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 c/rita vilela

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AutorMensagem
lino mendes
Admin


Número de Mensagens : 869
Data de inscrição : 27/06/2008

MensagemAssunto: c/rita vilela   Ter Nov 22, 2011 6:43 pm

Conversa
com
Rita VilelaPhotobucket


Falar de RITA VILELA é falar de uma escritora de valor incontornável, e que nos seus 42 meses como autora vai a caminho de atingir 21 livros, distribuídos por 5 Editoras, sendo que a sua “Colecção Infantil” está recomendada no Plano Nacional de Leitura.
Sou uma escritora feliz, diz.Mas deixemos queseja a Rita a falar


Lino- Antes de mais, quem é RITA VILELA e o que significa a escrita para ela?
Rita -Sou alguém que se considera realizada naquilo que faz. Licenciada em psicologia, desenvolvi o meu percurso profissional na área da formação.

Hoje, conjugo esse trabalho com o exercício da terapia, a escrita, e outras actividades ligadas às palavras… e às pessoas.

Descobri tarde a minha vocação de escritora, mas, uma vez iniciada, nunca mais parei.

Publiquei o meu primeiro livro em Maio de 2008 e hoje apresento já no meu currículo livros infantis e juvenis, a par de uma ficção mais adulta.

E dificilmente poderia ambicionar um arranque mais feliz para esta nova área de actividade: 21 livros publicados, alguns dos quais nos maiores grupos editoriais portugueses; 7 reedições; livros recomendados pelo Plano Nacional de Leitura; obras em adaptação para banda desenhada; feedback entusiasta dos leitores, que me enviam mensagens lindas como esta “uma escritora que fez com que eu acreditasse que ler um bom livro é o melhor passatempo que uma pessoa pode ter” (Gonçalo Leandro – 15 anos)

Mas, de todos os meus livros, a minha primeira obra, uma saga de fantasia e aventura que se iniciou com As 7 Cores de Oníris, continua a ser a mais especial. Quando me sentava ao computador para a escrever, esquecia-me de tudo o que se passava à minha volta, e entrava no meu mundo de fantasia.

Escrever tornou-se uma paixão, um vício que não quero largar! A inspiração? Encontro-a nas pessoas que conheço, no mundo que me rodeia e bem dentro de mim.

Mas, para ficar a conhecer-me, e à minha obra, o melhor mesmo é consultar o meu blog, onde se encontram, por exemplo, sinopses, fotos, vídeos, curiosidades, passatempos e actividades ligadas àquilo que escrevo e publico: http://rita-vilela.blogspot.com/

Lino: A formação académica tem alguma coisa a ver com o género l
Literário mais escolhido?
Rita:Eu diria de outra forma: foi o interesse pelo ser humano que me fez escolher o curso de psicologia e esse mesmo interesse que me fornece inspiração para aquilo que escrevo. No livro As 7 Cores de Oníris, por exemplo, as 7 raças que habitam Oníris são inspiradas em amigos e conhecidos.

Procuro também criar sinergias entre as duas áreas, da psicologia e da escrita: escrevo metáforas para utilizar em terapia e utilizo conhecimentos de psicologia nos meus enredos.

Lino: Somos um país com muitos concursos literários, com muitos “jogos florais”.São os mesmos importantes para o desenvolvimento literário, e quais as bases essenciais que consideras devem marcar os regulamentos?
RitaNa escrita, como em qualquer outra actividade, é importante termos a informação sobre a qualidade daquilo que fazemos. Muita gente que escreve, e gosta de escrever, tem dificuldade em ter um feedback isento sobre a qualidade do seu trabalho (amigos e familiares nem sempre são os melhores juízes).

Os concursos literários são uma forma de reconhecimento e incentivo para quem escreve, e de apoio à divulgação dos talentos existentes.

Sobre os regulamentos desses concursos, penso apenas que na maior parte dos casos ganhariam em não ser rígidos no número de obras a seleccionar, de forma a poderem “premiar/reconhecer” todas as obras de qualidade que lhes aparecem (e apenas essas). E, premiar, pode ser atribuir-lhes um “selo de qualidade”, ou assegurar a sua publicação (por exemplo, num jornal local).

Lino:Não gosto de campeonatos culturais, e as classificações são sempre subjectivas. E se em vez, por exemplo, de um 1º até ao 5º,se escolhesse antes um quadro de honra com 5.Ou então como farias a classificação, com que bases?
Rita:Não é fácil classificar a qualidade de uma obra, de facto. A minha experiência é que é uma área onde é difícil sermos objectivos pois, mais do que a riqueza e originalidade das ideias e a forma como são transmitidas, o que nos marca num livro tem a ver com o eco que essa história faz dentro de nós (e isso varia de pessoa para pessoa).

Quando uma obra reúne consenso sobre a sua qualidade superior comparativamente às restantes, penso que é justo ser identificada com uma classificação, com a atribuição de um posicionamento (1.º, 2.º, 3.º lugar…). Sempre que o júri tem dificuldade em escolher, então o quadro de honra será certamente a melhor opção.

Lino:Como elaborarias um Plano de Divulgação Literária?
Rita:Acredito que quando uma pessoa encontra um livro que a faz sonhar, ela ganha naturalmente o gosto pela leitura… Muito mais do que num filme, quando lemos um livro reconstruímos aquilo que nos é fornecido com a nossa própria imaginação. E é essa capacidade que as histórias têm de criar magia na mente dos leitores que explica o impacto que os livros conseguem ter.
Todas as actividades que motivem pessoas a contactar com histórias e a pegar em livros, para que possam ser conquistadas por eles, fazem sentido num plano de divulgação da leitura.
A nível pessoal, tenho procurado assumir um papel activo na divulgação da minha obra e posso partilhar essa experiência. Relativamente à minha saga de fantasia/aventura “Oníris”, por exemplo, o meu plano de acção passou pela criação de um teste de personalidade “Descubra a sua raça”, vídeos, passatempos, um desafio de escrita criativa, um desafio musical, comida de Oníris, uma banda desenhada (em construção), espaços de interacção com o leitor, etc., centrados num blog dedicado http://7oniris.blogspot.com/. Sem falar na presença nas redes sociais e na interacção directa com os leitores em escolas e feiras de livro. E o feedback que estas actividades me têm proporcionado mostra-me que esta saga tem conseguido fazer eco no coração dos seus leitores, que é a melhor recompensa que um escritor pode desejar:
“Gostava de um dia poder adormecer e acordar em Oníris, e viver todas as suas aventuras” (Francisco)
“Por causa de ti/você, sou hoje aos 24 anos adepto de leitura "fantástica". (nunca é tarde para ganhar o gosto pela leitura)” (Pesco)
“Quando entro no mundo mágico, volto aos meus dez e onze anos. (…) Hoje, ao ler “As 7 cores de Oníris” verifico que a Criança que eu era, continua em mim” (Dulce Pacheco)
seja a Rita a falar.
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