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lino mendes
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MensagemAssunto: A PÁSCOA NA RELIGIÃO CATÓLICA   Ter Abr 03, 2012 7:49 pm

Usos, Costumes, Tradições
e Religiosidade Popular
na Semana Santa

Photobucket

Na Semana Santa celebram-se os mistérios da salvação consumada por Jesus nos últimos anos da sua vida na terra, desde a entrada triunfal em Jerusalém até à sua sacratíssima Paixão e gloriosa Ressurreição. A Semana Santa contém aquilo que Jesus definiu como a “Sua Hora”.
A antiga liturgia de Milão cros “trabalhos de Jesus”. Olassificava esta semana de Semana Autêntica por ser a
Itálico: texto (ctrl+i)semana dos verdadei anterior Missal romano chamava-lhe Semana Maior, não pelo número de dias, mas pelo seu conteúdo salvífico.
O conjunto das celebrações da Semana Santa constitui o núcleo da fé da Igreja, o Mistério Pascal, revelador da plenitude do amor de Deus ao mundo. As cores litúrgicas são a encarnada e a branca, as cores de vida e de
vitória.
Domingo de Ramos
Celebra-se a Entrada de Jesus em Jerusalém, aclamado como Messias e Filho de David e, ao mesmo tempo, o Início da sua Paixão. Daí o nome de “Domingo de Ramos na Paixão”. É o pórtico de entrada da Semana Santa.
Quinta-feira Santa
Nesta manhã, normalmente, é a única Missa (Missa Crismal) em toda a Diocese. É presidida pelo Bispo e concelebrada pelos padres vindos de toda a Diocese, que nela renovarão os seus compromissos sacerdotais, em testemunho de um único presbitério.
Nessa Missa são benzidos o Óleo dos Catecúmenos (para os baptismos), o Óleo dos Doentes(para os Enfermos), e é consagrado o Óleo do Crisma. Daí o nome de Missa Crismal. Por esta dimensão eclesial, os fiéis são convidados a participar nesta celebração.
Na Missa Vespertina da Ceia do Senhor celebra-se a Instituição da Eucaristia e do Sacerdócio(que os Apóstolos receberam em plenitude e depois transmitiram em grau diferente, aos Bispos – seus Sucessores – e aos Presbíteros) e a proclamação do Mandamento Novo, segundo o qual toda a autoridade deve exercer o poder como um serviço. Daí o gesto do lava-pés.
Desde a tarde de hoje até à tarde de Domingo decorre o Tríduo Pascal, o coração da Semana Santa.
Sexta-Feira Santa
Dia consagrado à meditação da Paixão e Morte Redentora do Mundo. Daí o uso de paramento encarnado, o mesmo dos Ramos e do Pentecostes, pois Jesus subiu ao Calvário animado pelo Espírito Santo.
As celebrações que se celebram da parte da tarde não se tratam de Missa, mas de uma longa meditação orante. Inclui a Leitura da Paixão, Preces Universais, Adoração da Cruz, Comunhão e Desnudação do Altar.
As esmolas recolhidas neste dia serão enviadas para Jerusalém, a fim de ajudar a conservar os lugares santificados pela vida e morte de Jesus.
À noite, em muitas localidades, realizam-se Via Sacras, como recordação do caminho (via) que Jesus seguiu desde o pretório de Pilatos até ao Calvário, e mesmo Procissões do Enterro do Senhor.
Pelo seu carácter penitencial este dia é de jejum e abstinência e deve ser vivido em recolhimento pessoal e familiar.
Sábado Santo
Este dia é dedicado à contemplação de Jesus morto e sepultado, a “descansar” dos trabalhos da sua Paixão. Deve, pois, chamar-se “Sábado Santo” e não “de aleluia”, que só começa na noite da Vigília pascal. Este sábado é um dia “alitúrgico”, isto é, não há nele qualquer celebração: nem missa, nem baptismo, nem casamento, nem comunhão (excepto para os moribundos).
A Vigília Pascal é a mãe de todas as vigílias, é a celebração geradora de todas as celebrações.
Não pode chamar-se “Missa vespertina” nem pelo conteúdo nem pela hora. “Estar de vigília” é estar atento ao acontecimento pascal, sem sono, desperto.
A Igreja não dorme nesta noite, recolhe-se para meditar e cantar a vitória do seu Senhor sobre o pecado e a morte. Relê os textos da criação do Mundo e do Homem, que Jesus Ressuscitado reordena numa Nova Criação: Ele é o novo Adão que dá início a uma nova Humanidade; a semana é reordenada, de modo que o que era “primeiro dia da criação” passa a ser “o Dia do Senhor”.
A celebração da Vigília é, por sua natureza, longa. Inclui a Bênção do Lume novo, o canto do Precónio, as leituras bíblicas pascais, a Bênção da água do Baptismo e renovação de promessas e Eucaristia. Todos estes elementos formam um todo, pelo que seria incorrecto falar de “ir à Missa da Vigília”, que faz parte integrante da celebração.
As pessoas que desejem participar na Vigília devem levar uma vela para a renovação das promessas baptismais e uma campainha para a proclamação do ALELUIA PASCAL.
Em algumas localidades realiza-se a “queima do Judas”.
Domingo de Páscoa
É o primeiro Domingo do ano e prolonga a Vigília Pascal.
O “primeiro dia da semana”, dia em que Deus criara a Luz, passa a ser também o Dia do Senhor Ressuscitado e Dia da Igreja reunida em assembleia pascal. S. Agostinho chamará ao Domingo o “8º dia”, em virtude de a Ressurreição do Senhor abrir a História para além das leis do tempo natural ou do simples descanso.
Os Párocos ou grupos de cristãos por eles enviados visitam as famílias cristãs, levando-lhes a mensagem pascal. Esta visita e mensagem dirigem-se às pessoas, pelo que não faz sentido visitar casas vazias.
O toque dos sinos, a água baptismal, o estralejar dos foguetes, o rosmaninho e o alecrim, os ovos (símbolos da vida e do sepulcro por ela rompido), os ramos da Primavera – são recursos de que o povo lançou mão para exprimir a sua fé e alegria na Ressurreição do Senhor

NOTA:
É uma colaboração do BLOG DO PORTAL DO FOLCLORE
PORTUGUÊS


Última edição por lino mendes em Qui Abr 05, 2012 8:08 pm, editado 8 vez(es)
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Luís Manso



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MensagemAssunto: Re: ORA,TOME NOTA   Qui Abr 05, 2012 1:34 am

Vejo que anda a "copiar" umas coisas interessantes...
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lino mendes
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MensagemAssunto: PASCOA   Qui Abr 05, 2012 4:43 am



Foi na verdade copiar,Luis, mas faltou referir "em colaboração com o Portal do Folclore Português".

Um abraço
Lino
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lino mendes
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MensagemAssunto: DIA DOS MOINHOS   Sex Abr 06, 2012 9:31 pm

Não pode Montargil ficar alheia à comemoração do PhotobucketDIA NACIONAL DOS MOINHOS, pelo que os mesmos significaram em tempos idos para a economia da terra, quer porque para fins pedagógicos e de turismo se projecta a reconstituição do das Abertas.
Photobucket

Referindo entretanto que nos anos 60 do século passado mais de 11 mil moinhos tinham actividade comercial, deixemos um pouco da história dos moinhos e moleiros da nossa terra.
…………………………………………………………………………………………………………………………..


Diga-se antes de mais, que se tratava de uma actividade muito importante para a economia local, dado a agricultura ser a cultura predominante, e o pão ser na sua maioria cozido em casa.
Havia três modelos de moinhos —o “moinho de vento”,em que as “mós”eram movidas pelas “velas” que o vento fazia rodar;o “moinho de água” e a “ azenha”.O primeiro era movimentado por rodízios e o segundo por uma “roda” tipo alcatruzes.
Trigo, arroz, milho, cevada, aveia, tremoço bravo (para fazer estrume), tudo ali era moído.
Não se sentindo a falta de água em Montargil, especialmente nos anos 40/50/60 em zonas de cultura do arroz a mesma faltava por vezes ,“chupada”, absorvida pelas respectivas “searas”.

Entretanto, como funcionavam estas “moagens” de antigamente? Foi o senhor Artur do Moinho, que um dia me contou...

Dizia-me ele que o trabalho era de vinte e quatro horas por dia, pelo que à noite quando se deitavam---a mulher também lá trabalhava-- deixavam uma “muega” cheia de “pão” e tinham então um chocalho que quando o cereal se acabava caía para cima das pedras, fazendo um barulho que os acordava. Voltavam então a encher a “muega”.

Entretanto o pagamento do trabalho do moleiro era feito à “maquia”, primeiramente “à medida” mais tarde ao peso. Tinham eles a percentagem de 12%. Mas antes, e segundo nos disse o senhor João Maria Godinho a maquia a pagar era a diferença de medida entre a quantidade de grão entregue e de farinha feita.

Por vezes eram os clientes que iam ao moinho levar o pão (o cereal), as mulheres à cabeça e os homens às costas, mas de uma maneira geral eram os moleiros que iam de carroça buscar o pão e levar a farinha a casa dos fregueses. Por exemplo, o senhor Artur trabalhou com uma carroça (puxada por um burro) mas também com uma parelha (que como se sabe, puxava a um carro).


O aparecimento das moagens foi o fim dos moinhos. Mas ainda nessa altura (1995), creio que foi o ti Piança que mo disse, se justificava que pelo menos um moinho trabalhasse, dado que dava para uma família se governar e a farinha tinha outra qualidade. Para que o “pão” ficasse melhor, era preciso misturar os trigos, o trigo de barba preta (o trigo rijo) com o trigo mole, o que na moagem, que já existia, não se fazia.
Refira-se entretanto que moinhos a trabalhar ainda existiu uma “moagem” na Quinta.

Entretanto, alguns pormenores importantes para uma melhor compreensão do funcionamento dos moinhos.
Cada moinho tinha dois “casais”de pedras, um para o milho (de granito rijo) e outra para o trigo. Em ambos os casos, de vez em quando tinham que ser picadas nas lajes com um “picão”. Os outros cereais eram moídos nas pedras que fossem consideradas os mais apropriados para efeito.
Conta-me o Manuel Carlos que era na oficina do avô, nas oficinas da família ou nas antecedentes, que os “picões” eram feitos e aguçados, assim como outros serviços, caso do “empenar” a “roda” (usada na “azenha). Mas aqui não se entenda “empenar” como entortar mas como colocar “penas”.
Refira-se entretanto que o pagamento destes serviços era feito em farinha, trimestral semestral ou mesmo anualmente, conforme o combinado.


Foram muitos os moinhos que existiram em Montargil.Recuando no tempo, registamos a existência, claro que não em simultâneo, de três ” moinhos de vento”— Guarita, Biquinha, e no largo onde hoje existe o jardim; de uma “azenha” (Abertas de Baixo---Joaquim Fouto); e de treze “moinhos de água”— no Vale Carvalhoso (José Inácio, António Miguel, Francisco Godinho, Joaquim Manuelzinho e Júlio Branco), em Montalvo (Manuel “Piança”), no Montinho (António Pires Nunes), no Rasquete (António Vicente, Manuel Vicente, João Mendes Catarino) o “Moinho da Ribeira”( Luis Bento),o “Moinho do Mocho”no final do Vale de Margem e o do Porto Velho.
Os moinhos a que nunca faltava água eram os de “Montalvo”, da “Ribeira” e o do “Porto Velho” e que só as cheias do rio Sôr faziam parar.

Já em 1758, as Memórias Paroquiais referem que o rio Sor, entre o Tejo e o Guadiana é o mais caudaloso,” porque quanto conserva as suas águas com que continuamente moem os moinhos, e na força do Verão vão a ele, de muitas terras da província do Alentejo, moer o pão, pelos seus rios secarem nesse tempo e este conservar suas águas. Seis engenhos de moinhos moem continuamente.”

Li
no Mendes
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MensagemAssunto: DIA DOLIVRO   Dom Abr 15, 2012 6:09 pm


Dia do Livro e do Direito de AutorPhotobucket
22 de Abril
Nesta data instituída pela UNESCO,(1995) comemora-se o DIA MUNDIAL DO LIVRO, a fim de promover o mesmo, mas também o do DIREITO DE AUTOR um direito que é reconhecido pela Declaração Universal dos Direitos do Homem (artigo 27º) e pela Constituição da República Portuguesa (artigo 42º). O direito de autor funciona simultaneamente como garantia de defesa do património e dos valores culturais.
O dia mundial do livro e do direito de autor é celebrado a 23 de Abril em 100 países. A data foi instituída pela Conferência Geral da UNESCO para prestar tributo aos grandes autores da literatura mundial que nasceram ou morreram neste dia. É o caso de Cervantes, Shakespeare, Inca Garcilaso de la Vega e Vladimir Nabokov. A celebração procura também encorajar as pessoas, especialmente os mais jovens, “a descobrir o prazer da leitura e a respeitar a obra insubstituível daqueles que contribuíram para o progresso social e cultural da Humanidade” (UNESCO).
A ideia de celebrar este dia surgiu na Catalunha, onde é oferecida uma rosa a cada pessoa que compra um livro. Desde então o dia 23 de Abril tem sido comemorado de diversas formas um pouco por todo o mundo. Todos os anos o Comité da UNESCO nomeia a Capital Mundial do Livro.
(Com a devida vénia, adaptação de um texto
de Andreia Parente Carla Sousa--2004)

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Photobucket


O primeiro valor da leitura é o prazer que proporciona a quem a realiza. Só este objectivo bastaria para justificar plenamente a promoção de hábitos de leitura. Aqui o livro apresenta-se como um instrumento insubstituível para a formação do leitor, ao mesmo tempo que aumenta o seu gosto estético e desenvolve a sua capacidade literacia. O hábito de ler, na criança, estimula a imaginação, fomenta e educa a sensibilidade, cultiva a inteligência e dá-lhe instrumentos essenciais para toda a vida. Está provado que as crianças que crescem num ambiente que favoreça o acesso aos livros têm mais possibilidade de se tornarem leitores para toda a vida. Mas os livros, por si só, podem não ser suficientes. Não basta saber que eles estão aqui: é preciso encontrar a porta que lhes permita entrar no seu interior. Para isso temos a ajuda dos mediadores: educadores de infância, professores, mas também bibliotecários, animadores sócio-culturais, formadores, mediadores(DIRECÇÃO GERAL DO LIVRO E DAS .BIBLIOTECAS)
………………………………………………………………………………………………………………

Municipio de Ponte de Sor

Procuram-se Leitores
...Por Novos TrilhosPhotobucket

Criar novos caminhos descentralizando os espaços de leitura e levando os livros da Biblioteca Municipal para locais do quotidiano cuja informalidade facilitará a aproximação a todas as camadas da população, está na génese do projecto “ Procuram-se leitores…por novos trilhos”. A descentralização dos serviços da Biblioteca Municipal, constitui uma estratégia de captação de novos públicos, aproximando de uma forma imediata a população do livro e da leitura e por outro lado promove a divulgação dos serviços e atividades que o Centro de Artes e Cultura de Ponte de Sor desenvolve no âmbito da promoção da leitura e da cultura em geral.
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MensagemAssunto: DIA DA VOZ   Ter Abr 17, 2012 3:22 pm


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Tudo começa no Brasil em 1999 com o objectivo de “atender e orientar a população sobre a importância dos cuidados com a saúde vocal” E em 2003 a campanha ganhou reconhecimento internacional e o dia 16 de Abril entrou para o calendário como o Dia Mundial da Voz, com a adesão de países como Portugal, Espanha, Bélgica, Suíça, Itália, Argentina, Chile, Venezuela, Panamá e Estados Unidos( Fonte:BIBLIOTECA ESCOLAR)

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. O ponto principal para quem canta ou quem fala é a comunicação. A mensagem a ser transmitida deve ser recebida e entendida pelo ouvinte. Para tanto, é preciso se conhecer mais a respeito do aparelho responsável pela comunicação: o corpo.
Quem canta também precisa comunicar-se de forma falada durante as apresentações, e por isso, o cantor não deve ignorar os cuidados com a voz falada.
É importante saber que todos têm a capacidade de comunicação, desde que queiram dedicar-se e tentar sempre o aprimoramento de seus conhecimentos. Todos estão sujeitos à falha e à imperfeição, porém cabe a cada um procurar desenvolver seu dom, conhecer suas limitações e capacidades.
Para se comunicar não basta apenas falar, ou simplesmente cantar. Comunicar-se é colocar sentimento na mensagem, não apenas com a voz, mas com o corpo em geral. O corpo funciona de modo conjunto, não podendo ser fraccionado de modo a serem usados apenas alguns órgãos que produzem som.
O comunicador deve ser consciente dos aspectos que envolvem o seu trabalho, como a voz, postura, respiração, e tudo o mais que pode interferir no seu objectivo central: levar adiante a mensagem de vida e salvação(Portal de São Francisco)


-----------------------------------------------------------Os especialistas em cuidar da voz recomendam que não se deve: gritar, cochichar, pigarrear ou tossir à toa, forçar a voz, principalmente quando gripado, fumar, consumir álcool em excesso, praticar exercícios físicos falando, falar em demasia ( em ambiente de fumantes, em ambientes barulhentos ou abertos, em período pré-menstrual e após ingerir grandes quantidades de aspirinas, calmantes ou diuréticos).
Assim, para preservar a boa voz deve-se evitar os alimentos derivados do leite e achocolatados antes do uso intenso da voz, os alimentos que causem azia e má-digestão e os ambientes com muita poeira, mofo e cheiros fortes.
Cuidados que ajudam a preservar a voz: articular bem as palavras, falar pausadamente, descansar a voz (fazer momentos de repouso vocal), ingerir muito líquido em temperatura ambiente (1 a 2 litros/dia), cuidar da saúde geral (sono, alimentação, actividades anti-stress).
Dicas do Comitê de Voz da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia para Pais e Professores
Fonte: Sóleis



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Seria bom que todos nos começássemos a preocupar com a voz.
Para além da qualidade de vida, aqueles que apresentamos espectáculos, que cantamos, que fazemos teatro para mais não citar,poderemos estragar uma representação.
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MensagemAssunto: escutismo   Ter Abr 17, 2012 4:22 pm



Dia Mundial do EscutismoPhotobucket

Segundo a WIKIPÉDIA ,Escotismo ou escutismo , fundado por Lord Robert Stephenson Smyth Baden-Powell, em 1907, é um movimento mundial, educacional, voluntariado, apartidário, sem fins lucrativos. A sua proposta é o desenvolvimento do jovem, por meio de um sistema de valores que prioriza a honra, baseado na Promessa e na Lei escoteira, e através da prática do trabalho em equipe e da vida ao ar livre, fazer com que o jovem assuma seu próprio crescimento, tornar-se um exemplo de fraternidade, lealdade, altruísmo, responsabilidade, respeito e disciplina.



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Promessa Original
(Versão traduzida escrita por Lord Baden-Powell, em inglês).
"Pela minha honra, eu prometo que farei o meu melhor para cumprir meu dever para com Deus e o Rei, ajudar os outros em todas as ocasiões e obedecer à Lei Escoteira."



A Honra, para Escoteiros, é ser digno de confiança.
"A Honra para um Escoteiro é ser digno de toda confiança. Como um Escoteiro, nenhuma tentação, por maior que seja, e embora seja secreta, irá persuadi-lo a praticar uma ação desonesta ou escusa, mesmo muito pequena. Você não voltará atrás a uma promessa, uma vez feita. A palavra de um Escoteiro equivale a um contrato. Para um Escoteiro, a verdade, e nada mais que a verdade." Baden-Powell


Escuteiro ou Escoteiro?

Nota linguística: As ortografias alternativas escotismo e escutismo constituem assunto conflituoso entre os linguistas lusófonos.
No Brasil, prefere-se geralmente escotismo, sendo escutismo bastante raro ou muito raramente escoterismo.
Em Portugal, "escotismo" aparece ligado à Associação de Escoteiros de Portugal (desde 1913), enquanto que escutismo aparece ligado ao Corpo Nacional de Escutas (desde 1923), sendo que o CNE é bastante maior, em número de membros, que a AEP.
Em Portugal a palavra escotismo surge por vezes com uns sentidos diferentes, associados ao filósofo Duns Escoto.


Apenas algumas pequenas notas para assinalar o DIA MUNDIAL DO ESCUTISMO comemorado a 23 de Abril .Entretanto ,existiu em Montargil um excelente Grupo de Escutismo pelo que há gente mais abalizada do que eu para desenvolver o tema.
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MensagemAssunto: DIA DA TERRA   Qua Abr 18, 2012 9:16 pm

Tendo por finalidade criar uma consciência comum aos problemas da contaminação,

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conservação da biodiversidade e outras preocupações ambientais para proteger a Terra, este DIA foi criado pelo senador americano Gaylord Nelson, no dia 22 de Abril de 1970.É incontornável a sua importância, que aliás se filia em sinais preocupantes que nas últimas décadas vinham sendo visíveis.
É urgente uma “Educação para o Ambiente”, para que as bases compreendam a relevância do problema e porque não se compreende que hoje e por exemplo, junto a um Café e existindo um recipiente para o lixo logo ali na parede, o chão esteja pejado de pontas de cigarro. Mas esta luta é contra colossos que de uma maneira geral colocam o capital acima da qualidade de vida das pessoas.
Foi nos anos 50 que os cientistas começaram a notar os sinais de perigo, a verificar “como a industrialização impectava o ecossistema da Terra”, e em 1970 vem a preocupação “com o crescimento populacional, a fome em massa, a poluição do ar e da água.”E é então que nasce o “movimento verde” para apoiar um ambiente mais limpo e saudável.
Afinal “O que nós estávamos a tentar fazer, afirma Denis Hayes, coordenador nacional do Dia da Terra era criar uma consciência pública totalmente nova que causasse a mudança das regras do jogo.




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Uma certa cronologia de acontecimentos:

22 de Abril de 1970
Manifestação em que participaram duas mil universidades, dez mil escolas primárias e secundárias e centenas de comunidades.


Em 1972 celebrou-se a primeira conferência internacional sobre o meio ambiente: aConferência de Estocolmo, cujo objetivo foi sensibilizar os líderes mundiais sobre a magnitude dos problemas ambientais e que se instituíssem as políticas necessárias para erradicá-los.
O Dia da Terra é uma festa que pertence ao povo e não está regulada por somente uma entidade ou organismo, tampouco está relacionado com reivindicações políticas, nacionais, religiosas ou ideológicas.
O Dia da Terra refere-se à tomada de consciência dos recursos na naturais da Terra e seu manejo, à educação ambiental e à participação como cidadãos ambientalmente conscientes e responsáveis.
No Dia da Terra todos estamos convidados a participar em atividades que promovam a saúde do nosso planeta, tanto a nível global como regional e local.

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"A Terra é nossa casa e a casa de todos os seres vivos. A Terra mesma está viva. Somos partes de um universo em evolução. Somos membros de uma comunidade de vida independente com uma magnífica diversidade de formas de vida e culturas. Sentimo-nos humildes ante a beleza da Terra e compartilhamos uma reverência pela vida e as fontes do nosso ser..."
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Surgindo como um movimento universitário, o Dia da Terra transformou-se num importante acontecimento educativo e informativo. Os grupos ecologistas utilizam-no como ocasião para avaliar os problemas do meio ambiente do planeta: a contaminação do ar, água e solos, a destruição de ecossistemas, centenas de milhares de plantas e espécies animais dizimadas, e o esgotamento de recursos não renováveis. Utiliza-se este dia também para insistir em soluções que permitam eliminar os efeitos negativos das actividades humanas. Estas soluções incluem a reciclagem de materiais manufacturados, preservação de recursos naturais como o petróleo e a energia, a proibição de utilizar produtos químicos danosos, o fim da destruição de habitats fundamentais como as florestas tropicais e a protecção de espécies ameaçadas. Por esta razão é o Dia da Terra.



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Este dia não é reconhecido pela ONU e também não é um feriado em nenhum país da Terra.

(Adaptação. Fonte: WIKIPÉDIA )
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MensagemAssunto: DEIA MUNDIAL DO BEIJO   Sab Abr 21, 2012 2:39 pm

Não sei o que levou a que fosse instituído um Dia dedicado ao BEIJO, mas conhecer a sua história através dos tempos não deixa de ser um interessante exercício cultural de sociologia.

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Dizem que existem milhões de formas de beijos e lugares onde os mesmos podem ser dados. Dizem também que Beijo, respiração boca à boca ou contacto dos lábios com alguma coisa, é a mais popular forma de demonstração pública de afecto mas igualmente de transmissão de doenças infecto-contagiosas como o nosso famoso "sapinho".
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Os historiadores não sabem muito sobre o aparecimento do BEIJO e não há datas coincidentes. Por exemplo, textos escritos na Índia 1 500 a.C. falam no beijar, o que porém significa que não acontecesse antes; há quem refira 500 a.C; havendo ainda quem diga que as mais antigas referências ao beijo ,inscritas nas paredes do templo de Khajuraho, na Índia ,remontam a 2 500 a.C.
Na Antiguidade, as pessoas costumavam mandar beijos para os deuses, e também era comum, para gregos e romanos, o beijo entre os guerreiros, na volta das batalhas. Era uma espécie de reconhecimento. Aliás, os gregos adoravam beijar.
Mas foram os romanos que difundiram o costume. Os imperadores permitiam que os nobres mais influentes beijassem seus lábios e os menos importantes, as mãos. Os súditos podiam beijar somente os pés. Eles tinham três tipos de beijos: o basium, entre conhecidos; o osculum, entre amigos; e o suavium, o beijo dos amantes.
Na Escócia, era costume o padre beijar os lábios da noiva no final da cerimônia. Acreditava-se que a felicidade conjugal dependia dessa benção. Na festa, a noiva deveria beijar todos os homens na boca, em troca de dinheiro. Na Rússia, uma das mais altas formas de reconhecimento oficial era receber o beijo do czar.



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Entretanto, conta uma lenda que o beijo surgiu na Grécia antiga há milhares de anos luz. Até então, antes do beijo ser beijo porque o beijo não existia, as saudações e demonstrações de afecto eram feitas através de pisões de pé, o que funcionava da seguinte maneira:
Você encontra um amigo e pisa no seu pé, você está louco por uma mulher e dá milhões de pisadas no seu pé por dia. Dá pra imaginar que essa prática não era muito bem aceita e necessitava de um aprimoramento.
Terá sido então Aristóteles, famoso pensador da época, que decidiu pensar numa maneira menos dolorosa de saudação. Aconteceu então, que observando os animais bebendo água no rio, percebeu que quando seus lábios tocavam o rio, eles tinham uma sensação de prazer, e assim Aristóteles decidiu que daí por diante ao invés de pisões de pé, se saudaria com toques de lábios… no pé.
Este hábito trouxe no entanto à população muitos problemas de coluna, pelo que através dos tempos e de outros pensadores o beijo foi subindo sendo melhorado até chegar na boca, onde encontrou o lugar ideal sua evolução

Muito há para dizer, quer sobre o que se presume ou aconteceu mesmo,mas apenas apresentaremos algumas notas:

Até à época do Império romano pouco se sabe sobre os beijos no mundo ocidental-Sabe-se no entanto que os romanos costumavam usar o beijo para cumprimentar amigos e familiares. Os cidadãos beijavam a mão do Imperador e, naturalmente, as pessoas beijavam seus parceiros.
Os romanos tinham três categorias para o beijo:

•osculum era um beijo na bochechaPhotobucket
•basium era um beijo nos lábios
•savolium era um beijo profundo
Beijando debaixo do azevinho
Hoje em dia, algumas pessoas passam no período de festas debaixo de um azevinho na esperança de beijar alguém que passe por ele. Mas até 1400, beijar sob um azevinho significava compromisso entre o casal.
Aliás,algumas tradições que ainda hoje perduram relacionadas com os beijos foram os Por exemplo, na Roma antiga os casais ficavam noivos beijando-se apaixonadamente na frente de um grupo de pessoas. Essa é, provavelmente, uma das razões pelas quais os casais modernos se beijam ao final de cerimónias de casamento.
Além disso, embora a maioria das pessoas pense que somente cartas de amor são "seladas com um beijo", os beijos foram utilizados para selar contratos jurídicos e comerciais.Aliás, o beijo também fazia parte das campanhas políticas . No entanto, vários escândalos de "beijos por votos" na Inglaterra do século XVIII levaram, teoricamente, os candidatos a beijar somente jovens e idosos.
O beijo no final de casamentos provavelmente teve sua origem nas tradições da Roma antiga
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Refira-se que o beijo também teve sua função nos primórdios da Igreja Cristã. Os cristãos com frequência se cumprimentavam com um osculum pacis, ou beijo sagrado. De acordo com essa tradição, o beijo sagrado causava uma transferência de espírito entre as duas pessoas que se beijavam. A maioria dos pesquisadores acredita que o objectivo desse beijo era estabelecer vínculos familiares entre os membros da igreja e fortalecer a comunidade.
Até 1528, o beijo sagrado era parte da missa católica. No século XIII, a Igreja Católica substituiu-o por um cumprimento de paz. A Reforma Protestante no século XVI removeu totalmente o beijo da prática protestante. Na verdade, o beijo sagrado não exercia uma função na prática católica religiosa moderna, embora alguns cristãos beijem símbolos religiosos, como o anel do Papa, por exemplo.
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Embora, actualmente, poucos religiosos incorporem o beijo sagrado, o beijo ainda prevalece na cultura ocidental. Hoje em dia, as pessoas beijam-se em várias situações por motivos diversos.
Mas nem todos os beijos são felizes. Obras da literatura como "Romeu e Julieta" descreveram beijos como "perigosos" ou "mortais" quando compartilhados com as pessoas erradas. Alguns estudiosos do folclore e críticos literários vêem o vampirismo como um símbolo dos perigos físicos e emocionais decorrentes de se beijar a pessoa errada.
Actualmente, a maioria das culturas em todo o mundo pratica o beijo, mas possui diferentes opiniões sobre quando e onde o beijo é apropriado. Nos anos 90, vários artigos na média relatavam uma tendência entre os jovens de beijar em público no
O beijo de Judas
Um dos beijos mais famosos do mundo ocidental foi o beijo de Judas Iscariotes usado para trair Jesus antes da crucificação. Esse beijo teve forte influência sobre as práticas espirituais cristãs. Grupos da igreja logo omitiram o beijo sagrado, ou se abstiveram por completo de beijar na Quinta-Feira Santa. A Quinta-Feira Santa é a quinta antes da Páscoa e o dia utilizado para comemorar a Última Ceia, após a qual Judas traiu Jesus nos Jardins do Getsêmani
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O BEIJO DE JUDAS(Quadro de GIOTTO)
(Adaptação. Fontes;.Você Sabia?”/SpineR/HonStuHworkes)
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MensagemAssunto: DIA NACIONAL EDUCAÇÃO DOS SURDOS   Qui Abr 26, 2012 12:43 am

História dos surdos
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É na época do povo Hebreu, na Lei Hebraica, que pela primeira vez aparecem referências aos SURDOS cuja história regista os grandes acontecimentos como grupo que possui uma língua, uma identidade e uma cultura .Refira-se no entanto que para “afirmação” desses valores( identidade/língua/cultura) muito tiveram que lutar.E se por exemplo no Egipto eram adorados, como se fossem deuses, servindo de mediadores entre os deuses e os Faraós, sendo temidos e respeitados pela população. noutros lados já assim não era/não tinha sido..
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Por exemplo,na Antigüidade os chineses lançavam-nos ao mar, os gauleses sacrificavam-nos aos deuses Teutates, em Esparta eram lançados do alto dos rochedos. Na Grécia, eram encarados como seres incompetentes.
Aristóteles,[3] ensinava que os que nasciam surdos, por não possuírem linguagem, não eram capazes de raciocinar. Essa crença, comum na época, fazia com que, na Grécia, os Surdos não recebessem educação secular, não tivessem direitos, fossem marginalizados (juntamente com os deficientes mentais e os doentes) e que muitas vezes fossem condenados à morte. No entanto, em 360 a.C.,Sócrates, declarou que era aceitável que os Surdos comunicassem com as mãos e o corpo., mas já Séneca Séneca afirmou:
Matam-se cães quando estão com raiva; exterminam-se touros bravios; cortam-se as cabeças das ovelhas enfermas para que as demais não sejam contaminadas; matamos os fetos e os recém-nascidos monstruosos; se nascerem defeituosos e monstruosos, afogamo-los, não devido ao ódio, mas à razão, para distinguirmos as coisas inúteis das saudáveis. [4]


— '
Os Romanos, influenciados pelo povo grego, tinham ideias semelhantes acerca dos Surdos, vendo-o como ser imperfeito, sem direito a pertencer à sociedade, de acordo com Lucrécio e Plínio. Era comum lançarem as crianças surdas (especialmente as pobres) ao rio Tibre, para serem cuidados pelas Ninfas. O imperador Justiniano, em 529 a.C., criou uma lei que impossibilitava os Surdos de celebrar contratos, elaborar testamentos e até de possuir propriedades ou reclamar heranças (com excepção dos Surdos que falavam).
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Em Constantinopla( hoje Istambul), as regras para os Surdos eram basicamente as mesmas. No entanto, lá os Surdos realizavam algumas tarefas, tais como o serviço de corte, como pajens das mulheres, ou como bobos, de entretenimento do sultão. Mais tarde, Santo Agostinho defenderia a ideia de que os pais de filhos Surdos estavam a pagar por algum pecado que haviam cometido. Acreditava que os Surdos podiam comunicar por meio de gestos, que, em equivalência à fala, eram aceites quanto à salvação da alma.
Por sua vez e até à Idade Média os cristãos, criam que os Surdos, diferentemente dos ouvintes, não possuíam uma alma imortal, uma vez que eram incapazes de proferir os sacramentos.
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Entretanto, decorre o ano 700 d.C. quando John Beverley, ensinou , pela primeira vez,um Surdo a falar,). Foi por essa razão, considerado por muitos como o primeiro educador de Surdos.
É só aqui, no fim da Idade Média e inicio do Renascimento, que saímos da perspectiva religiosa para a perspectiva da razão, em que a deficiência passa a ser analisada sob a óptica médica e científica.Sendo já na Idade Moderna que pela primeira vez se distinguiu, surdez de mudez. A expressão surdo-mudo, deixou de ser a designação de surdo.
(Voltaremos certamente ao assunto)
Fonte:WIKIPÉDIA
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MensagemAssunto: PREVENÇÃO E SEGURANÇA NO TRABALHO   Sab Abr 28, 2012 12:26 am

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“Apostar na prevenção é garantir um futuro para trabalhadores e empresas.”


A preocupação com a “ segurança no trabalho” leva-nos ao Egipto, onde o papiro Anastacius V fala da preservação e da saúde do trabalhador e descreve as condições de trabalho de um pedreiro. Também no Egipto, no ano 2360 a.C., uma insurreição geral dos trabalhadores, que deflagrou nas minas de cobre, mostrou ao faraó a necessidade de melhorar as condições de vida dos escravos. Por sua vez, foi o Império Romano que aprofundou o estudo da protecção médico-legal dos trabalhadores e elaborou leis para sua garantia
Plínio e Rotário foram pioneiros ao estabelecer medidas de prevenção de acidentes ,recomendando o uso de máscaras para evitar que os trabalhadores respirassem poeiras metálicas.

Entretanto, data da Idade Média o uso de medidas de higiene no trabalho, não sendo de ignorar que o levantamento das doenças profissionais, uma iniciativa das”associações de trabalhadores medievais”,tiveram, no Renascimento, profunda influência no campo da segurança no trabalho.

Entretanto, em 1779 a Academia de Medicina da França fazia publicar um trabalho sobre as causas e prevenção de acidentes, enquanto na Itália(Milão),e visando o bem-estar dos trabalhadores era fundada a primeira sociedade filantrópica.
A revolução industrial criou a necessidade de preservar o potencial humano como forma de garantir a produção ,o que determina a sistematização dos procedimentos preventivos, o que se verifica primeiro nos Estados Unidos, no início do século XX. Na África, Ásia, Austrália e América Latina os comités de segurança e higiene nasceram logo após a fundação da Organização Internacional do Trabalho (OIT), em 1919.


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A O I T nasce como resultado das reflexões éticas e económicas em relação ao custo humano da revolução industrial.,e baseia-se nos seguintes argumentos:


 humanitários: condições injustas, difíceis e degradantes de muitos trabalhadores,
 políticos: risco de conflitos sociais ameaçando a paz, e
 económicos: países que não adoptassem condições humanas de trabalho seriam um obstáculo para a obtenção de melhores condições em outros países.
A OIT baseia-se no princípio de que a paz universal e permanente só pode basear-se na justiça social. Fonte de importantes conquistas sociais que caracterizam a sociedade industrial, a OIT é a estrutura internacional que torna possível abordar estas .

2 0 1 2
A campanha de 2012 tem como tema central “A importância da segurança e saúde no trabalho, num contexto de crise económica: contributo para a qualificação dos trabalhadores e a competitividade das empresas”.

É fundamental a qualificação dos trabalhadores (incluindo os conhecimentos em matéria de segurança e saúde no trabalho), não só como forma de combate ao desemprego, mas também como forma de impulsionar a competitividade das empresas no mercado.


NOTA:
Em 2011 aconteceram 161 acidentes mortais no trabalhoPhotobucket

(Adaptação:Fonte: A C T /CIFA/Enciclopédia Britânica)
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MensagemAssunto: DIA MUNDIAL DO RISO   Seg Abr 30, 2012 11:57 pm

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Em Renata Victor Online ficamos a saber que a ciência já reconhece a risoterapia. Isso mesmo! E que o ditado popular “Rir é o melhor remédio” faz sentido e já foi comprovado cientificamente que o sorriso ajuda na recuperação de doenças, inclusive doenças graves como o cancro. Existe até o Movimento Mundial do Riso, que foi fundado em 1995, que conta neste momento com cerca de DOIS MIL E QUINHENTOS clubes da risada espalhados por todos os continentes. Aliás, Hipócrates,considerado o pai da medicina, no século IV a.C. já utilizava animações e brincadeiras na cura de pacientes.

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Mas qual a origem do DIA MUNDIAL DO RISO?

Tudo começou em 1995, quando o médico indiano Madan Kataria resolveu fundar o primeiro clube da risada, como método terapêutico alternativo para seus pacientes. De lá para cá existem mais de 800 clubes do gênero espalhados pelo mundo. Há 3 anos, o Dia do Riso foi institucionalizado em todo o mundo. Somente na Alemanha existem 25 clubes da risada, que reúnem pessoas dispostas a darem boas gargalhadas.
Fonte:
E em Portugal como é?

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O yoga do Riso chegou a Portugal das mãos de Ana Banana. Ela é palhaço e durante toda a vida se dedicou a fazer rir aos outros. Um dia resolveu que ela também precisava de rir e através de uma amiga descobriu que existia um método inovador que consistia em rir sem motivo e foi tirar o curso de professora de lideres de riso com o Dr. Madan Kataria(fundador dos clubes do riso no mundo) na Suíça.

Quando voltou a Portugal a vida e a realidade de Ana Banana tinha mudado e com isto a nossa realidade nunca mais seria a mesma, agora todos podíamos descobrir o nosso riso interior simplesmente rindo por nada, pelo prazer de rir, e obter inúmeros benefícios a todos os níveis.

Pouco a pouco ela foi formando lideres de riso e da minha parte tive muita sorte de ser uma das suas grandes amigas já que isso me permitiu ter aceso ao método logo de inicio e assim sendo alinhei a realizar uma formação e a tornar-me líder de riso mudando inclusive a minha profissão que até essa altura tinha sido restaurar antiguidades.....que salto quântico que a minha vida teve :-)

Nunca mais parou, agora somos 11 professores de lideres de riso em todo o pais e 80 lideres de riso.

Se querem aprofundar mais neste método revolucionário façam uma formação connosco ou então comprem o livro que se chama "Ria Agora
Fonte: ESCOLA DO RISOPhotobucket
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MensagemAssunto: 1º de maio   Ter Maio 01, 2012 1:32 am

Paz e TrabalhoPhotobucket
“Trabalhador tanto é o que maneja o martelo como o que usa a caneta”



A exploração do homem pelo homem é uma constante da Humanidade, remonta à noite dos tempos e não foi debelada até hoje, pelo que se o 1º de Maio nos leva a Chicago de 1886 e aos trágicos acontecimentos ali ocorridos, constitui ainda uma luta para maior dignidade de quem trabalha.
Não vamos aqui fazer a história desses tempos de repressão e de sofrimento, mas teremos que lembrar o Papa Leão XIII que na encíclica “Rerum Novarum” refere o “terrível conflito” que se estava a gerar “entre o mundo do capital e o do trabalho” atirando o trabalhador para uma situação” de miséria imerecida”.E “tornar a vida mais humana” é o que o Papa João Paulo II proclama na Carta Encíclica”Laborem Exercens”
Data proibida pelo Estado Novo, pena que depois se partidarizasse (por culpa de todos!),ficando-nos no entanto a imagem de unidade que foi o 1º de Maio de 1975.
Entretanto, e a quem ainda não o fez ,recomendo que leiam algumas obras dos nossos escritores neo-realistas da época, entrem um pouco na vida de “ratinhos”,”gaibéus”, “caramelos” e outros.
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MensagemAssunto: DIA DA MÃE   Qua Maio 02, 2012 5:56 pm

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Dia da MãePhotobucket

Nunca tão importante foi um Dia da Mãe, desde que o mesmo enraíze em muitos filhos a convicção que o desprezo que na sua última etapa da vida estão infringindo a quem tudo por eles fez, tem o reverso quando amanhã no seu lugar estiverem eles.”Atirados” para um Lar não mais lhe ligando, atirados para hospitais quando deles se querem livrar, são alguns dos comportamentos que se julgavam impossíveis e que nem os irracionais têm. No entanto há quem pense e recorde a Mãe com amor e carinho…
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Lembras-te mãe,
Quando ainda ríamos juntas sem receios?
Lembras-te Mãe,
Quando me davas conselhos e eu, na inconsciência da juventude, não os ouvia?
Lembras-te Mãe,
Quando a mágoa nos apertava o coração, mas a esperança era mais forte?
A esperança acabou, tombaste e eu também…
O Salvador nasceu e cresceu
E hoje sou eu quem sente o peso e ser Mãe…
Gostava de poder ser uma Mãe como tu.
Mãe... querida mãezinha,
quem me dera voltar a ser pequenina
Para voltar a ver-te sorrir sem tristeza
Para te ouvir outra vez chamar pelos nossos nomes
Para sentir outra vez as tuas festas no meu cabelo
Mantém-te a meu lado...
Promete-me mãe...continuar a sorrir.
Lembra-te Mãe,
Que te amo muito.

(Bolota)

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Entretanto…
Quando se fala hoje no DIA DA MÃE temos que dividir a sua História em duas fases:

1)-“As mais antigas celebrações do Dia da Mãe remontam às primaveris da Grécia Antiga, em honra de Rhea, mulher de Cronos e Mãe dos Deuses. Em Roma, as festas comemorativas do Dia da Mãe eram dedicadas a Cybele, a Mãe dos Deuses romanos, e as cerimónias em sua homenagem começaram por volta de 250 anos antes do nascimento de Cristo”
Eram comemorações com base na Mitologia.
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2)- Entretanto em 1904 Anna Jarvis a quem a mãe tinha morrido, sugere na Igreja de Grafton a criação de um Dia dedicado a todas as mães, dado o papel fundamental que as mesmas exerciam na sociedade três anos depois ,a 10 de Maio de 1907 Anna veria o seu desejo concretizado, com uma Missa realizada na já referida igreja,para onde enviou 500 cravos brancos que todos deveriam usar e simbolizavam as virtudes da maternidade.
Em anos posteriores os cravos continuaram a marcar o seu simbolismo, mas agora com os cravos encarnados para as mães ainda vivas e os brancos para as já desaparecidas.


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............................................................................Esta comemoração, com o chamado”Domingo da Mãe”, popularizou-se em Inglaterra, no século XVII nos dias que antecediam o Domingo de Páscoa. Neste período, e segundo o D.Sul “os servos que trabalhavam longe de casa e que viviam com os patrões, tinham um dia de folga e eram encorajados a regressar a casa e passar esse dia com a sua mãe”..................................
Até alguns anos atrás, esta efeméride foi celebrada em Portugal no dia 8 de Dezembro sendo actualmente no 1º domingo de Maio.


Última edição por lino mendes em Sab Maio 05, 2012 2:26 pm, editado 2 vez(es)
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MensagemAssunto: ASCENÇÃO   Qua Maio 02, 2012 6:14 pm

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“QUINTA-FEIRA DA ASCENÇÃO”
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É uma “data” que ainda se festeja em várias terras do País, e ontem em Lisboa, os “ raminhos de esperança”, assim lhe chamavam, eram vendidos a um euro e meio.”Trata-se de um ritual pagão e religioso, que tem como objectivo benzer os primeiros frutos primaveris e levar para casa um ramo florido que simboliza a fartura e a harmonia para a família”(DN)

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Em tempos idos, também por aqui a “Quinta-feira da Ascensão” era tempo de festa com piqueniques e bailaricos ,sendo o Pinhal das Lourenças um dos lugares de que me falam. E, claro .na parte da tarde toda a minha gente ia apanhar a espiga. Hoje, alguém se lamentava, é que tudo acabou…


Este dia de quinta-feira ,corresponde ao da Ascensão de Cristo aos Céus quarenta dias após a ressurreição, por isso o dito popular de que “ da Páscoa à Ascensão quarenta dias vão”.Não se sabe no entanto, quando a mesma passou a coincidir com o “dia da espiga”,determinando que ao factor litúrgico se aliasse a componente pagã. Litúrgico ,porque então e nesse dia, nos templos católicos e do meio dia à uma se celebrava a reza da hora; pagã, por toda uma série de actividades ligadas ao campo e ao camponês para quem ,segundo Mircea Eliade(antropólogo e historiador) a terra era entendida como a Grande Mãe.


Há hábitos que se vêm perdendo com o decorrer dos tempos e funcionavam mesmo com um sentido apelativo à protecção, como colocar ramos de oliveira por cima das portas e das janelas para dar sorte para combater as trovoadas .Hábitos que hoje seria interessante recordar e manter como tradição, acredite-se ou não, por exemplo, que” quem tem trigo da Ascensão todo o ano terá pão”.

“Tradicionalmente ,no Alentejo deve-se colher o Ramo da Espiga do meio-dia à uma hora da tarde e consta que o ramo seja constituído por cinco folhas de oliveira ,cinco espigas de trigo e o maior número possível de flores amarelas e brancas. Por vezes, e segundo as devoções de cada um ,esta “apanha” era acompanhada pelo rezar de cinco Pai-Nossos, cinco Avé Marias e cinco Glórias”Sendo “ que o número e a espécie de elementos constituintes do Ramo varia de terra para terra ,de grupo para grupo, de família para família”.(Rui Arimateia—Diário do Sul-7/5/97).


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Em MONTARGIL , e tanto quanto sabemos ,para dar sorte ,para não se acabar o dinheiro ,era feito um ramo com três ou cinco espigas de centeio ,trigo e cevada ,um raminho de oliveira e flor do campo(papoila e malmequer),que depois se guardava em casa ,pendurado até ao ano seguinte.
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MensagemAssunto: LIBERDADE DE IMPRENSA   Qua Maio 02, 2012 6:28 pm

Dia Mundial
da Liberdade de Imprensa

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O Dia Mundial da Liberdade de Imprensa constitui a ocasião para relembrar ao mundo quão importante é proteger o direito fundamental da pessoa humana que é a liberdade de expressão, direito este inscrito no artigo 19º da Declaração Universal dos Direitos Humanos. (UNESCO)
Liberdade de imprensa é um dos princípios pelos quais um Estado democrático assegura a liberdade de expressão aos seus cidadãos e respectivas associações, principalmente no que diz respeito a quaisquer publicações que estes possam pôr a circular.

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Geralmente, refere-se a material escrito mas, segundo alguns autores, o termo "imprensa" pode, por vezes, alargar-se a outros meios de comunicação social. De qualquer forma, a liberdade de imprensa corresponde a uma garantia menos geral que a "liberdade de expressão", que se aplica a todas as formas de comunicação (por exemplo, nas artes).
Cada governo tem competências para legislar em relação a esta matéria de forma a classificar os assuntos que devem ser do conhecimento público ou não, de acordo com os interesses governamentais (mesmo em sociedades democráticas, existe o segredo de Estado, por exemplo).(Da Internet)
Estes dois “recortes” são claramente elucidativos da razão de ser deste DIA cujo tema este ano é a “liberdade de informação”.

Lino Mendes
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MensagemAssunto: DIA DA FAMILIA   Dom Maio 06, 2012 12:41 am

É, sem dúvida, um tema importante o da FAMÍLIA, pois não se ignora como a



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mesma é parte importante nos caboucos de uma Nação, e esta efemérida aparece com o objectivo” de chamar a atenção da população mundial sobre a importância da família como estrutura erguida em bases sólidas de união, respeito, compreensão e solidariedade dentro do núcleo familiar” (BigMae.com).E na verdade hoje, muito em nome da evolução porque os tempos são outros o conceito que se tem da mesma é bem diferente, como se a modernidade tivesse que ser sinónimo do desbaratar de valores relevantes.

Mas este é um tema a merecer um debate profundo, e a que voltaremos se houver quem o queira debater. HOJE, e para assinalar esta “data”(15 de Maio)proclamada pela ONU em 1993,
começaremos a falar sobre “A Família no tempo”.

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A família na Antiguidade Clássica/Como eram as relações da Grécia e Roma antigas

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Grécia
A formação de uma família entre os gregos não começava sempre da mesma forma, havia variações de acordo com a origem das pessoas. Entre os camponeses, por exemplo, era comum que os jovens se conhecessem na lavoura e que, a partir dos contactos estabelecidos no trabalho, viessem a namorar e depois se casar. No caso das moças ricas, provenientes das linhagens nobres, os casamentos eram arranjados de acordo com conveniências.
Isso significava que os pais das jovens procuravam casamentos em que famílias de uma mesma origem social e padrão económico pudessem unir suas fortunas através do matrimónio de seus filhos. Eram feitas oferendas aos deuses (especialmente a Artêmis, a protectora das mulheres) e oferecido um dote ao noivo e a seus familiares. Esse presente de casamento dado pelo pai da noiva consistia em terras, bens de alto valor e, até mesmo, dinheiro.
O dia em que o casamento se consolidava marcava a mudança da noiva para seu novo lar, a casa da família de seu marido. Somente no dia seguinte ao casamento é que os parentes e amigos próximos iriam dar presentes em uma visita ao lar do
As funções das mulheres gregas estabeleciam que elas deveriam se doar ao máximo a seus maridos e filhos e, dessa forma, abdicar quase que totalmente de seus interesses e vontades. Cuidar do lar, monitorar o crescimento de seus filhos e devotar integral fidelidade ao marido passava a ser a vida de qualquer mulher grega, exceto daquelas que viviam em Esparta.
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A cidade de Esparta era aquela que proporcionava as mulheres a maior autonomia entre todas as polis estabelecidas na Grécia Antiga. Isso acontecia em virtude da própria orientação política adotada naquela localidade, onde a hostilidade entre cidadãos e não-cidadãos e a presença maciça de escravos criava a necessidade de manter os cidadãos em constante alerta contra revoltas internas. Como o grupo de espartanos era menor que o de não-cidadãos (escravos e estrangeiros), as crianças e mulheres eram preparados para colaborar em caso de conflitos ocorridos na cidade.

A necessidade de contar com o apoio das mulheres fazia com que os homens espartanos dessem a elas treinamento militar, participação em atividades políticas e maior liberdade para participar das atividades do quotidiano da pólis (inclusive dos desportos)

As mulheres que viviam em outras cidades gregas, especialmente em Atenas (cidade-estado a respeito da qual existem mais informações e documentos disponíveis para pesquisa), tinham funções claramente domésticas, conforme havíamos dito. Eram responsabilidades dessas esposas, além da criação de seus filhos, que cuidassem da casa com o auxílio dos criados (para isso tinham que averiguar o serviço doméstico e orientar os empregados quanto a forma como esse trabalho deveria ser feito), a confecção de tecidos para a criação de peças de vestuário que seriam utilizadas pelos seus próprios familiares, a produção de tapetes e cobertas e a manutenção e embelezamento da casa.
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No caso das famílias humildes, a diferença consistia na inexistência de criados para a execução dos serviços domésticos, o que acarretava a necessidade de que esses trabalhos fossem realizados pela própria esposa, inclusive cozinhar, lavar e limpar a casa.
Era comum que as famílias se reunissem para realizar suas orações, no entanto, a posição dos demais membros da família em relação ao pai era de total subserviência. Todos lhe deviam respeito e total obediência, considerava-se que as mulheres e os filhos estavam sob a guarda legal do chefe de família e, de certa forma, a vida das mulheres grega se alterava apenas no que se refere ao homem que comandava suas acções, o seu pai na infância e o seu marido na idade adulta.
A situação de homens e mulheres na Grécia Antiga começava a se diferenciar quando ainda eram crianças. O primeiro e mais significativo indício dessas vidas diversas quanto ao futuro era a própria educação que a eles era ministrada. Os meninos gregos tinham tutores e participavam de actividades desportivas. Manter o corpo e a mente sadios era dever dos pais no que se refere aos filhos do sexo masculino (entre os membros das camadas mais importantes das cidades-estado daquela época).
Investia-se na aprendizagem da leitura, escrita, oratória, poesia e matemática para que os meninos pudessem se tornar os líderes que iriam manter as cidades no amanhã. A rigidez nos estudos era grande, por isso mesmo era dada aos tutores a possibilidade de aplicar castigos físicos aos meninos e rapazes que não se aplicassem nos estudos. Enquanto isso, as meninas eram educadas em casa, pelas mães, sempre tendo como objectivo de aprendizagem os afazeres domésticos e femininos consagrados pelo hábito na sociedade grega, ou sejam: fiar, tecer, ler, escrever, contar, o cancioneiro e as histórias populares e também os trabalhos domésticos.

Roma
Como herdeiros de parte da tradição grega, os romanos também definiram sua estrutura familiar com base no paternalismo. Esposa, filhos e escravos estavam todos aos seus auspícios. Era comum entre os romanos que irmãos se mantivessem vivendo debaixo de um mesmo teto ou numa mesma propriedade até a morte de seu pai e que, em virtude disso, as famílias de irmãos se considerassem todas como parte de uma única e grandiosa unidade familiar.

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Além de abrigar durante um bom tempo os seus próprios filhos, era usual que influentes homens da sociedade romana mantivessem famílias humildes sob a sua protecção, agindo dessa forma como patronos. Isso garantia a esses poderosos senhores vantagens como votos em eleições, trabalhadores e, até mesmo, amantes e filhos fora de seus casamentos.
A existência de famílias numerosas era estimulada na Roma Antiga. Nem sempre isso se concretizava devido às condições precárias em que a maternidade ocorria, normalmente no âmbito doméstico, o que acarretava a morte prematura das mães e também das crianças. Uma outra acção corriqueira por parte das famílias tradicionais e plebeias no Império Romano era o sacrifício ou o abandono de crianças recém-nascidas que tivessem deficiências.
A perfeita saúde física e mental era considerada como atributo indispensável para que a criança pudesse em sua vida futura seguir os passos do pai, no caso dos meninos, ou conseguir um bom casamento, no das meninas.
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O casamento para as moças também representava, como nas cidades gregas, a passagem de suas vidas do controle paterno para o do marido. As mulheres romanas também tinham como centro da sua actuação o âmbito doméstico, onde tinham que rezar conjuntamente com os maridos e filhos, orientar a limpeza da casa, coordenar a preparação das refeições e, depois de tudo isso, com o auxílio das criadas, se preparar para recepcionar o marido, cansado de mais um árduo dia de trabalho e afazeres na rua. Por esse motivo as mulheres romanas passavam por um pequeno tratamento de beleza diário que incluía penteados, maquiagem e a escolha de belos trajes para o final do dia em companhia do marido.
Os homens das famílias nobres tinham um dia de agenda cheia de compromissos de trabalho. Era comum que tivessem atribuições políticas ou militares quando moravam nas grandes cidades como Roma. Por esse motivo tinham que preparar documentos, discursos e participar de conversas com funcionários ou com membros das corporações nas quais actuavam.
Os plebeus tinham um quotidiano bastante duro, tendo que acordar cedo e se alimentar de forma espartana antes de assumir suas funções no campo como agricultores, no comércio ou na prestação de pequenos serviços em áreas urbanas e trabalhar até o final do dia, quando retornavam para suas casas, exauridos pela longa jornada e pelo trabalho pesado.
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Educação era privilegio de poucas crianças romanas. Apenas os meninos de famílias abastadas tinham esse privilégio. Ensinava-se o latim e o grego, cálculos, literatura e retórica. As meninas tinham que aprender os deveres domésticos com suas mães. As pessoas provenientes de famílias humildes raramente eram alfabetizadas.
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MensagemAssunto: PRODUÇÃO NACIONAL   Seg Maio 07, 2012 1:24 am

Façamos do "Dia da Produção Nacional", o dia 26 de Abril, um símbolo do saber fazer português. Miguel Freitas

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Após aprovação na Assembleia da República, e com o objectivo de sensibilizar os portugueses a consumir produtos de origem nacional a fim de os valorizar e desenvolver a economia de Portugal, em 2011 foi instituído o DIA DA PRODUÇÃO NACIONAL..

Ideia e projecto de grande relevância, mas que canais vão ser usados, em que vectores assenta a ideia?
m Portugal mais risonho
26 de Abril - Dia Nacional da Produção Nacional
Reinventar um Portugal mais risonho passa por co-criarmos um Portugal mais sustentável, quer ambientalmente, quer social e economicamente.

Uma das melhores formas de fazer isso écomprar produtos locais e nacionais:
- poluem muito menos por o seu caminho até ao consumidor ser mais curto e não necessitam de conservantes pela mesma razão, estando mais frescos e sendo mais saudáveis (especialmente se forem biológicos);
- promovem a manutenção de postos de trabalho e desenvolvimento de pequenas e médias empresas locais e nacionais;
- ajudam a manter vivas as tradições e saberes milenares, importante património cultural português;
- incentivam o desenvolvimento das zonas rurais, minimizando a desertificação e suas consequências.

(Fonte: diversas Internet)
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MensagemAssunto: cultura/desenvolvimento/diversidade   Seg Maio 07, 2012 8:15 pm

Dia Mundial para o Desenvolvimento Cultural
Dia Mundial da Diversidade Cultural para o Diálogo
21 de Maio
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Uma data e duas efemérides, que acabam por se congregar.
Cultura o que é,/
como se processa o seu desenvolvimento/.
A importância do diálogo entre as diversas culturas.






São inúmeros os conceitos que existem de/ou sobre CULTURA.
Alguns exemplos:
“. Genericamente a cultura é todo aquele complexo que inclui o conhecimento, a arte, as crenças, a lei, a moral, os costumes e todos os hábitos e aptidões adquiridos pelo homem não somente em família, como também por fazer parte de uma sociedade como membro dela que é.”. “. Cultura na antropologia é compreendida como a totalidade dos padrões aprendidos e desenvolvidos pelo ser humano “Cultura também é definida em ciências sociais como um conjunto de ideias, comportamentos, símbolos e práticas sociais, aprendidos de geração em geração através da vida em sociedade. Seria a herança social da humanidade ou ainda de forma específica, uma determinada variante da herança social.”( in Significado de Cultura)
“Cultura é um processo em permanente evolução, diverso e rico. É o desenvolvimento de um grupo social, uma nação, uma comunidade; fruto do esforço colectivo pelo aprimoramento de valores espirituais e materiais. É o conjunto de fenómenos materiais e ideológicos que caracterizam um grupo étnico ou uma nação (língua, costumes, rituais, culinária, vestuário, religião, etc. ), estando em permanente processo de mudança.(Sónia Jobim-2006)”
Permitam-me entretanto que vos deixe o meu conceito: Cultura é a maneira de estar de um povo, de uma comunidade, num espaço temporal que vai das tradições às novas tecnologias,

E agora Desenvolvimento Cultural, o que é?


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Creio que o poderemos entender como o aumento de nível de saberes e conhecimentos das populações, promovido de forma sustentável, o que exige o conhecer as mesmas, as suas carências e potencialidades, as suas aspirações.
Por exemplo, um festival de folclore que seja aplaudido por uma imensa multidão, é reflexo da existência de um povo culto? Se aplaude apenas porque gosta do que vê, a resposta será um não, mas tudo é diferente se souber o significado daqueles trajos, daquelas cantigas e daquelas danças. Digamos que um espectáculo que vise o desenvolvimento cultural, deve ser sempre pedagogia.

Ora, tivemos já o conceito de Cultura e do seu Desenvolvimento, resta-mos para hoje, um outro factor muito importante, o da
Diversidade Cultural para o Diálogo.
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Quando a UNESCO instituiu este Dia Mundial, não pensou certamente por exemplo num “festival de folclore”cuja riqueza assenta na “diversidade cultural”, mas antes naqueles que emigrando foram encontrar novas formas de viver, inclusivamente diferentes religiões. E é aqui que o maior problemas acontecem ,pois nem todos sabem respeitar as diferenças.
Voltando ao folclore como exemplo é fundamental que o mesmo seja uma referência no tempo, sem prescindir dos avanços que a ciência nos vem trazendo. No aspecto religioso, por exemplo ,há que respeitar as ideias de cada um, sendo de combater os que se consideram detentores da verdade absoluta, e a todo o custo tentam converter os outros à sua própria fé.
Segundo ainda a UNESCO, a sua Declaração Universal foi aprovada em 2001 por 185 Estados-Membros e representa “o primeiro instrumento de “definição” de padrão internacional destinado a “preservar” e promover a diversidade cultural e o diálogo intercultural”

Ora, “a diversidade cultural é tema central da UNESCO desde o seu início há 60 anos. São vários os instrumentos normativos que, desde 1950, se relacionam com o tema da diversidade cultural, embora só em 2001 o conceito tenha sido explicitado com a adopção da Declaração Universal sobre a Diversidade Cultural, onde é caracterizada como património comum da humanidade, garante do pluralismo cultural e factor de desenvolvimento das sociedades.

A Convenção sobre a Protecção e a Promoção da Diversidade das Expressões Culturais, adoptada a 18 de Outubro de 2005, reforçou a ideia anteriormente manifestada de que a diversidade cultural constitui uma herança comum da humanidade e que a sua salvaguarda deve constituir um imperativo ético, inseparável do respeito pela dignidade humana. Esta Convenção apoia o desenvolvimento de políticas de protecção e promoção de actividades culturais, bem como manifestações artísticas locais.

O tema da diversidade cultural é transversal às actividades na UNESCO nos vários sectores, adquirindo especial ênfase no sector na cultura, como por exemplo nas áreas do património (mundial, tangível, intangível), artesanato, industrias culturais, línguas e direitos de autor, desenvolvimento sustentável e diálogo intercultural.”UNESCO)
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MensagemAssunto: HIGIENE DAS MÃOS   Ter Maio 08, 2012 12:44 am

05 de Maio –
Dia Mundial da Higienização das Mãos

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Uma melhor qualidade de vida passa também pela higiene do corpo, e de uma maneira muito especial pelas “mãos” já que transmissoras de vírus .Devemos por isso lavar as mãos sempre que necessário, em especial antes de sairmos da “casa de banho” e antes e depois de comermos.

Entretanto a OMS lança campanha que de uma maneira especial se dirige aos serviços hospitalares.



Em todo o mundo, serão promovidas actividades para consciencializar os profissionais de saúde, o governo e os administradores hospitalares sobre a importância da higienização das mãos. O hábito previne e reduz infecções, promovendo a segurança de pacientes, profissionais e demais usuários dos serviços de saúde.
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E finalizamos este registo da efeméride ,deixando um pequeno extracto de um texto de



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O QUE É HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS?
É a medida individual mais simples e menos dispendiosa para prevenir a propagação das infecções relacionadas à assistência à saúde. Recentemente, o termo “lavagem das mãos” foi substituído por “higienização das mãos” devido à maior abrangência deste procedimento. O termo engloba a higienização simples, a higienização anti-séptica, a fricção anti-séptica e a anti-sepsia cirúrgica das mãos.
POR QUE FAZER?
As mãos constituem a principal via de transmissão de microrganismos durante a assistência prestada aos pacientes, pois a pele é um possível reservatório de diversos microrganismos, que se podem transferir de uma superfície para outra, por meio de contacto directo (pele com pele), ou indirecto, através do contacto com objectos e superfícies contaminados
NOTA:
O Dia Mundial de Higiene das Mãos, com o tema"Salve Vidas: Higienize as Mãos", foi instituído em 5 de Maio de 2007 pela Organização Mundial da Saúde (OMS)
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MensagemAssunto: DIA DO ENFERMEIRO   Sex Maio 11, 2012 6:56 pm

A medicina é uma das muitas áreas do conhecimento ligada à manutenção e Photobucketrestauração da saúde, estendendo a sua acção num sentido amplo, com a prevenção e cura das doenças humanas e animais num contexto médico .Entretanto e Segundo a Dra. Wanda de Aguiar Horta, enfermagem é “a ciência e a arte de assistir ao ser. “Assistir, em enfermagem, é fazer enfermagem, é fazer pelo ser humano tudo aquilo que ele não pode fazer por si mesmo; ajudá-lo ou auxiliá-lo quando parcialmente impossibilitado de se auto cuidar, supervisioná-lo.
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Mas vamos lá conhecer um pouco a sua história.Photobucket

“Desde os tempos do Velho Testamento, a profissão de enfermeiro já era reconhecida por aqueles que cuidavam e protegiam pessoas doentes, em especial idosos e deficientes, pois nessa época, tais atitudes garantiam ao homem a manutenção da sua sobrevivência.Nessa época e durante muitos séculos, a enfermagem estava associada ao trabalho feminino, caracterizado pela prática de cuidar de grupos nómadas primitivos.Com o passar dos tempos, as práticas de saúde evoluíram e, entre os séculos V e VIII, a Enfermagem surge como uma prática leiga, desenvolvida por religiosos como se fosse mais um sacerdócio. Sendo assim, tornou-se uma prática indigna e sem atractivos para as mulheres da época, pois consideravam o trabalho como um serviço doméstico, o que atestava queda dos padrões morais que sustentavam, até então, o trabalho da enfermagem.
Mesmo com essa crise da profissão, a evolução do trabalho associado ao reconhecimento da prática, em meados do século XVI, a Enfermagem já começa a ser vista como uma actividade profissional institucionalizada e, no século XIX, vista como Enfermagem moderna na Inglaterra”(Fonte: Velhos Amigos)

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Entretanto e tendo www.saudebh.com como fonte, vamos aqui deixar as quatro fases da ENFERMAGEM, registo um tanto extenso mas necessário.
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1. Período antes de Cristo
O tratamento do enfermo depende estritamente do conceito de saúde e de doença. Nesta época, os povos primitivos entendiam a doença como um castigo dado pelos deuses, ou então como causada pelos efeitos de um poder diabólico, exercido sobre os homens.
Os povos recorriam a seus sacerdotes ou feiticeiros, acumulando estes as funções de médico, farmacêutico e enfermeiro.
O tratamento se limitava a aplacar as divindades e afastar os maus espíritos.
Os documentos daquela época nos forneceram ideia do tratamento dispensado então aos doentes. Os mais antigos foram encontrados no Egipto, do ano 4688 A.C- ao ano 1552 da mesma era. Alguns destes documentos relatam prescrições e fórmulas médicas seguidas de fórmulas religiosas, que o doente devia pronunciar, enquanto ingeria o medicamento. Por outro lado, quem preparava a droga, devia fazê-lo ao mesmo tempo que dizia uma oração a lsis e a Hórus, princípio de todo bem.
Esses documentos não mencionam nada sobre os hospitais e enfermeiros, somente sobre a medicina, que era entrelaçada com crenças religiosas, embora com desenvolvimento científico bem significativo para a época. Reconheciam o coração como centro da circulação, embora desconhecessem como esta se processava, e a respiração como um ato de vital importância. Possuíam, junto aos templos, ambulatórios para que os futuros sacerdotes médicos pudessem praticar.
Na índia, os documentos do século VI A.C. nos forneceram dados a respeito da enfermagem, medicina e existência de hospitais. Os hindus exigiam que os enfermeiros tivessem: asseio, habilidade, inteligência, conhecimento de arte
culinária e de preparo dos remédios. Moralmente, deveriam ser: puros, dedicados e cooperadores.
A Grécia marcou esta época, pelo desenvolvimento e domínio da filosofia, das ciências, letras e artes e, principalmente, no campo da medicina. Foi ali que a medicina iniciou suas bases científicas, graças a Hipócrates, que recebeu a denominação de "O Pai da Medicina".


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2. Período da unidade cristã
O cristianismo, indirectamente, provocou uma transformação na organização política e social, através da reforma dos indivíduos e da família. Surgiu, nesta época, um grande espírito de humanidade, e muitos cristãos, levados a procurar uma vida mais santa e caridosa, se reuniam em pequenas comunidades, que se dedicavam à assistência dos pobres, velhos, enfermos e necessitados, em casas particulares ou hospitais, chamadas Diaconias.
Após o Edito de Milão (335), pelo qual Constantino dava aos cristãos a liberdade de culto, muitos romanos transformaram seus palácios em Casas de Caridade e inúmeros hospitais cristãos foram abertos. Foi uma época áurea para os hospitais. Acrescendo a isto, destacou-se a atuação das grandes Abadessas na melhoria da assistência aos enfermos e elevação do nível da enfermagem. Entre elas, ressaltamos o valor de Santa Hildegarda (século Xl), proveniente de família nobre e que tornou-se uma das mais célebres Abadessas, pelos seus grandes conhecimentos de Ciências Naturais, Enfermagem e Medicina. Escreveu sobre doenças do pulmão, verminose, icterícia. Dava grande importância à água em seus tratamentos e recomendava às enfermeiras que proporcionassem freqüentes banhos aos seus pacientes.
Neste período surgiram organizações, sob a forma religiosa-militar, com a finalidade de libertar o túmulo de Cristo do domínio muçulmano (Cruzadas) e proteger os peregrinos que se dirigiam a Jerusalém (Cavaleiros de Lázaro, Cavaleiros de São João de Jerusalém e Cavaleiros Teutónicos).
Essas organizações religiosas-militares prestavam cuidados de "enfermagem" aos doentes e aos feridos.
O espírito de humanidade dominante naquela época muito contribuiu para que os enfermos recebessem um bom padrão de assistência, embora muito pouco tenha sido relatado especificamente sobre a enfermagem.


3. Período de decadência da Enfermagem
A baixa do espírito cristão repercutiu directamente na enfermagem, tanto na quantidade como na qualidade das pessoas que se dedicavam ao serviço dos enfermos. Os donativos e a generosidade iam cada vez mais diminuindo, os hospitais entrando em sérias dificuldades de funcionamento por falta de recursos humanos e materiais. Aos poucos, a decadência se agravava, ocasionando o fechamento de muitos hospitais. Outro factor que colaborou nessa crise dos hospitais foi a Reforma religiosa provocada por Lutero, Henrique Vlll e Calvino, que expulsou dos hospitais as religiosas que assistiam os doentes, especialmente na Inglaterra.
Os cuidados prestados aos enfermos passaram a ser dados por pessoas de baixo nível social e qualificação pessoal. Esta actividade passa a ser um trabalho árduo e de baixa remuneração; não havendo mais, ou muito pouco, o sentido cristão que regeu, por longa época, a razão de assistir os necessitados. O desenvolvimento científico da enfermagem naquela época foi muito pequeno, não conseguindo acompanhar o avanço que a medicina tinha conseguido alcançar.
Mas, no século Xvll, surgiu São Vicente de Paulo, que fundou o Instituto das Filhas de Caridade, que se dedicaram aos enfermos, o que reergueu novamente a enfermagem e lhe deu o título de "Precursor da enfermagem moderna".
No século XIX, surgiu Florence Nightingale, reformando totalmente a enfermagem e iniciando uma outra fase para a profissão.

……………………………………………………………………………………………………………..
4. Período do Sistema Nightingale
(Sistema Moderno de Enfermagem)



Florence Nightingale nasceu em Florença, em 1820, proveniente de família rica. Dotada de uma cultura muito acima do comum entre as moças daquela época, demonstrou, desde muito cedo, uma tendência para tratar dos enfermos, encontrando no início oposição da família, por ser essa actividade, naquele tempo, exercida por pessoas, de um modo geral, de nível educacional e padrão moral baixos.
Mas Florence, dotada de decidida vocação e marcante personalidade, não desistiu diante do obstáculo que se lhe opunha. Aos 31 anos conseguiu autorização para fazer estágio num hospital mantido por entidade protestante.
Recebeu aí, as primeiras orientações sobre os cuidados com os enfermos que não corresponderam ao que esperava. Sentiu então a necessidade de um ensino de enfermagem fundamentado em bases científico e metódico.
Em 9 de Julho de 1860, fundou em Londres, Inglaterra, a primeira escola de enfermagem, funcionando junto ao Hospital St. Thomas. Estabeleceu que:
A direcção da escola deveria ser exercida por uma enfermeira, e não por médico, o que era comum nos poucos cursos dados nos hospitais.
O ensino deveria ser metódico, e não apenas ocasional, através da prática.
A selecção das candidatas deveria ser feita sob o ponto de vista físico, moral, intelectual e de aptidão profissional.
Várias líderes surgiram dessa escola e introduziram o sistema Nightingale em diversos países, através da fundação de novas escolas.
Os cursos passaram a ser procurados por moças educadas e cultas; a enfermagem passava a ser uma profissão honrosa e melhor aceita na sociedade.


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Refira-se agora que o DIA MUNDIAL DO ENFERMEIRO é comemorado a 12 de Maio



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)em homenagem aFlorence Nightingale, um marco da enfermagem que ficou conhecida como A Dama da Lâmpada, por percorrer os leitos de soldados durante a noite em tempos de guerra. Ela foi a fundadora da Primeira Escola de Enfermagem da Inglaterra, fundada no Hospital Saint Thomas, em 1859ce Nightingale,(nascida nesse mesmo dia mas em 1820) marco da enfermagem que ficou conhecida como A Dama da Lâmpada, por percorrer os leitos de soldados durante a noite em tempos de guerra. Ela foi a fundadora da Primeira Escola de Enfermagem da Inglaterra, fundada no Hospital Saint Thomas, em 1859Photobucket
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MensagemAssunto: DIA DA EUROPA   Sex Maio 11, 2012 8:51 pm

Dia da Europa: 9 de Maio
As ideias que estão na base da União Europeia foram formuladas, pela primeira vez, em 9 de Maio de 1950 pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros francês Robert Schuman. Esse dia é comemorado todos os anos como um momento fundamental para a criação da UE.
No dia 9 de Maio, o Dia da Europa, comemora-se o aniversário da «declaração Schuman». Discursando em Paris em 1950, Robert Schuman, Ministro dos Negócios Estrangeiros francês, propôs uma nova forma de cooperação política para a Europa, que tornaria impensável uma nova guerra entre os países da Europa.
A sua visão passava pela criação de uma instituição europeia supranacional encarregada de gerir a produção em comum de carvão e aço. Um ano mais tarde, era assinado um tratado que criava uma entidade com essas funções que entrou em vigor em Julho de 1952.
Considera-se o que é hoje a União Europeia teve início com a proposta de Schuman.
Numa cimeira europeia que teve lugar em Milão, em 1985, foi decidido comemorar o «Dia da Europa» a 9 de Maio.
O Dia da Europa é uma oportunidade para organizar festividades e eventos destinados a aproximar as instituições europeias do público e os povos europeus entre si.

De grande relevância o projecto de aproximação, para o que no entanto têm que ser dadas as respectivas ferramentas.
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MensagemAssunto: DIA DA EUROPA   Sex Maio 11, 2012 8:52 pm

Dia da Europa: 9 de MaioPhotobucket
As ideias que estão na base da União Europeia foram formuladas, pela primeira vez, em 9 de Maio de 1950 pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros francês Robert Schuman. Esse dia é comemorado todos os anos como um momento fundamental para a criação da UE.
No dia 9 de Maio, o Dia da Europa, comemora-se o aniversário da «declaração Schuman». Discursando em Paris em 1950, Robert Schuman, Ministro dos Negócios Estrangeiros francês, propôs uma nova forma de cooperação política para a Europa, que tornaria impensável uma nova guerra entre os países da Europa.
A sua visão passava pela criação de uma instituição europeia supranacional encarregada de gerir a produção em comum de carvão e aço. Um ano mais tarde, era assinado um tratado que criava uma entidade com essas funções que entrou em vigor em Julho de 1952.
Considera-se o que é hoje a União Europeia teve início com a proposta de Schuman.
Numa cimeira europeia que teve lugar em Milão, em 1985, foi decidido comemorar o «Dia da Europa» a 9 de Maio.
O Dia da Europa é uma oportunidade para organizar festividades e eventos destinados a aproximar as instituições europeias do público e os povos europeus entre si.

De grande relevância o projecto de aproximação, para o que no entanto têm que ser dadas as respectivas ferramentas.
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MensagemAssunto: DIA DOS MUSEUS   Sex Maio 11, 2012 9:14 pm

Um museu é, na definição do International Council of Museums (ICOM, 2001), "uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público e que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e deleite da sociedade".
Os museus tiveram origem no hábito humano do coleccionismo, que nasceu junto com a própria humanidade. Desde a Antiguidade remota o homem, por infinitas razões, colecciona objetos e lhes atribui valor, seja afetivo, cultural ou simplesmente material, o que justifica a necessidade de sua preservação ao longo do tempo. Milhares de anos atrás já se faziam registros sobre instituições vagamente semelhantes ao museu moderno funcionando. Entretanto, somente no século XVII se consolidou o museu mais ou menos como atualmente o conhecemos. Depois de outras mudanças e aperfeiçoamentos, hoje os museus, que já abarcam um vasto espectro de campos de interesse, se dirigem para uma crescente profissionalização e qualificação de suas atividades, e se caracterizam pela multiplicidade de tarefas e capacidades que lhes atribuem os museólogos e pensadores, deixando de ser passivos acúmulos de objetos para assumirem um papel importante na interpretação da cultura e naeducação do homem, no fortalecimento da cidadania e do respeito à diversidade cultural, e no incremento da qualidade de vida. Porém, muitos dos conceitos fundamentais que norteiam os museus contemporâneos ainda estão em debate e precisam de clarificação.

Depois desta explicação, quero dizer que ao falar em MUSEU HOJE, de modo algum nos queremos cingir exclusivamente ao edifício de quatro paredes e um tecto que guarda objectos antigos.
Um “grupo de folclore” pode ser entendido como um Museu; assim como um “roteiro de “antas”; o mesmo no que respeita *a demonstração de “quadros tradicionais”.
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MensagemAssunto: DIA DOS MUSEUS   Sex Maio 11, 2012 9:14 pm

Um museu é, na definição do International Council of Museums (ICOM, 2001),

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"uma instituição permanente, sem fins lucrativos, a serviço da sociedade e do seu desenvolvimento, aberta ao público e que adquire, conserva, investiga, difunde e expõe os testemunhos materiais do homem e de seu entorno, para educação e deleite da sociedade".
Os museus tiveram origem no hábito humano do coleccionismo, que nasceu junto com a própria humanidade. Desde a Antiguidade remota o homem, por infinitas razões, colecciona objetos e lhes atribui valor, seja afetivo, cultural ou simplesmente material, o que justifica a necessidade de sua preservação ao longo do tempo. Milhares de anos atrás já se faziam registros sobre instituições vagamente semelhantes ao museu moderno funcionando. Entretanto, somente no século XVII se consolidou o museu mais ou menos como atualmente o conhecemos. Depois de outras mudanças e aperfeiçoamentos, hoje os museus, que já abarcam um vasto espectro de campos de interesse, se dirigem para uma crescente profissionalização e qualificação de suas atividades, e se caracterizam pela multiplicidade de tarefas e capacidades que lhes atribuem os museólogos e pensadores, deixando de ser passivos acúmulos de objetos para assumirem um papel importante na interpretação da cultura e naeducação do homem, no fortalecimento da cidadania e do respeito à diversidade cultural, e no incremento da qualidade de vida. Porém, muitos dos conceitos fundamentais que norteiam os museus contemporâneos ainda estão em debate e precisam de clarificação.

Depois desta explicação, quero dizer que ao falar em MUSEU HOJE, de modo algum nos queremos cingir exclusivamente ao edifício de quatro paredes e um tecto que guarda objectos antigos.Photobucket
Um “grupo de folclore” pode ser entendido como um Museu; assim como um “roteiro de “antas”; o mesmo no que respeita *a demonstração de “quadros tradicionais”.
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