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 FESTIVAL FOLCLORE 2012

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linomendes



Número de Mensagens : 328
Data de inscrição : 16/06/2010

MensagemAssunto: FESTIVAL FOLCLORE 2012   Sab Jun 30, 2012 10:42 pm

]Dia 14 de Julho—21,30
Polidesportivo da Zona Verde do Laranjal
do[/font]
folclore



Organização de Rancho Folclórico de Montargil/Grupo de Promoção


A exemplo de anos anteriores e pela sua representatividade ,os grupos participantes são garante de uma verdadeira “Mostra de Cultura Tradicional”.E é preciso, é fundamental, que os centros decisórios do mundo da cultura ,saibam neste âmbito quem defende os valores identitários ,onde se escreve com verdade a História das nossas gentes de antigamente.



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Do Douro Litoral vem o Grupo Etnográfico de Danças e Cantares de Fermêdo e Mato, que nos vai fazer certamente recuar aos tempos imemoráveis em que os seus habitantes viviam do amanho da terra, do abate de árvores e da criação de animais, actividades agrícolas que marcaram profundamente a maneira de ser e de sentir das suas gentes. As sementeiras, as sachas, os linhares, as esfolhadas e espadeladas, eram trabalhos que uniam as gentes da aldeia numa conjugação de esforços colectivos, transformando a vida campesina numa acção de religiosidade. Os cantares durante os trabalhos sedentários, os folguedos no terreiro ao Domingo à tarde e as romarias que se tornaram manifestações tradicionais do povo ,e hoje são verdadeiros tesouros do nosso Património Cultural.
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Temos a seguir a Estremadura, mais concretamente a região Centro, sub-região do Oeste,que nos envia através do TÁ-MAR da Nazaré, toda a sua vivência de um povo que é um permanente “encontro “ com o mar e com a pesca .Todo o repertório deste Grupo nos fala do mar e do pescador da Nazaré, em homenagem aquele que no dia a dia, se bate com o seu traiçoeiro companheiro de todos os dias, umas vezes ganhando e outras, infelizmente perdendo.
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Ribatejo. Na vasta lezíria ribatejana, rematada pela serra, mancha cinzenta a debruar as terras do sul, de casario branco a sobressair na paisagem verde dos seus vinhedos situa-se ALMEIRIM. Vista de qualquer lado é terra baixa, ribeirinha, polvilhada aqui e ali, por manchas de arvoredo que dão frescura e convida a uma visita. A etnografia e o folclore têm raízes profundas na vida rural, é por isso o Ribatejo das vindimas, das searas, das ceifas, dos olivedos e da mondas, e que tanto reflecte a melodia poética que vem do lado do rio, como transporta à cavalgada impressionante de um Campino, pampilho ao alto, figura indómita que domina a lezíria.
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E chegamos a Montargil, a terra anfitriã. Alto Alentejo, mas essencialmente uma zona de transição cujo povo e segundo um historiador e sociólogo ,é a junção da alma alentejana com a riqueza da charneca ribatejana. Mas não só, acrescento eu.
::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
E temos assim quatro “identidades” que nas diferenças se afirmam. E a maneira como trajam, como cantam e como bailam é também a expressão do que aqui dissemos .Pode-se gostar mais ou menos deste ou daquele grupo ,mas é impossível dizer qual o melhor pois que não se pode comparar o que n[/font]ão tem co[/size]mparação.[/size]
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linomendes



Número de Mensagens : 328
Data de inscrição : 16/06/2010

MensagemAssunto: Notas Prévias   Seg Jul 09, 2012 2:23 pm

Festival Nacional de Folclore
MONTARGIL


Agora, quando aí vem mais um Festival de Folclore, oportuno me parece aqui deixar algumas considerações:


Aqui há uns tempos Joaquim Santana (Rancho Camponeses de Riachos) dizia publicamente, este é um festival em que todos os grupos têm interesse em participar.
Diga-se entretanto, que para ter-mos aqui um Festival com o prestígio alcançado, há dois pontos fundamentais, as autarquias assumirem determinados apoios e a Federação do Folclore português considerar, para além da representatividade do Grupo, a qualidade da organização.
Para aquilatar da qualidade do grupo ainda recentemente esteve entre nós o Conselho Técnico Regional para o Alentejo, e no dia do Festival virá até Montargil um representante da Federação que fará um relatório sobre o mesmo.

Eis o que é importante:
1)-O palco que deve ter o mínimo de 8X8 sendo ideal o 10X10, para além de um outro espaço com 2 de fundo para a tocata, ligado mas não pregado ao outro-- ou então a garantia, por outro qualquer processo, de que os pés dos microfones não trepidarão;
2)-Piso liso, anti-derrapante,e em que se possa bailar descalço;
3)-Palco devidamente iluminado, de preferência com os projectores focando de cima .Não pode haver luzes de frente focando o palco, o que provoca o encadeamento de quem está a actuar;
4)-Cumprimento dos horários, e espectáculo sem pontos mortos.
5)-Iluminação do recinto;
6)-Som devidamente regulado, de maneira a que ,mesmo durante uma actuação, duas pessoas se façam ouvir sem gritar;
7)-Acompanhamento dos grupos desde que chegam até que regressam;
Cool -Alimentação: qualidade e quantidade, se é fornecida à hora marcada, de pé ou sentados;
Os desfiles estão a ser eliminados, e as boas vindas e entrega de lembranças feito antes do jantar , de maneira a que a actuação não retarde.
Os grupos visitantes, actuam por ordem de distâncias.
Já tivemos um ou outro problema, no que respeita ao piso do palco, já que nem sempre foi possível apresentá-lo nas condições ideais.

Entretanto, porque na Escola não se ensina e até hoje não se promoveu uma “Educação para a Cultura da Tradição”queremos explicar que aquilo que os grupos ali apresentam---maneira de trajar, cantigas e modas de baile—não obedece a critérios de gosto.
Cada grupo deve ali apresentar “imagens” da vivência das suas gentes de antigamente ,quando as mesmas ainda não eram influenciadas por valores alheios à sua natural maneira de ser e de estar. Pelo que recuaremos no tempo, embora sem data certa, aos princípios do século
passado.


Lino Mendes
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linomendes



Número de Mensagens : 328
Data de inscrição : 16/06/2010

MensagemAssunto: Notas Prévias   Seg Jul 09, 2012 2:24 pm

Festival Nacional de Folclore
MONTARGIL


Agora, quando aí vem mais um Festival de Folclore, oportuno me parece aqui deixar algumas considerações:


Aqui há uns tempos Joaquim Santana (Rancho Camponeses de Riachos) dizia publicamente, este é um festival em que todos os grupos têm interesse em participar.
Diga-se entretanto, que para ter-mos aqui um Festival com o prestígio alcançado, há dois pontos fundamentais, as autarquias assumirem determinados apoios e a Federação do Folclore português considerar, para além da representatividade do Grupo, a qualidade da organização.
Para aquilatar da qualidade do grupo ainda recentemente esteve entre nós o Conselho Técnico Regional para o Alentejo, e no dia do Festival virá até Montargil um representante da Federação que fará um relatório sobre o mesmo.

Eis o que é importante:
1)-O palco que deve ter o mínimo de 8X8 sendo ideal o 10X10, para além de um outro espaço com 2 de fundo para a tocata, ligado mas não pregado ao outro-- ou então a garantia, por outro qualquer processo, de que os pés dos microfones não trepidarão;
2)-Piso liso, anti-derrapante,e em que se possa bailar descalço;
3)-Palco devidamente iluminado, de preferência com os projectores focando de cima .Não pode haver luzes de frente focando o palco, o que provoca o encadeamento de quem está a actuar;
4)-Cumprimento dos horários, e espectáculo sem pontos mortos.
5)-Iluminação do recinto;
6)-Som devidamente regulado, de maneira a que ,mesmo durante uma actuação, duas pessoas se façam ouvir sem gritar;
7)-Acompanhamento dos grupos desde que chegam até que regressam;
Cool -Alimentação: qualidade e quantidade, se é fornecida à hora marcada, de pé ou sentados;
Os desfiles estão a ser eliminados, e as boas vindas e entrega de lembranças feito antes do jantar , de maneira a que a actuação não retarde.
Os grupos visitantes, actuam por ordem de distâncias.
Já tivemos um ou outro problema, no que respeita ao piso do palco, já que nem sempre foi possível apresentá-lo nas condições ideais.

Entretanto, porque na Escola não se ensina e até hoje não se promoveu uma “Educação para a Cultura da Tradição”queremos explicar que aquilo que os grupos ali apresentam---maneira de trajar, cantigas e modas de baile—não obedece a critérios de gosto.
Cada grupo deve ali apresentar “imagens” da vivência das suas gentes de antigamente ,quando as mesmas ainda não eram influenciadas por valores alheios à sua natural maneira de ser e de estar. Pelo que recuaremos no tempo, embora sem data certa, aos princípios do século
passado.


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