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 A OLARIA

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AutorMensagem
linomendes



Número de Mensagens : 328
Data de inscrição : 16/06/2010

MensagemAssunto: A OLARIA   Qua Jun 27, 2012 5:07 pm




Pesquisa Etnográfica

A OLARIA

A pesquisa etnográfica, aquela a que me dedico desde há décadas, ´é de facto uma actividade trabalhosa, a requerer paciência e persistência, já que não basta ir a um arquivo pois há que colher informações, compará-las, analisá-las face ao enquadramento no meio. Felizmente que as que a realizei as fiz “no campo”, no terreno, o que hoje começa a ser impossível, sendo ainda que documentos como a “fotografia” não são credíveis dado que ,todos os sabemos, a pessoa do povo quando por vezes aqui passava, até pedia um fato emprestado para ir “ tirar o retrato”.Ao que acresce o facto do Museu do Trajo não possuir trajos de gente pobre,qu7e como sabemos acabavam em rodilhas.
Mas é aliciante. Quando se chega a uma conclusão, é como que um parto natural.
Tudo isto vem a propósito d actividade de OLARIA na nossa terra. Há anos que vimos tentando vencer a penumbra que envolvia a matéria. Uma informação aqui, outra ali, e de repente eis que as pontas começam a unir-se, e temos para já a certeza de que a OLARIA foi uma actividade tradicional na nossa terra. Existiram aliás duas Olarias em Montargil, uma mais antiga na então “Estrada do Poço” e mais tarde uma outra na hoje Rua S.Jão de Deus, numa das casas dos Cadetes.
A primeira terá existido à volta 80(?) anos , e o artesão, de nome António Rovisco Alturas, que com a namorada Maria Lucinda, transportando-se de carroça puxada por besta fugiram de Flor da Rosa dado que a família dele, julgando-se rica –palavras de um neto, hoje mesmo ao telefone—não queria o casamento.
Ora, e ainda quanto à primeira—quanto à segunda decorrem pesquisas—uma porta se abriu ao conseguir-mos chegar a um neto, Rui Rovisco, hoje prestigiado empresário de têxteis em Castelo Branco—que n os vai enviar tudo o que sabe por testemunho da mãe,(sepultada no cemitério de Montargil)
O Rui Rovisco que nasceu nas Brotas andou na escola em Montargil, na altura em que a mesma foi transferida do antigo edifício junto à Igreja para as então construídas na Lomba).
E hoje fiquemo-nos por aqui.
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