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 PÁGINAS DE VIDA

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linomendes



Número de Mensagens : 328
Data de inscrição : 16/06/2010

MensagemAssunto: PÁGINAS DE VIDA   Sex Set 23, 2011 9:24 pm



Páginas
de
Vida


ESCREVER é um exercício que para mim se tornou vício, sendo um prazer o transmitir “ideias e acontecimentos”.Curiosamente nunca escrevi para a gaveta, pois que muito cedo o saudoso Amigo Tonaz Ribas me ensinou que as ideias que se escondem na gaveta não têm valor universal. E o curioso é que o gozo não é especialmente quando vejo publicados os meus textos, em jornais de diversos países do mundo ( mas em português)mas quando os estou elaborando.
Uma curta qapresentação de Tomaz Ribas: foi e é uma referência no campo da Cultura em Portugal, em especial nos campos do Bailado e do Folclore. Era um grande amigo do Grupo de Promoção, foi um grande mentor dos nossos Grupos de Realejos e de Concertinas, cujos ensaios filmou para projectar na Universidade em que leccionava; e que tive o prazer de receber na minha casa.
Nunca assinei um trabalho sob pseudónimo, dei sempre a cara—o que teve os seus custos para mim e famíliaSeguindo os princípios de António Sérgio, habituei-me a debater/combater os factos no total respeito pelas pessoas, embora eu próprio não perceba bem como isso é possível no total. Criei inimigos. Recebi ameaças. Porque publicamente defendi o respeito pelos acessos à Barragem, há quem me considere”o homem de que menos gosta em Montargil” e quem me tenha vindo questionar”se sou dono de algum daqueles terrenos para estar tão preocupado”.Se tiver mais uns anitos de vida, espero que, sim, publicarei o livro”Histórias(que eram) proibidas”.)
Mas voltemo-nos para os países da Lusofonia com os quais estou tentando dar corpo a alguns projectos (que faço questão o sejam no âmbito do Grupo de Promoção. E se aqui os refiro é como CONVITE a todos os que quiserem participar no projecto.
A ligação de Portugal às diversas Comunidades terá que assentar sempre na IDENTIDADE que nos une, a qual assenta necessariamente em dois pilares LÍNGUA e a TRADIÇÃO. Quanto à primeira estou a ver o que se consegue com a “Porto Editora”; no que respeita à segunda estou enviando artigos, teóricos, sobre “Cultura da Tradição”,sendo que a Editora Chiado escolheu os primeiros 12 para o livro “Cadernos de Etnografia e Folclore”Não aceitei no entanto a proposta já que,pese embora terem “gostado muito do que leram” os escritores não conhecidos como é o meu caso terão que garantir a venda de um determinado número de volumes. Não quero ganhar um tostão mas não me meto em aventuras.
Trata-se, digamos, de um projecto que está a dar uns pequenos passos.
Entretanto, um acaso leva-me ao Pavilhão Literário e Cultural Singrando Horizontes sedeado no Brasil, no qual estou divulgando a “literatura popular portuguesa”, e assim conheço José Feldman (Prof.Doutor) e membro da Academia de Letras do Brasil, que me ajuda a lançar CARAVELAS DE CULTURA um “Espaço de Lusofonia”no”montargil.forum-livre.com” que pretende juntar trabalhos e referências a escritores e obras dos países de Língua Portuguesa. UM AGRADECIMENTO AOS QUE QUISEREM TAMBÉM TRABALHAR NESTE PROJECTO.
Entretanto, quando em 2004 estive em Toronto com o RF, contactei muito com o jornal SOL PORTUGUÊS,que nos acompanhava até nos “ensaios” que chegaram a ser considerados “ um espectáculo dentro de outro espectáculo”.Quando regressámos deixei a promessa que iria colaborar com o jornal e com o compromisso de que não escreveria em mais jornal nenhum do Canadá, e assim tem sido---“Cultura da Tradição”, Notícias de Montargil e “Brisas da Lusitânia”têm sido os temas principais.
Não esperava no entanto, com toda a sinceridade, que agora me viessem a atribuir o “Prémio Excelência”em jornalismo, que naturalmente recebi com muito agrado.

Lino Mendes
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linomendes



Número de Mensagens : 328
Data de inscrição : 16/06/2010

MensagemAssunto: Modernidade   Seg Out 10, 2011 5:19 pm


Penso eu…

Podem defender comportamentos em nome de uma modernidade que nem sempre significa evolução para melhor, mas não podem ignorar que as estruturas de um País serão sempre o reflexo do funcionamento da Família. Sempre assim foi (vejam a História), é assim agora, e sempre assim será. Que a Família, não se limita a um conjunto de pessoas vivendo sob o mesmo tecto, pois tem as suas regras, os seus valores. Que naturalmente evoluem com o tempo, mas não devem ignorar os valores fundamentais.
Estou entre os que consideram que o casamento deve entender-se como uma decisão para toda a vida, pois que a separação origina as suas sequelas em especial para os filhos, se os houver. Mas claro que a separação é um acto natural quando a “união”não é pacífica. Mas também quero dizer que só condeno o viver “em união de facto”,por razões e benefícios sociais. E não condeno porque entendo que cada um tem o direito de escolher a maneira de viver,
Ora, tudo isto vem a propósito de uma notícia que nos chega do México, onde face ao elevado numero de divórcios, se prepara uma lei em que o mesmo seja renovado ao fim de dois anos. É, em meu entender, mais um exemplo da perda de valores.
Ora, como tudo o que significa História da Vida, o “casamento” evoluiu em função dos tempos e das culturas(tudo evolui, tudo se transforma).Hoje tudo está diferente do meu tempo. Mas o facto de há décadas conviver muito com jovens, leva-me a compreendê-los embora nem sempre concorde.
Por exemplo, e havendo diversas opiniões mesmo entre os jovens, como se entende hoje o namoro, os caminhos do matrimónio, o sexo? Será o corpo algo que continua a significar intimidade, ou até ao casamento pode ser encarado como fonte de prazeres, que se toma aos golos como se uma chávena de café fosse?
Tenho naturalmente as minhas ideias, mas não me vou pronunciar, até porque não quero coarctar a liberdade de outrem, que é muito sua, enquanto não beliscar o viver racionalmente em sociedade.
Agora, e ainda voltando à Família, é importante que os Filhos sejam educados no sentido de respeitar os pais, que não são seus donos como alguns afirmam, mas são responsáveis pela sua educação. Eles têm o direito de saber para onde vão e por onde andem, de aconselhá-los quando disso for caso. No entanto e infelizmente muitos ainda pensam que os pais só servem para lhes dar comer, vestir, e o dinheiro de que vão precisando.

Lin
o Mendes
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