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lino mendes
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Número de Mensagens : 869
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MensagemAssunto: EXPRESSO   Dom Set 30, 2012 3:15 pm

EXPRESSO, 29 de Setembro de 2012
por Fernando Madrinha
UM RECANTO PORTUGUÊS
Pode uma igreja tipicamente portuguesa, construída há quase 500 anos numa vila alentejana, ser considerada o mais belo "recanto" de uma Espanha tão vasta e tão rica em património natural e arquitetónico? Pode, quando a História se intromete num concurso de promoção turística e cultural, ou como tal apresentado.
A Igreja de Santa Naria Madalena, em Olivença, é esse monumento. Ganhou, numa votação pela internet, o título de mais belo "recanto" num passatempo organizado por uma companhia petrolífera espanhola. Não o teria conseguido se não fosse o voto empenhado de boa parte da população, algo perfeitamente natural porque qualquer um se mobiliza pelo que sente como seu, quanto mais não seja por orgulho bairrista.
O que esta votação tem de peculiar é que os grupos mais ativos foram portugueses e oliventinos que prezam a herança histórica da sua terra - tomada pelas armas em 1801 sem que Lisboa tenha jamais reconhecido a anexação - e que militam pela preservação dos laços com Portugal, especialmente no campo da cultura. De fora e criticando a operação ficou o grupo mais marcadamente político e mais conhecido entre nós, o Grupo dos Amigos de Olivença. Deteta nela objetivos ocultos, considerando que tudo não passa de "uma indecorosa tentativa de legitimação da ocupação do território de Olivença junto da opinião pública portuguesa".
É uma hipótese. Mas tal leitura não diminui o resultado desta disputa virtual. Para todos os efeitos, é património arquitetónico português que sai engrandecido. E talvez o desfecho do concurso, tivesse ou não segundas intenções, faça mais pelo caso de Olivença do que qualquer outra iniciativa em dois séculos de
ocupação


Última edição por lino mendes em Dom Set 30, 2012 3:31 pm, editado 2 vez(es)
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lino mendes
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MensagemAssunto: DIÁRIO DE NOTICIAS   Dom Set 30, 2012 3:18 pm

DIÁRIO DE NOTÍCIAS, 29 de Setembro de 2012
(toda uma página A3, e ainda o "fim" do jornal, na última página)
PAÍS
O "MELHOR RECANTO" ESPANHOL É...UMA IGREJA PORTUGUESA
«OLIVENÇA. Catedral do século XVI ganha concurso promovido por uma petrolífera espanhola. Gripo dos Amigos de Olivença fala em "indecorosa tentativa de legitimação da ocupação"»

PAULA CARMO

(fotografia do exterior da Igreja da Madalena, com a legenda "Eleição da Igreja de Santa Maria Madalena volta a "reacender a polémica daquele território")
(mapa com o território contestado de Olivença)

Chegou à final do passatempo e venceu! Uma catedral portuguesa pode tornar-se mais um rastilho na polémica que envolve Espanha e Portugal, por causa da soberania daquele território fronteiriço. Desta vez, o concurso "O Melhor Recanto de Espanha 2012", promovido pela Repsol, elegeu a Igreja de Santa Maria Madalena, em Olivença. Trata-se de uma catedral portuguesa datada do século XVI que, por causa deste passatempo, volta a reacender a polémica entre as duas soberanias da Península Ibérica. O templo venceu a corrida de "melhor recanto" de Espanha.
"Fico sobejamente orgulhoso e muito contente com essa decisão espanhola", diz ao DN o historiador Mário Nunes, também membro da Associação dos Templários Portugueses (que no ano passado se reuniram em Olivença). Porém, esta eleição é vista como uma provocação e um paradoxo, na opinião do Presidente da Associação Amigos de Olivença. Fernando Castanhinha volta a exigir a devolução daquela região à soberania portuguesa e estranha as intenções deste passatempo com chancela de uma petrolífera espanhola (ver última página).
Certo é que a Repsol pôs em marcha a participação dos internautas e a escolha recaiu neste monumento de estilo manuelino, o segundo maior na Península com aquele traço arquitetónico. Só é superada pelo Mosteiro dos Jerónimos. Longe desta polémica, o historiador Mário Nunes prefere enaltecer o legado oliventino para quem gosta de património histórico edificado. Ao DN, recorda com bastante emoção a visita efetuada há mais de uma década enquanto líder do Grupo de Arqueologos e Arte do Centro. Já lá voltou mais vezes. Sempre com o mermo orgulho, assume.
"A Igreja de Santa Maria Madalena é notável", sublinha, "tenho orgulho naquela monumentalidade portuguesa" De todas as visitas ao território oliventino, acrescenta o historiador, lembra a excecional hospitalidade, pois quem lá vai sente que há um prolongamento natural do nosso território, da nossa arte, da nossa arquitetura". Acentua Mário Nunes; "Eles tâm um amor a Portugal enorme, têm feito uma preservação exemplar de todo o património, ainda bem que não houve rivalidade entre Espanha e Portugal neste concurso...". O historiador não quer saber da polémica. Contudo, a disputa dos votos deste passatempo nas redes sociais e entre os movimentos de apoio à causa de Olivença trouxe para a ribalta, de novo, esta questão de Estado. Ao arrebatar o primeiro lugar, a Igreja de Santa Maria Madalena passa, agora, a ser protagonista de outro enredo.
Que templo é este que mereceu tamanha distinção? Mandada construir por D. Manuel I, a igreja é exemplo do esplendor manuelino. Sob administração espanhola, é, aliás, o único lugar de culto no país vizinho com aquela traça arquitetónica. A sua construção foi impulsionada por Frei Henrique de Coimbra, bispo de Ceuta, o primeiro a celebrar missa no Brasil (encontra-se sepultado na igreja).
Visitada diariamente por centenas de turistas, o seu interior é arrebatador, graças (SIC) às enormes colunas retorcidas (que rematem para o imaginário dos Descobrimentos portugueses {cordas]). Também se destacam os retábulos com azulejos. No início do século XVIII, a Igreja albergava um hospital e um convento franciscano. A água do seu poço era, à época, bastante elogiada, pelos peregrinos acolhidos naquele local religioso. Neste concurso, o templo relegou para segundo lugar a Lagoa da Cigana (castilla La Mancha), e, para terceiro, o Forau de Aiguallut (Aragão).
Quando firam conhecidos os locais [totais] para o escrutínio dos mais pitorescos recantos de Espanha, o Grupo dos Amigos de Olivença emitiu logo um comunicado. "Esta 'honra' assume contornos de uma indecorosa tentativa de legitimação do território de Olivença junto da opinião pública portuguesa (...) A Igreja da Madalena nada tem de espanhola e ali nada há de estremenho {da Extremadura espanhola]." Certo é que a joia portuguesa venceu.

UMA QUESTÃO DIPLOMÁTICA COM 212 ANOS
«Território. Olivença tornou-se vulnerável na Guerra de Sucessão de Espanha. Em 1801, as tropas espanholas tomam a atual cidade»

Pela sua localização geográfica e importância estratégica, Olivença sempre foi palco de conflito. Inicialmente ligada à Reconquista Cristã, a soberania da atual cidade faz parte de um dossiê diplomático ainda sem desfecho conhecido.
Em 1801, o conflito, que ficou conhecido como a "Guerra das Laranjas", levou à perda de Olivença por parte de Portugal. Recentemente, uma tentativa de megarrepresentação teatral daquele momento histórico levou, de novo, é intensificação de contactos oficiais e Fernando Castanhinha (GAO) admitiu ontem ao DN que tenha havido alguma tomada de posição do atual ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, para que as comemorações tenham passado despercebidas (ver última página)..
Olivença (em castelhano Olivenza) é, para muitos, um concelho português administrado indevidamente por Espanha. Pasra outros, é um município de Espanha na província de Badajoz (comunidade autónoma da Extremadura). Remonta ao ano de 1297 o início desta contenda: o Tratado de Alcañices estabelecia Olivença como parte de Portugal. Mas em 1801, através do Tratado de Badajoz (denunciado em 1808 por Portugal), o território seria anexado à Espanha.
A 7 de maio de 1817, porém , a Espanha chega a reconhecer a soberania portuguesa, findas as Guerras napoleónicas, subscrevendo o Congresso de Viana de 1815, comprometendo-se à devolução do território. Mas o impasse continua, desde essa altura, sem resolução.
Situada na margem esquerda do Rio Guadiana, a escassos 23 quilómetros da cidade de Elvas, Olivença "mantém de maneira impecável", segundo o historiador Mário Nunes, "todos os traços da presença portuguesa".
Na delimitação da fronteira entre Portugal e Espanha faltam colocar 100 marcos, situação que o Projeto de Estudos de Arquiteturas Transfronteiriças (criado em 1995) voltou a lembrar. "Olivença ´terra portuguesa", insistem os membros do Grupo dos Amigos de Olivença. A soberania legal, assumem, esbarra nos meandros da política. O património histórico do município oliventino ´é a sua principal atração turística. Património de origem portuguesa. PC

PRESENÇA LUSA

PORTA
-Passos do Concelho- com uma porta manuelina, também conhecida por ser um exemplar notável do gótico português tardio. É um exemplar notável da arquitetura portuguesa na cidade.

CASTELO
-D. Dinis - mandou erigir a cidadela medieval sobre os restos de uma fortificação templária. Mais tarde, D. Afonso IV manda construir o castelo que, por ordem de D. João II, lhe manda acrescentar a Torre de Menagem com 37 metros de altura. [NOTA PESSOAL: hoje, pois na origem foi a mais alta de Portugal; teria cerca de 41 metros]

MUSEU
-Marquês de Pombal - impulsionou a construção da chamada Padaria do Rei, anexo ao Castelo, onde hoje se podem apreciar mais de sete mil peças do Museu Etnográfico, considerado até um dos museus portugueses do género.

CALÇADA
-Plaza de Espanha - é pavimentada em calcário e basalto [no século XX] , naquilo que é a "marca" da típica calçada portuguesa. Esta calçada surge como exemplo da importância deste pavimento de pedras peodonais que teve início nos finais do século XV em Lisboa.


(última página)
ALEGAÇÕES FINAIS (nome da rubrica) SOBRE IGREJA PORTUGUESA COMO MARAVILHA DE ESPANHA
"CONCURSO PÕE NA ORDEM DO DIA QUE OLIVENÇA É UM FURTO"
«Não se sabe bem com que intuito foi feira esta manobra de sedução da opinião pública por parte da empresa petrolífera. Deve ser para facilitar os seus negócios em Portugal"
FERNANDO CASTANHINHA (com fotografia), Presidente da Associação Amigos de Olivença
Jornalista Paula Carmo- A Igreja de Santa Maria Madalena, igreja portuguesa de Olivença, foi eleita como uma maravilha espanhola. Como reage?
Fernando Castanhinha (GAO)- A reação só pode ser uma. Olivença continua a ser de jurisdição portuguesa, é um território ocupado ilegalmente. Como Presidente da Associação Amigos de Olivença, considero que este concurso repousa inteiramente sobre um grande paradoxo inicial, uma vez que estranho que a Extremadura espanhola tenha como símbolo seu esta Igreja de Olivença.
Jornalista Paula Carmo- Qual é o paradoxo?
Fernando Castanhinha (GAO)- Depois de 200 anos de ocupação espanhola de Olivença, de toda a alienação cultural, de tentativa de apagar a língua portuguesa, é paradoxal que o representante deste concurso espanhol seja uma obra tipicamente portuguesa, que não tem absolutamente nada de espanhol. Há várias contradições.
Jornalista Paula Carmo- Quer especificar essas contradições?
Fernando Castanhinha (GAO)- Desde logo, em primeiro lugar, como representante da Extremadura espanhola, não é nenhum monumento espanhol. Em segundo lugar, volto a reafirmar, aparece como símbolo da Extremadura um monumento que é inteiramente português, construído sob domínio português, com arquitetura portuguesa. Em terceiro lugar, aquela população de Olivença, que, já disse, foi vítima de um processo de alienação cultural, aparece agora como símbolo da própria Espanha. São três contradições deste concurso, mas que aumenta a autoestima daquela população.
Jornalista Paula Carmo- Não reconhece, portanto, qualquer valor a este passatempo?
Fernando Castanhinha (GAO)- Nós não nos pronunciamos sobre o concurso. Teve o grande mérito de pôr o assunto na ordem do dia. A questão de fundo é que trata-se do furto de um território. Devemos, sim, trazer a questão, de novo, para exigir ao Estado espanhol que devolva Olivença ao legítimo território.
Jornalista Paula Carmo- Mas o concurso promovido pela Repsol teve grande adesão de votantes. Como interpreta esse fenómeno?
Fernando Castanhinha (GAO)- Não se sabe bem com que intuito foi feita esta manobra de sedução da opinião pública por parte da Petrolífera. Deve ser para facilitar negócios em Portugal - é a minha interpretação, mas posso estar a especular.
Jornalista Paula Carmo- Com este impasse na ribalta, é pertinente pedir a intervenção diplomática por parte do Ministério dos Negócios Estrangeiros?
Fernando Castanhinha (GAO)- Eu acho que já agiu este ano, quando os espanhóis se preparavam para fazer uma representação teatral da Guerra das Laranjas (episódio militar que ocorreu em 1801 e iniciou a polémica questão da soberania de Olivença). Tivemos ecos de que houve influência do Estado português para que não fosse um grande acontecimento. Mas é legítimo perguntar, e aqui está o papel da comunicação social, repito, é legítimo perguntar ao atual Presidente da República e ao atual primeiro-ministro o que pensam sobre esta questão. As relações com Espanha são delicadas, mas um monumento português representar o Estado espanhol é rebaixar a República portuguesa. Os atuais movimentos de desagregação em Espanha poderão ajudar.[NOTA: segundo o entrevistado, esta última frase era uma opinião MUITO PESSOAL, que não devia constar na entrevista, pois existe sempre uma preocupação de NÃO INGERÊNCIA na política INTERNA e
spanhola]
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MensagemAssunto: CORREIO DA MANHà  Dom Set 30, 2012 9:28 pm

CORREIO DA MANHÃ, Domingo, 30 de Setembro de 2012
Página 44
PANÓPTICO
Eduardo Cintra Torres

JÁ AGORA
OLIVENÇA É MAIS QUE UMA IGREJA
A igreja manuelina de Olivença ganhou uma votação em Espanha. O caso originou notícias em Portugal, e justamente, mas a maioria omitiu o essencial: o Estado Português nunca reconheceu a soberania de Espanha sobre Olivença, que não devolveu o território em 1815, desrespeitando o que assinou. Um dia Portugal e Espanha terão de resolver esta ocupação
ilegítima.
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MensagemAssunto: TVI   Seg Out 01, 2012 3:30 am

IGREJA DA MADALENA////MARCELO REBELO DE SOUSA///COMENTÁRIO DE DOMINGO/TVI////30-Setembro de 2012
NOTAS FINAIS//c. 21:30 Portuguesas

(...)"A alegria de vermos a Igreja da Madalena, portuguesa, em Olivença, ganhar... [aqui intromete-se a jornalista Judite de Sousa, que vai falando AO MESMO TEMPO do PROFESSOR Marcelo: "...e foi o Professor o primeiro a fazer referência a esse monumento..."], ...ganhar o "Melhor Recanto de Espanha", com 100 000 mil votos, mais 20 000 do que o segundo. ´´E ótimo para nos elevar a auto-estima. Quer dizer que nós, em Espanha, aquilo que têm de melhor em termos de Recanto é português. Isto dá um gozo ao nosso ego... [volta a intervir a jornalista Judite de Sousa. dizendo: "que ao pé disso, tudo o resto, enfim!"]... ao nosso ego, enfim..."[dito ao mesmo tempo das palavras das jornalista]
NOTA: entre os livros para mostrar, e que ficarão para o próximo programa (Não houve tempo!), estava o "Quando já não estivermos", de José António González C
arrillo!!
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MensagemAssunto: TVI   Seg Out 01, 2012 3:31 am

IGREJA DA MADALENA////MARCELO REBELO DE SOUSA///COMENTÁRIO DE DOMINGO/TVI////30-Setembro de 2012
NOTAS FINAIS//c. 21:30 Portuguesas

(...)"A alegria de vermos a Igreja da Madalena, portuguesa, em Olivença, ganhar... [aqui intromete-se a jornalista Judite de Sousa, que vai falando AO MESMO TEMPO do PROFESSOR Marcelo: "...e foi o Professor o primeiro a fazer referência a esse monumento..."], ...ganhar o "Melhor Recanto de Espanha", com 100 000 mil votos, mais 20 000 do que o segundo. ´´E ótimo para nos elevar a auto-estima. Quer dizer que nós, em Espanha, aquilo que têm de melhor em termos de Recanto é português. Isto dá um gozo ao nosso ego... [volta a intervir a jornalista Judite de Sousa. dizendo: "que ao pé disso, tudo o resto, enfim!"]... ao nosso ego, enfim..."[dito ao mesmo tempo das palavras das jornalista]
NOTA: entre os livros para mostrar, e que ficarão para o próximo programa (Não houve tempo!), estava o "Quando já não estivermos", de José António González C
arrillo!!
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