sor participar nas Festas de Nossa Senhora dos Prazeres ,cujo dia principal era o 15 de Agosto .E aqui aconteceu um caso que “abalou” um tanto a Banda.
Pelo menos alguns, dormimos na pensão das Benvindas ,de onde na altura desapareceram algumas peças de ouro, sendo acusados os três músicos que dormiram no quarto onde o ouro estava guardado. Foram chamados a depor, e salvo erro um deles esteve detido 24 horas .E o que muito nos chocou,especialmenta à minha mente de doze anos era o facto das donas da pensão insistiram que só eles podiam ter sido.
Meses depois foi preso o ladrão, que era de lá,e tinha feito outros roubos na mesma altura.

E porque estes pingos de memória já vão longos, referir apenas que a orquestra que se formava sempre que havia Teatro no Grémio, chegou a tocar no Circo CHEN, que aqui se instalou uma temporada não trazendo músicos privativos. O que aconteceu outras vezes em datas posteriores e com outros circos ,era então o Fouchinha que organizava o grupo, e eu cheguei a ir lá tocar.
Lino Mendes

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lino mendes
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Número de Mensagens : 869
Data de inscrição : 27/06/2008

MensagemAssunto: TORONTO   Seg Out 29, 2012 6:15 pm

Relembrar para não esquecer


TORONTO/CANADÁ
Depois de considerar “expressão /nota alta para o
Rancho de Montargil” o jornal SOL PORTU GUÊS, pela pena consagrada do jornalista Fernando Cruz Gomes publicava em 29/10/04):


E Montargil? Como está Montargil?

Lá longe, onde o Alentejo e o Ribatejo se encontram…fica a freguesia de Montargil. Multifacetada, a fazer jus a uma certa aculturação que veio do encontro de culturas com a vinda dos tiradores de cortiça do Algarve e dos chamados “ratinhos” vindo das Beiras, quando das ceifas. E é todo este conjunto de coisas e de culturas que o Rancho Folclórico de Montargil tenta preservar e divulgar, como agora fez entre nós.
Amável de Oliveira, Presidente da Junta de Freguesia de Montargil, diria à nossa Reportagem que, de facto, o Rancho honra a freguesia e a região que representa.
A funcionar como cartão de visita de Montargil, o rancho folclórico tenta representar com dignidade os costumes das gentes laboriosas daquela região. O cuidado nos trajos e a fidelidade das recolhas dos valores etnográficos tornam exemplar o trabalho que vimos e apreciámos. As danças e os cantares, a postura anímica…tudo em prol de uma cultura que já é sua, a despeito de ter nascido no talo corredor Alentejo – Ribatejo, a integrar, também ,o Algarve e as Beiras.
A camponesa, quer seja ceifeira, aguadeira ou mondadeira; o camponês, tirador de cortiça, lagareiro, carroceiro, cavador, lavrador…Tudo em mostra (de trajos) sadia, que lembra, afinal, actividades múltiplas de uma região que vale a pena cantar. A ceifar ou a cavar, a apanhar a azeitona, a malhar, a tirar cortiça, a apascentar rebanhos, tudo, tudo a mostrar a riqueza de um trabalho que o rancho,--do Grupo de Promoção Sócio-Cultural de Montargil—está a realizar.
A sua primeira apresentação foi feita em Abril de 1970 e desde 1977 integra a Federação do Folclore Português ,sendo membro da Associação de Folcloristas do Alto Alentejo.
O coordenador técnico Lino Mendes dizia-nos antes do espectáculo que iríamos gostar .E a verdade é que se não enganou. O Rancho Folclórico de Montargil é, de facto, do melhor que nos visitou. Dos cerca de 40 elementos que conseguiu trazer nesta digressão—não puderam vir todos, como é natural—há alguns que estão muito acima do que, por norma ,se consegue ver em espectáculos deste género.
No plano pessoal ,uma pequena nota :enquanto em digressão ,uma das componentes do rancho, a jovem Telma, baixou ao Hospital. Tanto bastou para que se alterassem os hábitos. Todos à sua volta e Lino Mendes e a esposa decidiram logo que ficavam até ela funcionar e os sentimentos a falarem mais alto. Apenas para registo, agora que já foram embora todos.poder seguir de viagem. O coração a mandar.

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