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     Campanhas de Natal… caridade ou publicidade?

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    AutorMensagem
    Luís Manso



    Número de Mensagens : 435
    Idade : 55
    Localização : Montargil
    Data de inscrição : 22/07/2008

    MensagemAssunto: Campanhas de Natal… caridade ou publicidade?   Sex Dez 17, 2010 1:10 am

    Campanhas de Natal… caridade ou publicidade?
    Quarta-feira, 15 Dezembro, 2010 in França, Um lagarteiro em Paris | Tags: campanhas, natal, paulo adão | by jclages

    As campanhas de Natal das grandes empresas são campanhas de solidariedade ou de publicidade? No final a nossa adesão a estas campanha de caridade apenas serve para ajudar as grandes empresas na fuga aos impostos e ajudá-las no aumento de lucros.

    Há dias, chegou-me uma mensagem de movimento contra as campanhas de caridade organizadas pelas grandes marcas de hipermercados, canais de televisão e outras grandes empresas, o que me leva a escrever esta crónica, pois há muito tempo que critico e rejeito todas essas falsidades.
    Nesta época do ano, é suficiente acender a televisão, abrir um jornal ou lançar alguns sites da Internet, para ser «bombardeado» com estas campanhas de solidariedade, organizadas pelos grandes centros comerciais, com apoio dos canais televisivos, apresentadores de televisão e outras «fracas» personalidades. Na compra de este ou aquele produto, uma parte da receita será dirigida para uma instituição social. Algumas das mascotes destas campanhas tornam-se mesmo marcas criando parcerias com outras empresas nos mais diversos ramos de actividade, são livros, telemóveis, CDs, etc. Os investimentos em marketing e publicidade nestas campanhas são enormes.
    Mas será que estas empresas, são mesmo tão solidárias e estão realmente preocupadas com a pobreza em Portugal, fazendo todos estes investimentos em prole da solidariedade? Ou haverá outros interesses por detrás dessas campanhas?
    E no final, quem é que é solidário? São apenas os grandes hipermercados e canais televisivos, ou somos todos nós? Afinal, se não houvesse compradores essas campanhas não tinham razão de ser e não existiriam. Mas vejamos bem: aderimos a uma dessas campanhas e compramos algo (que nem precisamos) por dois euros. Desses dois euros, um vai para uma instiuição. E o outro €uro, vai para onde?
    Se calhar para pagar prémios e ordenados a quem ganha 15 ou 20 mil €uros por mês, como apresentadores de televisão ou outros, para pagar campanhas publicitárias e marketing, a «grandes empresas» que todos os dias nos levam os pequenos ordenados nas compras que fazemos.
    E continuando. Quando uma empresa ou individuo dá algo para uma instituição ou associação sem fins lucrativos, uma parte desses dons são dedutíveis das respectivas declarações de impostos. Este é mesmo um dos slogans das associações para tentarem obter maiores dons e ofertas. Agora nestas campanhas, são angariados alguns milhões de euros. A parte que essas empresas oferecem a esta ou aquela entidade, transforma-se automaticamente em dedução de impostos. Ou seja, com os donativos que damos nessas campanhas, ajudamos as empresas organizadoras na fuga aos impostos. No final, a nossa adesão à estas campanha, é uma participação fraca (porque apenas uma pequena parte vai realmente para instituições sociais) em actos de caridade, é também ajudar as grandes empresas na fuga aos impostos e ajudá-las no aumento de lucros.
    A solidariedade é sem dúvida, necessária e por mais pequena que ela seja, é sempre positiva, mas isto não justifica que todos os meios sejam utilizados. Podemos e devemos ser solidários, ajudar e oferecer do pouco que temos é sempre bom para quem recebe. Para quem não têm nada, o pouco que receba é sempre muito.
    Pessoalmente não apoio estas campanhas e não participo nelas, mas isso não faz de mim menos solidário. Mas vejo nestas campanhas, apenas interesses publicitários e marketing, entre outros. Se realmente os hipermercados se preocupassem com a pobreza ou com a solidariedade, baixavam os preços e as margens de lucro nos produtos que vendem, pagavam mais aos produtores que lhes fornecem os produtos e seriam assim mais solidários com maior número de pessoas.
    Não deixem de ser solidários e, se realmente querem participar nessas campanhas, exijam um recibo pelos donativos que fazem. Damos a quem precisa, não quem já apresenta muitos milhões de benifícios.
    «Um lagarteiro em Paris», crónica de Paulo Adão

    http://capeiaarraiana.wordpress.com/2010/12/15/campanhas-de-natal-solidariedade-ou-publicidade/
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