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     CARAVELAS DE CULTURA

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    MensagemAssunto: CARAVELAS DE CULTURA   Qui Dez 16, 2010 7:28 pm

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    MensagemAssunto: CQARAVELAS DE CULTURA SINGRANDO OCEANOS--José Feldman   Qui Dez 16, 2010 7:34 pm

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    José Feldman
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    MensagemAssunto: ANTÓNIO MENDES   Qui Dez 16, 2010 7:40 pm

    Assunto: Re: caravelas da cultura Hoje à(s) 11:15 am
    ________________________________________
    OBrigado pela vossa colaboração, certamente que ficaremos todos mais "ricos".
    Desde já votos de Boas Festas

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    MensagemAssunto: CABO VERDE   Ter Dez 21, 2010 6:29 pm

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    MensagemAssunto: CABO VERDE   Ter Dez 21, 2010 6:38 pm



    A cultura de Cabo Verde é uma mistura da cultura africana com a cultura europeia. Cabo Verde tem sobretudo um vasto espectro de músicas, músicas que reflectem as diversas origens da população cabo-verdiana.
    A Morna é um dos mais conhecidos estilos musicais de Cabo Verde. É uma fusão do fado português, com a modinha do Brasil e o tango argentino, bem como com os cantares típicos de Angola. O Zouk também é um estilo musical muito comum em Cabo Verde, tratando-se de um ritmo musical afro-caribenho, que nasceu nas Antilhas Francesas. Há ainda a destacar o ritmo do funáná también, que é muito popular na Praia.

    Por outro lado, também o criolo é parte da cultura cabo-verdiana, sendo a língua que é mais falada no país, um português africanizado. Em Cabo Verde, também a literatura tem tido o seu espaço, tendo os escritores usado tanto o português como o criolo.
    ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
    Os intelectuais e artistas foram essenciais na construção da identidade de Cabo Verde, beneficiando da "proximidade" e do "orgulho" que o país dedica às suas obras, defendeu o escritor Germano Almeida



    O escritor cabo-verdiano falou à Lusa após uma palestra no centro de estudos portugueses da Universidade de Massachussetts, onde no passado dia 14 proferiu uma conferência intitulada "Literatura e Identidade: Reflexões de um Escritor Cabo-Verdiano".
    "A identidade cabo-verdiana foi muito construída pelos intelectuais. Todos temos muito orgulho nas suas obras", afirma o escritor cabo-verdiano.
    Mais do que o seu contributo individual, Almeida prefere falar de Eugénio Tavares, Loff de Vasconcelos, Guilherme Dantas, ou intelectuais mais recentes como Baltasar Lopes, Laureano Gonçalves, Manuel Lopes ou Corsino Fortes, entre outros.
    "São todos autores de que o povo cabo-verdiano muito se orgulha", afirma Almeida.
    "A identidade construiu-se na música, na literatura, na afirmação de uma tradição literária de oralidade, nos poetas, seja ou não a poesia transformada em música. O cabo-verdiano é muito mais poeta do que prosador", afirma.
    Ao contrário de outros países, refere, em Cabo Verde "não há distanciamento" entre as elites intelectuais e os menos instruídos.
    Almeida posiciona-se em equidistância no debate sobre a preponderância do português ou do crioulo em Cabo Verde; se o crioulo é uma "realidade incontornável", já o português é preciso como "língua de contacto com outros povos".
    "Ambas as línguas fazem parte da identidade cabo-verdiana. Se alguém tem a ganhar espaço é o português, pois é menos falado. A questão põe-se na necessidade de continuarmos a ter e a estudar as duas línguas, na medida do possível em pé de igualdade"
    Do contacto com a comunidade cabo-verdiana nesta primeira viagem de quase duas semanas aos Estados Unidos guarda o apego dos imigrantes à cultura de origem, a par de um "fascínio" pela cultura de consumo norte-americana.
    "Estive no carro com diversos cabo-verdianos e as emissoras que eles sintonizam são todas de língua portuguesa ou de crioulo, portanto acho que estão em contacto permanente [com Cabo Verde], até talvez um bocadinho excessivo. Deviam também ter a preocupação de entrar na cultura do país onde estão", disse à Lusa.
    "O fascínio que constatei na comunidade sobre a vida nos Estados Unidos impressionou-me positivamente. Sobretudo a qualidade de vida que conseguem ter aqui e que nunca sonharam poder ter em cabo verde. Trabalha-se, trabalha-se, trabalha-se... mas o facto de serem compensados minora o cansaço. As pessoas estão numa sociedade de intenso consumo mas trabalhando têm possibilidade de consumir", adianta.
    Sentimento da saudade "está muito presente", tal como na cultura portuguesa.
    Sobre os Estados Unidos afirma não ter tido "tempo de formar uma ideia", até porque esteve mais em contacto com cabo-verdianos e portugueses, mas a "simpatia" norte-americana surpreendeu-o.
    "Temos a ideia de o norte-americano ser uma pessoa antipática, mas na realidade não. As pessoas com quem contactei e me cruzei são de uma extrema simpatia. Achei muito interessante. Isto vai desfazer a ideia que eu tinha, transmitida pelos livros", afirma.
    (Fontes:Internet)

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    MensagemAssunto: ADEMAR   Sex Jan 28, 2011 10:55 pm


    ________________________________________
    Ademar Macedo (Mensagens Poéticas n.98)

    Uma Trova
    Nacional


    Escutai os vossos ais
    com emoção e ternura
    aflição de nossos pais
    entre ruas de amargura.
    (PINHAL DIAS/PORTUGAL)

    Uma Trova Potiguar

    Matando e fazendo guerra
    para conseguir riqueza,
    o homem vive aqui na terra
    destruindo a natureza.
    (IVANISO GALHARDO/RN)

    Uma Trova Premiada

    2010 > Curitiba/PR
    Tema > IMAGEM > Menção Especial

    “O homem foi por Deus criado
    à Sua imagem”... somente.
    Deus o fez capacitado
    para um viver plenamente.
    (MARIA CONCEIÇÃO FAGUNDES/PR)

    Simplesmente Poesia

    – Lena Ferreira/RJ –
    MAL DITO


    que já te isentei da culpa!
    (desastre pouco - expus
    a alma inteira)

    Segue um rumo oposto
    sem esquinas
    ( não lances retinas
    à lua nem ao sol )

    - Amaldiçoo-te a visão! -

    Fico
    mastigando a derrota
    ( luta vã é argumentar
    com o teu ego)

    Sigo
    remoendo um desconforto
    ( estrada fria pela ausência
    dos teus passos.)
    Uma Trova de Ademar

    Quando a chuva cai na serra
    representa, com certeza:
    semente em baixo da terra,
    fartura em cima da mesa!
    (ADEMAR MACEDO/RN)

    ...E Suas Trovas Ficaram

    Quando a chuva molha o agreste
    outro pranto molha o chão.
    - É muito cabra-da-pesta
    chorando de gratidão!...
    (WALDIR NEVES/RJ)

    Estrofe do Dia

    A fonte de uma inspiração poética,
    é cacimba de “veio” inesgotável,
    que, fazendo nascer, torna viável,
    a poesia com toda sua estética.
    A métrica é a música da fonética
    e a rima é o som do coração.
    Junta-se tudo em nome da emoção,
    que se esparrama n’alma do leitor,
    tornando-se o combustível do amor,
    na corrida sublime da paixão!...
    (FRANCISCO MACEDO/RN)

    Soneto do Dia

    – Luiz Antonio Cardoso/SP –
    ENFIM

    Se a ausência que sentes, a vida sem versos,
    inflige o vazio das noites sem fim,
    atenta, procures, em lados reversos...
    Além do horizonte verás um jardim!

    Verás, adorada, nos bosques dispersos,
    meus sonhos de outrora, pedaços de mim...
    E enfim, trocaremos olhares diversos...
    Carinhos infindos... E versos... Enfim!

    Serei teu poeta... teu simples poema!
    Teu canto sublime... Teu doce dilema...
    Aquele que buscas um dia encontrar.

    Serás minha musa... Meu mundo encantado!
    O altar sacrossanto... Meu doce pecado!
    Aquela que um dia busquei conquistar.

    Fonte:
    Ademar Macedo
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    MensagemAssunto: ANTONIO ALEIXO   Sab Fev 05, 2011 9:59 pm

    ANTONIO ALEIXO
    O poeta daGente

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    Foi, sem dúvida, e como alguém afirmou, “um olhar irreverente sobre a sociedade portuguesa. Sendo incontornável que“sob o «ler, escrever e contar» da sua modesta escolaridade, escondia-se o vulto notável de um poeta insigne que, na profundidade filosófica dos seus versos, ditou ao mundo um conceito muito pessoal da própria vida”Mas é de forma modesta que ele próprio se define ao afirmar que
    Não sou esperto nem bruto,
    nem bem nem mal educado,
    sou simplesmente um produto
    do meio em que fui criado

    Quase analfabeto, teve no entanto quem lhe reconhecesse o mérito, destacando-se nesse campo o Dr. Joaquim Magalhães, que recolheu e publicou parte da sua obra. Por isso Aleixo dizia que
    :
    Não há nenhum milionário
    Que seja feliz como eu:
    Tenho como secretário
    Um professor do liceu.


    Não sei se por cá terá havido, quem por palavras simples tanto tenha dito , e ele até considerava que não tinha vistas largas nem grande sabedoria, mas que nas horas más recebera, lições de filosofia.

    Ora, quem não compreende as suas mensagens?

    À guerra não ligues meia,
    porque alguns grandes da terra,
    vendo a guerra em terra alheia,
    não querem que acabe a


    Sei que pareço um ladrão...
    mas há muitos que eu conheço
    que, não parecendo o que são,
    são aquilo que eu pareço.

    Enquanto o homem pensar
    que vale mais que outro homem,
    são como os cães a ladrar,
    não deixam comer, nem comem.

    O mundo só pode ser
    melhor do que até aqui,
    quando consigas fazer
    mais p'los outros que por ti!



    Mentiu com habilidade,
    fez quantas mentiras quis;
    agora fala verdade
    ninguém crê no que ele diz.



    Sei que umas quadras são conselhos
    que vos dou de boa fé;
    outras são finos espelhos
    onde o leitor vê quem é.

    Nasceu em 1889 e quando morre em 1949,leva consigo o grande desgosto de ver morrer uma filha por carência de tratamento. Homem de grandes vivências --soldado, polícia, tecelão,pastor, cauteleiro,”cantador e tocador por feiras e mercados”—alargou os seus horizontes ao emigrar.

    Sobre António Aleixo escreveu-se:

    “A sua produção poética é um manancial de sabedoria empírica que o poeta manuseia magistralmente e que o povo repete, saboreando, verso a verso, o gosto da palavra.
    Subjacente à sua criação, está toda uma sociedade povoada de vícios e mascarada de virtudes. Nos seus versos, encimados pela ironia, está sempre presente a crítica social mordaz, mas autêntica.
    Atento à realidade circundante, alude a todos os seus aspectos menos paradigmáticos e incongruentes, com uma perspicácia e argúcia únicas. A época em que viveu foi «radiografada» pelo talentoso poeta. Nos seus versos, focou todas as «mazelas» de que enfermava (e ainda enferma) a sociedade.”

    «Este livro que vos deixo», «O Auto do Curandeiro», «O Auto da vida e da Morte», o incompleto «O Auto do Ti Joaquim» e «Inéditos»,são os títulos publicados, mas o seu espólio será muito mais vasto encontrando-se fgragmentado por todo o Algarve ,acontecendo ainda que quando da sua morte, por tuberculose,“vários cadernos seus foram cremados como meio de defesa contra o vírus infeccioso da doença que o vitimou, sem dúvida, um «sacrifício» impensado, levado a cabo no holocausto do medo. Foi esta uma perda irreparável de um património insubstituível no vasto mundo da literatura portuguesa.”
    LinoMendes

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    MensagemAssunto: HORIZONTES   Ter Abr 05, 2011 11:13 pm

    Hildemar Cardoso Moreira (Livro de Poesias)

    AO LAVRADOR, ESSE AMIGO

    Ó tu, que a mão calejas na lavoura,
    De sol a sol no teu labor profundo,
    No trabalho extenuante, mas fecundo,
    A terra transformando em seara imensa.
    Tu que não temes o rigor da luta
    E, enfrentas com bravura tua labuta
    Na força magistral de tua crença.

    Na crença que o trabalho a Deus eleva
    Se é feito por amor a humana raça,
    Muito embora, justiça não te faça,
    Quem no mundo comendo do teu fruto,
    Do fruto saborosa de tua messe,
    Nem ao menos, na mesa, te agradece,
    Nem valoriza teu trabalho abruto.

    Muitos não lembram que com teu trabalho,
    É que se fartam, na cidade, as mesas,
    De nada adiantariam as riquezas,
    Porque o dinheiro, a fome não mitiga.
    Por isso, lavrador, em teu louvor eu canto,
    E te afirmo que me orgulho tanto,
    De ter você como pessoa amiga.

    Eu olho a terra que tuas mãos lavraram,
    E me comovo ante tal beleza,
    Parece até que a própria natureza
    Ao teu labor se curva agradecida.
    E fico triste quando de repente,
    Na seca, não germina tua semente,
    Que é tua, é minha, é toda nossa vida.

    Mas tu, retornas, lavrador, a luta,
    Co’a força singular que se redobra,
    Como guerreiro audaz que não se dobra
    Ao grande potencial d’um inimigo.
    Cada nova semeadura é um desafio,
    Que enfrentas com a força de teu brio,
    E vences, porque Deus está contigo



    ( De SINGRANDO HORIZONDES)
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    MensagemAssunto: Caravelas de poesia   Sex Maio 13, 2011 5:56 pm

    SINGRANDO HORIZONTES


    Uma Trova Nacional

    Mulher de rara beleza
    não deve, jamais, pintar-se,
    pois obra da natureza
    não necessita disfarce.
    –RUTH FARAH/RJ–

    Duas Trovas Potiguares

    Saí da roça cansado,
    andando meio de banda;
    depois de um banho amornado,
    pus-me a "sonhar" na varanda.
    –TARCÍSIO LOPES FERNANDES/RN–

    Contemplo o céu estrelado,
    no silêncio da amplidão,
    eu penso que ele é bordado
    de rendas feitas à mão.
    –ULISSES FREITAS JUNIOR/RN–

    Uma Trova Premiada

    2006 - Balneário Camboriú/SC
    Tema: PESCADOR - M/E

    Pescador mais esportivo
    deixa seu peixe escapar,
    melhor solto que cativo,
    para assim o preservar.
    –ELIANA JIMENEZ/SC–

    ...E Suas Trovas Ficaram

    Nosso grande encantamento,
    quando a julgar eu me ponho,
    é o encanto do momento
    do nosso primeiro sonho.
    –FERNANDO VASCONCELOS/PR–

    Simplesmente Poesia

    –SUELY NOBRE FELIPE/RN–
    Estranho Olhar

    A estranheza do teu olhar
    Abespinha minha pele
    Sangrando-a sem compaixão.
    E é essa estranheza em teu olhar
    Que afugenta meus pensamentos
    Deixa meu corpo em agonia
    Impedindo-me de te amar.

    Estrofe do Dia

    Vendo a imagem de Cristo coroado
    Com os espinhos da maldade humana
    E vendo dos seus olhos que emana
    O imenso Amor que foi, a nós, doado,
    Eu lembro com tristeza que o pecado
    É algo muito ruim! E eu conclamo
    A todos os irmãos, gritando. E chamo:
    - Busquemos, ao invés de guerra, Paz!
    - Façamos que o amor que ora jaz,
    Ressurja! E ao irmão, diga-se: O AMO!!
    –ROSA REGIS/RN–

    Soneto do Dia

    –FLORBELA ESPANCA/ESP–
    Em Busca do Amor

    O meu Destino disse-me a chorar:
    "Pela estrada da Vida vai andando,
    E, aos que vires passar, interrogando
    Acerca do Amor, que hás-de encontrar."

    Fui pela estrada a rir e a cantar
    As contas do meu sonho desfiando...
    E a noite e dia, à chuva e ao luar,
    Fui sempre caminhando e perguntando...

    Mesmo a um velho eu perguntei: "Velhinho,
    Viste o Amor acaso em teu caminho?"
    E o velho estremeceu... olhou...e riu...

    Agora pela estrada, já cansados,
    Voltam todos pra trás desanimados...
    E eu paro a murmurar: "Ninguém o viu!..."
    Fonte:
    Textos enviados pelo Autor
    Montagem do quadro com imagens obtidas na internet e enviadas pelo Ademar.
    --
    Obs: a montagem é apenas ilustrativa, espero que o amor do Ademar entenda que a foto da mulher é fictícia. Aviso como precaução para ela não cismar de enfiar a "peixeira" nele
    e em mim.
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    MensagemAssunto: caravelas de cultura   Dom Set 25, 2011 5:30 pm

    CARAVELAS DE CULTURA

    PERGUNTAS DE UM OPERÁRIO QUE LÊ.

    Quem construiu Tebas, a das sete portas?
    Nos livros vem o nome dos reis.
    Mas foram os reis que transportaram as pedras?
    Babilônia, tantas vezes destruída,
    Quem outras tantas a reconstruiu? Em que casas
    Da Lima Dourada moravam seus obreiros?
    No dia em que ficou pronta a Muralha da China para onde
    Foram os seus pedreiros?

    A grande Roma está cheia de arcos de triunfo.

    Quem os ergueu? Sobre quem
    Triunfaram os Césares? A tão cantada Bizâncio
    Sò tinha palácios
    Para os seus habitantes?

    Até a legendária Atlântida
    Na noite em que o mar a engoliu
    Viu afogados gritar por seus escravos.

    O jovem Alexandre conquistou as Indias
    Sozinho?
    César venceu os gauleses.
    Nem sequer tinha um cozinheiro ao seu serviço?
    Quando a sua armada se afundou Filipe de Espanha
    Chorou. E ninguém mais?
    Frederico II ganhou a guerra dos sete anos
    Quem mais a ganhou?

    Em cada página uma vitòria.
    Quem cozinhava os festins?
    Em cada década um grande homem.
    Quem pagava as despesas?

    Tantas histórias
    Quantas perguntas

    ( IN SINGRANDO HORIZONTES)
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    MensagemAssunto: Re: CARAVELAS DE CULTURA   

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