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 OS NOSSOS GRUPOS DANÇA DE SALÃO

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lino mendes
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MensagemAssunto: OS NOSSOS GRUPOS DANÇA DE SALÃO   Ter Dez 27, 2011 7:38 pm

Os nossos Grupos
OFICINA DA DANÇA
Grupo de Dança de Salão de Montargil



Ao designarem por OFICINA da dança o sector, fica implícito que outras modalidades poderão vir a acontecer, mas para já temos o GRUPO DE DANÇA DE SALÃO DE MONTARGIL.

Por aqui já tínhamos o “folclore” e a hoje chamada “dança popular”(dançada nos arraiais e nas sociedades recreativas. Por que não fazer também formação no âmbito da “dança de salão”?

Mas como nos aparece esta expressão artística?
O nas cimento da dança leva-nos a tempos remotos ,e com os mais diversos objectivos .A sua evolução acontece naturalmente mas foi o “ Renascimento cultural dos séculos XV / XVI que trouxe diversas mudanças no campo das artes, cultura, política, dentre outras. Dentro deste contexto, a dança também sofreu profundas alterações que já vinham se arrastando através dos anos. Nesta época a dança começou a ter um sentido social, isto é, agora era dançada em festas pela nobreza apenas como entretenimento e como recreação. Desde então a dança social foi se transformando e aos poucos tornou-se acessível às camadas menos privilegiadas da sociedade que já desenvolviam outro tipo de dança: as danças populares, que inevitavelmente, com estas alterações de comportamento foram se unindo às danças sociais, dando origem assim a uma nova vertente da música, dançada por casais, que mais tarde seria denominada Danças de Salão.”

Neste momento e em Montargil 25 alunos frequentam as aulas, que incidem sobra as “danças latinas”(Cha Cha Chã, Rumba, Samba, Passo Doble, Jive) as “danças clássicas”( Tango, Valsa Inglesa, Valsa Vienense, Quick Step e Slow Fox.) e ainda a Salsa.

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lino mendes
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MensagemAssunto: OS NOSSOS GRUPOS FOLCLORE   Ter Dez 27, 2011 8:10 pm

Rancho Folclórico de Montargil
Escola Infantil e Juvenil de Folclore( c/Grupo)
Iniciação ao Folclore



No ponto onde o Alentejo e o Ribatejo se encontram fica MONTARGIL cujo folclore, na opinião do Sociólogo e Historiador José Salvado Travassos é” a junção da alma alentejana com a charneca ribatejana.”Juntemos-lhe entretanto uma pitada de algarvio (tiradores de cortiça) e de beirão (“ratinhos” em temo de ceifa) e fica, em minha opinião o retrato certo.
É um folclore bonito, onde a par das modas que puxam à elegância, outras há que impõem um maior ritmo, sendo ainda de referir que é significativo que aqui se tenham fixado temas com “as saias”, o “corridinho” e o “fandango”, sendo as “chotiças” das suas mais marcantes “peças”.
Para além do espectáculo que sem deixar de se “mostra”é de agrado certo, há a referir que tudo assenta numa cuidada pesquisa que coloca o grupo entre os “representativos “do país.[/size][/font]
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MensagemAssunto: OS NOSSOS GRUPOS VIOLAS   Ter Dez 27, 2011 8:15 pm

Os nossos Grupos

Lagartos & Companhia
Grupo de Violas de Montargil

... Nasce na EBI, e no final do ano lectivo meia dúzia dos seus elementos integram o Grupo de Promoção e é criada a Escola de Violas”que lhe dá a expressão que hoje tem
Duas dezenas de elementos, duas ou três vozes boas, a inclusão de uma bateria, e é hoje um grupo de qualidade que pode actuar com dignidade em qualquer lado.
Tem o seu público visto que executa em especial “música moderna”, mas que quaisquer outros públicos ouvem com agrado.
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MensagemAssunto: OS NOSSOS GRUPOS CantarGil   Ter Dez 27, 2011 8:17 pm


Os nossos Grupos

CantarGil—Grupo de Cantares Populares Portugueses



Integrar um grupo de música popular portuguesa é ter o privilégio de a seu modo poder cantar a bonita música do país, é poder dar largas à criatividade. E foi com este objectivo que um “grupo de amigos que gosta de cantar” partiu para o projecto que é o CantarGil.
E vale a pena ouvi-los!
São à volta de 30, havendo a assinalar boas vozes, em especial femininas, tendo por suporte um bom naipe de instrumentistas, e que apresentando a música da nossa gente ,bem escalonada em pequenas rapsódias, o faz com uma harmonia que se regista.
E quem não gosta da música popular portuguesa quando bem interpretada, com alegria?[/size][/font]
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lino mendes
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MensagemAssunto: OS NOSSOS GRUPOS Realejos   Ter Dez 27, 2011 8:20 pm

Os Nossos Grupos

Grupo de REALEJOS de Montargil

Como instrumento precursor da HARMÓNICA, por aqui mais conhecida por Realejo, mas também por Flaita e Gaita de beiços, há quem considere o CHENG, um instrumento milenar que aparece na China 400 A.C. Mas no aspecto em que o conhecemos hoje, naturalmente com várias alterações no decorrer dos tempos, a sua existência inicia-se no ano de 1857,com Matias Hohner. Tem então o nome de Harpa de Boca e 10 furos.
...
Hoje, são inúmeros os modelos existentes, mas o mais comum são o Diatónico com 10 orifícios e tocando apenas as notas naturais e o Cromático com 12 e 16 orifícios, em todas as tonalidades.

Quanto a nós, não somos uma Orquestra de Harmónicas Cromáticas, somos, isso sim, um Grupo de Realejos Diatónicos. O nosso projecto está virado para a defesa das tradições, era a esta a qualidade e género que se tocava nos nossos bailaricos de antigamente, isto é, simples e com limitações. Hohe, os nossos tocadores usam um realejo com 2 filas de 24 buracos cada.
Tocamos sem qualquer preconceito de inferioridade com as melhores Orquestras de Harmónicas. Porque…cada coisa no seu lugar!
Uma última referência. O Realejo terá chegado a Montargil antes do Harmónio de uma escala, acabando por ser contemporâneo, assim pelo menos se presume.
Antes, e ao que nos dizem, teria sido a “guitarra portuguesa”.
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lino mendes
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MensagemAssunto: OS NOSSOS GRUPOS Concertinas   Ter Dez 27, 2011 9:42 pm

Os nossos Grupos

Grupo
de Concertinas de Montargil


... São instrumentos tradicionais, e muito têm a ver com a nossa identidade, com a nossa cultura.Começou a ser “pensado” quando em Julho de 86 se realiza em Montargil o 1.º Encontro de Tocadores de Realejos e de Concertinas, E EM 1990 aparece pela primeira vez a actuar em Campo Maior.
O Grupo chegou a ter 6 elementos, mas neste momento, por diversos motivos, inclusivamente profissionais, normalmente actuam 3(mas podendo actuar pelo menos 4)


Normalmente no seu espectáculo leva-nos numa viagem pela família dos Foles (Harmónio, Concertina e o Acordeão) sendo dois, os grandes objectivos--- preservar e divulgar os respectivos instrumentos e a música tradicional de Montargil.
Já se contam várias dezenas de actuações, em Portugal de Norte a Sul e ainda em diversos países como Espanha, França, Luxemburgo e Canadá.
Em Harmónio de uma escala tocam “música tradicional”, em Concertina “música tradicional e popular” e em Acordeão “música ligeira e eventualmente clássica”



Entretanto, seria fastidioso aqui citar todas as referências feitas a este Grupo. Centremo-nos por isso e apenas na deslocação realizada em Julho/2008 ao Canadá(Casa do Alentejo—Toronto)
É um espectáculo bem estruturado, pedagógico, e em que a cumplicidade dos actores é marcante diziam-nos.

Armando Viegas, figura incontornável do mundo da cultura e não só, diz-nos: --Foi espectacular! É óbvio que o Grupo tem qualidade, e vê-se até pela reacção do público, que pelo menos quatro vezes aplaudiu de pé! O talento é óbvio, e é bonito ver que as tradições estão passando para outra geração, um ponto que eu acho muito interessante. Gostei imenso. Este espectáculo de sábado foi dos melhores que nos últimos três a quatro anos aqui se realizaram.
E é ainda Armando Viegas, que quase ao mesmo tempo que pisamos solo português nos faz chegar uma amável missiva, em que pessoalmente e como sócio da C.A. agradece “o excelente espectáculo que o Grupo de Concertinas de Montargil aqui apresentou na nossa comunidade”. E diz-me ainda que “ deve sentir-se prestigiado e orgulhoso pelo trabalho que aí têm desenvolvido em prol da divulgação da cultura portuguesa”.
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