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     LITERATURA POPULAR

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    lino mendes
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    MensagemAssunto: LITERATURA POPULAR   Dom Nov 21, 2010 6:06 pm

    Photobucket
    São vários os conceitos que vamos encontrar em literatura popular, espaço em que naturalmente se insere a tradicional, tendo esta por base a que oralmente foi transmitida de geração em geração. Tenho no entanto para mim, que literatura popular é toda aquela que o povo criou ou adoptou e perdeu a autoria no decorrer dos tempos.
    Entretanto, a literatura divide-se em dois grandes grupos, o da “prosa” e o da “poesia”, sendo que no primeiro caso podemos encontrar o “romance”, a “novela” e o “conto”, que são especialmente definidos por ordem de extensão.
    E é ao CONTO que vamos dedicar este primeiro apontamento:

    “Há muitos séculos que os contos tradicionais e das lendas são elemento importante na formação das crianças e no seu desenvolvimento mental e afectivo. Se assim não fosse, como se justificaria a sua presença constante e a passagem de geração em geração? Para lá de constituírem património cultural da Humanidade, os contos tradicionais e as lendas transmitem uma sabedoria a que as crianças são sensíveis e realçam situações de vitória da razão sobre a violência e do mais pequeno sobre o maior, dando credibilidade a algumas das natural aspirações do mundo infantil. Quantas crianças desejara que conseguiu vencer”(INFOPÉDIA)



    Os contos tradicionais e as lendas fazem parte da cultura de todos os povos. Tal não resulta do acaso, mas do instinto de sobrevivência. Antes da escola do Estado (um fenómeno recente) existiu a escola da vida, velhinha, de muitos, muitos séculos: por isso, sábia. Tão inteligentes foram os nossos antepassados analfabetos que até descobriram a necessidade do alfabeto!...
    Os contos tradicionais e as lendas foram (e são) "mestres" da imaginação, dos desafios e dos limites, dos afectos, da identidade dos grupos ou de um saber maior que o dos reis ou senhores..."Mestres" não dogmáticos, sempre modernos: porque abertos às diferenças dos indivíduos e portadores de sementes do futuro
    Os contos tradicionais e as lendas foram (e são) "mestres" da imaginação, dos desafios e dos limites, dos afectos, da identidade dos grupos ou de um saber maior que o dos reis ou senhores..."Mestres" não dogmáticos, sempre modernos: porque abertos às diferenças dos indivíduos e portadores de sementes do futuro.(INFOMÉDIA)[/font][/font]



    Última edição por lino mendes em Qua Maio 09, 2012 1:25 pm, editado 14 vez(es)
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    MensagemAssunto: PROVÉRBIOS   Dom Nov 21, 2010 6:46 pm

    Literatura Popular[/size]

    Os Provérbios
    O que são?




    Fórmulas de sabedoria condensadas, para imediato e efeito rápido,como os purgantes
    José Saramago

    Um saber de experiência feita
    Luis de Camões





    Os provérbios são ditos populares (frases e expressões) que transmitem conhecimentos comuns sobre a vida. Muitos deles foram criados na antiguidade, porém estão relacionados a aspectos universais da vida, por isso são utilizados até os dias actuais. É muito comum ouvirmos provérbios em situações do quotidiano. Quem nunca ouviu, ao fazer algo rapidamente, que “a pressa é a inimiga da perfeição”. Os provérbios fazem sucesso, pois possuem um sentido lógico.
    A maioria é de criação anónima. O provérbio é fácil de decorar e transmitir em função de seu formato simples, curto e directo. Falam sobre diversos assuntos e fazem parte da cultura popular da humanidade. Encontramos provérbios para praticamente todas as situações de vida


    Alguns exemplo s [/size]
    A boda e a baptizado, não vás sem ser convidado
    A caridade começa por nós próprios
    A cavalo dado não se olha o dente
    A felicidade é algo que se multiplica quando se divide
    A fome é o melhor tempero
    A galinha da vizinha é sempre melhor que a minha
    .A coisa castanha é a mesma, as moscas é que mudam
    A minha liberdade acaba onde começa a liberdade dos outros
    A noite é boa conselheira
    A ocasião faz o ladrão
    A ociosidade e a ignorância são mãe de todos os vícios e doenças
    A rico não devas e a pobre não prometas
    :::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::




    "Não digas tudo quanto sabes
    não faças tudo quanto podes
    não creias em tudo quanto ouves
    não gastes tudo quanto tens

    porque
    quem diz tudo quanto sabe
    quem faz tudo quanto pode
    quem crê em tudo quanto ouve
    quem gasta tudo quanto tem

    muitas vezes
    diz o que não convém
    faz o que não deve
    julga o que não vê
    gasta o que
    [/font] não pode


    -- Provérbio Árabe




    Última edição por lino mendes em Qua Maio 09, 2012 3:41 pm, editado 6 vez(es)
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    MensagemAssunto: FABULAS   Seg Nov 22, 2010 7:47 pm

    Literatura Popular



    O que é uma fábula?


    A fábula é uma narrativa alegórica em forma de prosa ou verso, cujas personagens são geralmente animais com características humanas, e que sustentam um diálogo, cujo desenlace reflecte uma lição de moral, característica essencial dessa. É uma narrativa inverosímil, com fundo didáctico. Quando os personagens são seres inanimados, objectos, a fábula recebe o nome de apólogo. A temática é variada e contempla tópicos como a vitória da fraqueza sobre a força, da bondade sobre a astúcia e a derrota de presunçosos.
    ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::

    As fábulas remontam uma chance popular para educação moral de crianças hoje. Há muitas histórias incluídas nas fábulas de Esopo, tão como A raposa e as uvas (de que o idioma "uvas verdes" foi derivado), A Cigarra e a Formiga, A tartaruga e a lebre, O vento norte e o sol e O menino que gritava lobo, O Lobo e o Cordeiro são bem conhecidas pelo mundo afora.
    Assim, podemos dizer que em toda parte, a fábula é um conto de moralidade popular, uma lição de inteligência, de justiça, de sagacidade, trazida até nós pelos nossos Esopos.
    ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
    Photobucket
    As fábulas de Esopo são uma coleção de fábulas creditadas a Esopo (620—560 a.C.), um escravo e contador de histórias que viveu na Grécia Antiga.[1] As fábulas de Esopo tornaram-se um termo branco para coleções de fábulas brandas, usualmente envolvendo animais personificados.
    A fábula é uma pequena narrativa em que se aproveita a ficção alegórica para sugerir uma verdade ou reflexão de ordem moral, com intervenção de pessoa, animais e até entidades inanimadas.

    A fábula trata de certas atitudes humanas, como a disputa entre fortes e fracos, a esperteza, a ganância, a gratidão, o ser bondoso, o não ser tolo.

    Muitas vezes, no final das fábulas aparece uma frase destacada chamada de MORAL DA HISTÓRIA, com provérbio ou não; outras vezes essa moral está implícita.

    Não há necessidade de descrever com muitos detalhes os personagens, pois o que representam nas fábulas (qualidades, defeitos) já é bastante conhecido.

    Tempo indeterminado na história.

    É breve, pois a história é só um exemplo para o ensinamento ou o conselho que o autor quer transmitir.

    Conflito entre querer / poder.

    O título não deve antecipar o assunto, pois não sobraria quase nada para contar.

    A resolução do problema deve combinar com a sua intenção ao contar a fábula e com a moral da história.


    As fábulas são tão antigas quanto as conversas dos homens, às vezes, nem sabemos quem as criou, pois através da oralidade eram carregadas como vento de um lado para outro, já que a própria palavra provém do latim FABULA = contar.

    No século VIII a.C. já se tinha notícias dessas histórias, sendo que as fábulas muito antigas do Oriente foram difundidas na Grécia, há 2600 anos, por um escravo chamado Esopo. Apesar de gago, corcunda, feio e miúdo, como diziam alguns, era inteligente, esperto e de muito bom senso; por esse motivo, conquistou a liberdade e viajou por muitas terras dando conselhos através das fábulas.

    Esopo foi condenado à morte e jogado do alto de um abismo. O motivo foi a vingança do povo de Delfos, mas as suas 600 fábulas continuaram a ser contadas, escritas e reescritas por outros fabulistas. Fedro é o primeiro escritor latino a compor uma coletânea de fábulas, tendo sido imitado e refundido várias vezes.

    O escritor francês Jean de La Fountaine (século XVII – 1601 – 1700) usava fábula para denunciar as misérias e as injustiças de sua época em versos e em prosa.

    A partir dessa época, muitas histórias escritas inicialmente para adultos já começaram a ser adaptadas para crianças, retirando delas os elementos violentos e os aspectos nocivos à educação. Mas a fábula moderna preserva todo o vigor que vem apresentando desde os tempos antigos.

    No Brasil, temos o grande fabulista, Lobato. Além de recontar as fábulas de Esopo e La Fountaine, cria suas próprias fábulas com a turma do sítio, como mostra o seu livro “Fábulas”, onde Pedrinho diz “As fábulas, mesmo quando não valem grande coisa, têm um mérito: são curtinhas.” Narizinho acha as fábulas sabidíssimas e Emília as considera uma indireta.

    O escritor brasileiro usou fábulas para criticar e denunciar as injustiças, tiranias, mostrando às crianças a vida como ela é. Em suas fábulas, alerta que o melhor é esperto (inteligente) porque o forte sempre vence e Visconde afirma que o único meio de derrotar a força é a astúcia.

    Até hoje esse gênero narrativo existe e por ser curto, tem o poder de prender a atenção, de entreter e deixar uma mensagem, um ensinamento.

    Millôr Fernandes, com seu humor e ironia, cria e recria fábulas refletindo valores e antivalores, satirizando a nossa realidade sócio – política – econômica em seus livros, “Fábulas fabulosas”, “Novas fábulas fabulosas” e “Eros uma vês”.








    o leão e os três touros
    Três touros, amigos desde longa data, pastavam juntos e tranqüilos no campo.

    Um Leão, escondido no mato, espreitava-os na esperança de fazer deles seu jantar, mas receava atacá-los enquanto estivessem em grupo.

    Finalmente, por meio de ardilosas e traiçoeiras palavras, ele conseguiu criar entre eles a discórdia e separá-los.

    Assim, tão logo eles pastavam sozinhos, atacou-os sem medo algum, e um após outro, foram sendo devorados sempre que sentia fome.


    (Colagem de textos de estratos da internet)

    ______________________________________________________________________
    O LOBO E O CORDEIRO

    Na água limpa de um regato,
    matava a sede um cordeiro,
    quando, saindo do mato,
    veio um lobo carniceiro.
    Tinha a barriga vazia,
    não comera o dia inteiro.
    - Como tu ousas sujar
    a água que estou bebendo?
    - rosnou o Lobo a antegozar
    o almoço. - Fica sabendo
    que caro vais me pagar!
    - Senhor - falou o Cordeiro -
    encareço à Vossa Alteza
    que me desculpeis mas acho
    que vos enganais: bebendo,
    quase dez braças abaixo
    de vós, nesta correnteza,
    não posso sujar-vos a água.
    - Não importa. Guardo mágoa
    de ti, que ano passado,
    me destrataste, fingido!
    - Mas eu nem tinha nascido.
    - Pois então foi teu irmão.
    - Não tenho irmão, Excelência.
    - Chega de argumentação.
    Estou perdendo a paciência!



    Photobucket


    - Não vos zangueis, desculpai!
    - Não foi teu irmão? Foi o teu pai
    ou senão foi teu avô.
    Disse o Lobo carniceiro.
    E ao Cordeiro devorou.
    Onde a lei não existe, ao que parece,
    a razão do mais forte prevalece



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    MensagemAssunto: A LENDA   Qui Nov 25, 2010 1:25 pm

    Literatura Popular

    Photobucket
    O QUE É UMA LENDA ?
    É um relato transmitido por tradição oral de factos ou acontecimentos a que povo atribui um fundo de verdade. Geralmente têm algo que é real e algo que é fruto da imaginação popular. A lenda é, por isso, mais histórica e mais verdadeira do que o conto. Não é por acaso que a lenda raramente começa, tal como o conto, com a fórmula “era uma vez” – uma fórmula que nos remete, desde logo, para um passado e um lugar longínquos e indefinidos. Cada comunidade procura sempre conservar as suas lendas, pois o povo, através delas, conta também a sua história.
    (in Alexandre Parafita “Histórias de arte e manhas”, Texto Editores, Lisboa, 2005, p. 31)



    ::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
    Lenda é uma narrativa fantasiosa transmitida pela tradição oral através dos tempos.
    De caráter fantástico e/ou fictício, as lendas combinam fatos reais e históricos com fatos irreais que são meramente produto daimaginação aventuresca humana.
    Com exemplos bem definidos em todos os países do mundo, as lendas geralmente fornecem explicações plausíveis, e até certo ponto aceitáveis, para coisas que não têm explicações científicas comprovadas, como acontecimentos misteriosos ou sobrenaturais. Podemos entender que lenda é uma degeneração do Mito. Como diz o dito popular "Quem conta um conto aumenta um ponto", as lendas, pelo fato de serem repassadas oralmente de geração a geração, sofrem alterações à medida que vão sendo recontadas
    (Autor não identificado)








    LENDA DE S.MARTINHO


    "Num dia tempestuoso ia São Martinho, valoroso soldado, montado no seu cavalo, quando viu um mendigo quase nu, tremendo de frio, que lhe estendia a mão suplicante e gelada.
    S. Martinho não hesitou: parou o cavalo, poisou a sua mão carinhosamente na do pobre e, em seguida, com a espada cortou ao meio a sua capa de militar, dando metade ao mendigo.
    E, apesar de mal agasalhado e de chover torrencialmente, preparava-se para continuar o seu caminho, cheio de felicidade.
    Mas, subitamente, a tempestade desfez-se, o céu ficou límpido e um sol de Estio inundou a terra de luz e calor.
    Diz-se que Deus, para que não se apagasse da memória dos homens o acto de bondade praticado pelo Santo, todos os anos, nessa mesma época, cessa por alguns dias o tempo frio e o céu e a terra sorriem com a benção dum sol quente e miraculoso.
    Popular

    Ora, e apresentada que foi a parte fantasiosa, parece que Martinho existiu mesmo. Filho de um tribuno romano, terá nascido no ano de 316 na cidade de Sabaria, Panónima, com 15 anos terá entrado para a armada romana, passando a fazer parte da guarda pessoal do imperador.




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