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 RIMAS...

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Aníbal



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MensagemAssunto: RIMAS...   Qui Set 16, 2010 1:42 am

PENSAMENTOS

Não temas inimigos verdadeiros
Pois conheces os seus perigos,
Mas cuidado com os matreiros
Que se fazem passar por amigos.
Cuidado com quem te saúda
Mas não te olha de frente,
Nem esperes que te acuda
Quem não vem de boa semente.
Não julgues o mal nutrido
Nem o olhes por cima dos ombros,
Há muito segredo escondido
Numa casa em escombros.
Não acredites sem fundamento
No que te prometem alegremente,
O seu incumprimento
Deixar-te-á menos descontente.
Uma luz na escuridão
Pode não vir do farol,
Muitas vezes a ilusão
É que nos rouba o sol.


Aníbal Lopes
Set/2010

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MensagemAssunto: Re: RIMAS...   Qui Set 16, 2010 1:47 am


ENCONTRO IMEDIATO



Emocionante visão do Paraíso
Qual Éden feito sedução
Rosto aberto, num sorriso
Despertando recordação

Aquele inesperado desejo
Apanhou-me desprevenido
O que sinto quando a vejo
Não faz qualquer sentido

Porque me sinto sitiado
E conhecendo a razão
Passo-me por determinado
Disfarçando a rendição

Este cavaleiro andante
Vivendo das suas memórias
Não passa de um farsante
Inventando as suas histórias

Mas sendo a vida para ser vivida
Deve ser temida a memória?
Ou será que a vida está contida
Sem história, irrisória e ilusória?

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Aníbal



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MensagemAssunto: Re: RIMAS...   Qui Set 16, 2010 1:51 am

EU TE SAÚDO MESTRE

Ele era um homem do bem
Falava de Montargil embevecido
Mas entre gente que memória não tem
Foi rapidamente esquecido

Nos jornais, falava da sua terra
Entre amigos, falava de um mundo novo
Houve quem lhe declarasse guerra
Por ser do lado do Povo

Conhecia-o bem, e de perto
E distribuía os jornais onde escrevia
Homem justo, crente, de duvidas liberto
Escutei sempre o que dizia

Era eu que recortava dos jornais
As noticias de Montargil, publicadas
Acidentes, falecimentos e o voo dos pardais
Motivavam as noticias enviadas

Sabia da vida, do Mundo e da história
Lia livros, jornais, e tinha opinião
Se dele pouco resta na memória
É porque a história nem sempre tem razão

Dizia sem ter medo de dizer
Não aceitou imposições, foi destemido
Se reconhecer-lhe mérito, é um dever
Tenho dever cumprido


Aníbal Lopes


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Aníbal



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MensagemAssunto: Re: RIMAS...   Qui Set 16, 2010 1:56 am


DESESPERO


A esperança não se abate
Nem pode ficar cativa.
Se for preciso o resgate,
Ou uma posição mais activa
Numa situação de carência,
pode justificar a opção
de usar de violência
para obter a razão.

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Antonio Mendes



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MensagemAssunto: Re: RIMAS...   Qui Set 16, 2010 11:09 am

Muito Bem.
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Luís Manso



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MensagemAssunto: Re: RIMAS...   Qui Set 16, 2010 5:26 pm

Que bela forma de exprimir o que nos vai na alma… Que bela forma de utilizar as palavras… Que belos sentimentos nos provocam… Aníbal, deve fazê-lo mais vezes… (tem o dever de o fazer) … os seus conterrâneos agradecem-lhe…
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Aníbal



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MensagemAssunto: Re: RIMAS...   Qui Set 16, 2010 6:35 pm

Caro Professor, obrigado pelas suas palavras.
Não me sinto nem sou assim tão relevante. Mas claro que me sinto feliz se houver quem goste do que escrevo.

Abraço.
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lino mendes
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MensagemAssunto: RIMAS   Seg Set 20, 2010 8:15 pm

Caro Aníbal

Só agora li o poema.Mas já sabes o que penso de tudo o que escreves.

Excelente!

Um abraço
Lino Mendes
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MensagemAssunto: O AMOR É...   Qui Set 30, 2010 12:32 am



O amor não se condena
nem vale a pena contraria-lo.
Apenas aceita-lo.

Quantas vezes contraditório
Quantas vezes inglório
Quantas vezes fascinante
Quantas vezes obsessivo
Quantas vezes possessivo
Quantas vezes vacilante

Por vezes o amor é estranho
não se consegue ver o tamanho
mas é tão evidente.
Ás vezes sem fortuna
Sem nada que o una
acabando por ficar doente.

Estranha forma de sentir
este glorioso sentimento,
não se pode prevenir
nem escolher o momento.
Mas ele é a força da vida
e a razão da nossa existência;
Não tem forma definida,
nem conhece a prudência.

É capaz de mover montanhas
e ter a ternura de quem afaga.
Chega a doer até às entranhas
mas tem uma luz que não se apaga.
Não se vive sem amor
mesmo que faça sofrer;
Há quem recuse o seu calor,
mas isso não é viver.

Aníbal Lopes
Set/2010




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MensagemAssunto: RIMAS   Qui Set 30, 2010 2:06 pm



Caro Aníbal

Muito bem e obrigado!

Um abraço

LINO
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lino mendes
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MensagemAssunto: AMIGO PINA   Qui Set 30, 2010 2:09 pm

Caro ANÍBAL


Estou contigo quando lembras o Amigo Pina.

Um abraço

Lino
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Aníbal



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MensagemAssunto: Re: RIMAS...   Qui Set 30, 2010 3:07 pm

Caro amigo e Sr. Lino, num tempo em que se valoriza a cultura, e muito bem; Num tempo em que todos nós pagamos a cultura, e muito bem; Num tempo em que a ausência de cultura promove o preconceito e a intolerância, é intolerante que se esqueça quem tentou remar contra a maré, nos dias negros do obscurantismo. Nenhum edifício moderno terá futuro, se algum dos seus antigos pilares ficar esquecido.
Mais tarde ou mais cedo, a história pedirá contas a todos.

Um abraço sentido de um amigo de sempre,

Aníbal
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MensagemAssunto: Re: RIMAS...   Qui Set 30, 2010 8:55 pm

Sem nome...


Eu sou a bigorna e o martelo
os meus braços são o cabo da enxada
da corrente, sou mais um elo
e semeio a terra lavrada

Eu esventro aterra
e de lá retiro riqueza
sou eu que faço a guerra
que serve o interesse da nobreza

Eu pago o imposto
e enriqueço a Nação
limpo o suar do rosto
e construo a casa do patrão

Eu sou do campo nascido
lá para o começo do Outono
não aceito ter dono
nem me dou por vencido

É na luta que está o salvamento
e na força da minha busca
hei-de vencer a força que me ofusca
porque sou eu o verdadeiro fermento
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Aníbal



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MensagemAssunto: Re: RIMAS...   Dom Out 03, 2010 1:11 am


Virá o dia em que dirás:
O que fazes aqui? quem te chamou?
Digo-te: Eu venho lá de trás
queiras ou não , aqui estou

Dirás: fui eu que abri este caminho!
Direi: mas também quero passar.
Dirás: Mas vens sozinho?
Direi: venho com quem me acompanhar.

Mas então quem te acompanha?
O desejo de ser lembrado.
Mas que companhia tão estranha!!
Olha que não!! estás enganado.

Enganado, eu??como assim?
Porque não podes falar por mim,
porque não é só a tua opinião que importa,
porque não és dono do caminho.
porque não podes viver sozinho.
e porque há mais mundo depois da tua porta.

...porque este é também o meu lugar.

Aníbal
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MensagemAssunto: Um reino na minha rua   Qui Out 07, 2010 3:40 pm



Eu sou o Rei da minha rua
E fui coroado no meu quintal.
A minha coroa vai nua
E nada tem de especial.

Mas olhai que de verdade
O meu Reino é uma Nação.
É pobre a sua majestade
Mas é grande a minha imaginação.

Adoro as caçadas reais
E tenho grandes coutadas
Que ficam noutros quintais,
E foram por mim inventadas.

No meu reino perdura
A fama da minha valentia.
Só não usei armadura,
Porque com ela não podia.

Pois que morra o homem e fique a fama
Aqui deixo a minha súplica;
Se a minha monarquia não se proclama,
Serei o Rei da Republica.

Aníbal
Out/2010
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MensagemAssunto: Re: RIMAS...   Ter Out 19, 2010 1:51 pm

ESCOLHER…

A promessa de mudar de vida
Feita esperança traída
Tornou-se o nosso fado.
Se te resta esperança na alma
Aproveita essa tarde calma,
Mas pensa bem, tem cuidado.
Qualquer Domingo à tarde
Quando chove ou o sol arde
É bom para um novo resultado:
Escolher com razão
Entre quem distribui o pão
E o que tem o pão guardado.

Aníbal
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MensagemAssunto: Poema do Hortelão   Seg Nov 01, 2010 2:49 pm

Cheira a salsa e hortelã
e a flor de laranjeira,
cheira à brisa da manhã
e a amor, como cheira!

Cheira a terra cavada,
cheira a suor no rosto,
ouve-se o bater da enxada
até ao cair do sol posto.

Semeia-se semente de vida,
colhe-se cearas de pão.
A tarefa é comprida
até se guardar o grão.

Na ceara ou na horta,
no Inverno ou no Verão,
o tempo não importa
na vida do hortelão.
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MensagemAssunto: Re: RIMAS...   Qui Nov 11, 2010 2:03 am

A FORÇA DA RAZÃO

O amigo que me dá a mão cerrada
Dá-me também a força que liberta.
Contra os que nos fecham a estrada
A nossa vontade de ter a estrada aberta.

Por muito difícil que se torne
O poder que nos enfrenta,
A nossa reacção será conforme
E venceremos a tormenta.

Contra quem nos veda a passagem
Havemos de encontrar saída,
Faremos da vontade, coragem.
Não queremos vontade proibida

Assim possamos acreditar
Na força da nossa vontade,
Só unidos podemos conquistar
O direito à justiça de verdade.


Aníbal Lopes
NOV/2010
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MensagemAssunto: Re: RIMAS...   Sex Dez 03, 2010 2:53 am

CONFIANÇA

Esta vida composta de fatalidade
amanhece de céu cinzento.
Não se pode reverter a enfermidade
fazendo do queixume argumento,
mas despindo-me do sofrimento
e pondo de lado a mágoa,
abrirei a porta a nova morada,
ao murmúrio afável da água,
e afasto o fio da espada.
E o que de fatal se tinha por certo
dissipa-se na força da esperança
ficando cada vez mais perto
a razão para a confiança.
E mesmo que amanheça sem versos
a vida há-de brotar semente,
juntaremos os sentimentos dispersos
comungando a alegria que então se sente.

Mora, Dez/10
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MensagemAssunto: DESESPERO   Sab Dez 11, 2010 12:47 am

Tenho o coração cheio de tristeza.
A lágrima que me percorre a face, não me traz alivio,
Mas antes salga o azedume que me invade.
Não sei o que fazer, e isso assusta-me cada vez mais.
Sinto-me impotente, incapaz, e tenho medo.
Medo do futuro, medo de perder o que não consegui acabar.
Medo de não suportar o desespero, de não tomar a decisão certa.
Sinto como inútil tudo o que fiz, inútil tudo o que tentei.
Sinto que eu próprio sou a inutilidade.
Não me pareço culpado, mas só posso ser.
Sim, sou culpado. Acho mesmo que sou culpado de ter nascido.
Vivi na ilusão. Sou uma ilusão. Sou uma desilusão.

DEZ/2010


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MensagemAssunto: Re: RIMAS...   Sab Jan 29, 2011 2:36 pm

SONHOS QUE SONHEI

A auréola do passado
Em nada me ajuda agora.
Da lembrança que em menino se adora
Não sobrou qualquer legado,
E a lágrima que me sulca o rosto
É apenas o oposto
Do que me foi prometido
Pelos sonhos que sonhei,
Pelas portas onde entrei,
Mas que não pagaram o devido.
E porque me atrevi a sonhar
Sem para tanto estar habilitado,
Fui impedido de voar
E como tal, castigado.
Mas sendo a esperança salvação
E a vontade determinante,
Apelo ao meu coração
Que seja resistente bastante.
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lino mendes
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MensagemAssunto: OBRIGADO ANIBAL   Sab Jan 29, 2011 3:38 pm




OBRIGADO ANÍBAL, PELA VALIOSA COLABORAÇÃO QUE NOS VAIS OFERECENDO

UM ABRAÇO
LINO MENDES
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MensagemAssunto: BAÚ DE RECORDAÇÔES   Ter Mar 01, 2011 9:16 pm

Dentro da mala desconjuntada
Mas cuidadosamente guardada,
Onde fechei alguns dos meus segredos
Acompanhados por vivências por resolver,
É também onde vou esconder
Os meus receios e medos.
Guardo também outros sentimentos,
Bons e maus momentos
E muitos sonhos por acontecer.
Também segredos bem escondidos,
Desejos e sofrimentos não divididos
E lembranças que não se podem ver.
Cubro a tristeza com rugas,
Embrulho a dor e outras purgas
Por já não caberem na mala.
A ilusão jamais acontecida
E a esperança de todo perdida,
Essa, não tenho onde guarda-la.
Procurei avidamente
Nesse tempo de antigamente
A tão desejada morada.
Foi escolhido outro caminho,
Acabei por ficar sozinho
Ao encontrar a porta fechada.
Talvez encontre um cantinho
Para o tão sonhado carinho,
Lá para os lados da saudade.
A desilusão acumulada,
Também pode ser guardada
Envolvida em ingenuidade.

Aníbal Lopes
Março/2011

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Antonio Mendes



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MensagemAssunto: Re: RIMAS...   Qua Mar 02, 2011 2:54 pm

Muito bem.

Esperemos que participe nos Jogos literários 2011.
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Aníbal



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MensagemAssunto: INTROSPECÇÃO   Qua Maio 25, 2011 10:44 pm





Fazendo rima
Rumo ao verso
Remo contra o adverso
Rasgo o tempo que se aproxima.


Empilho pedaços de memória
Como balsâmicos unguentos,
E de todos esses momentos
Se constrói uma história.
Pego em aromas do passado
Uns de acácia, outros de Hortênsia,
E do odor de tal essência
Não saiu perfume acabado.
Dos prazeres fugazes,
Não sobrou nem lembrança
Nenhuns são capazes
De lembrar alguma esperança.
Vivi sempre na margem
Do futuro organizado,
Mas nunca me faltou coragem
Em terreno tão minado.
Dos traumas antigos
Fiz armadura resistente,
E dos falsos amigos
Vigilância permanente.
Sou pois, um sobrevivente
Nascido em plano inclinado,
Mas esse plano transcendente,
Nunca se inclinou para o meu lado.



Aníbal Lopes
Mora, Maio de 2011

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