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     DESABAFOS

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    AutorMensagem
    lino mendes
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    Número de Mensagens : 869
    Data de inscrição : 27/06/2008

    MensagemAssunto: DESABAFOS   Qua Set 24, 2008 2:37 pm

    D e s a b a f o s
    Lino Mendes



    O recinto de uma festa dita popular é hoje um espelho do país que somos. De um lado, um palco destapado, por vezes de pouco cuidado piso, e onde actuam os “grupos locais”, alguns dos quais de muita qualidade; a pouca distância , um outro palco, este reunindo todas as condições, para o profissional pago a peso de ouro, e cujas outras exigências podem ir até à marca do sabonete para lavar as mãos. Mas as organizações destas festas devem começar a pensar que no dia em que os ditos “grupos locais” de qualidade, assumirem o espaço que por direito próprio lhes pertence no tecido social, exigirem o mínimo de condições que lhes é devido, e compreenderem que actuar de graça é sinónimo de que não presta, as suas condições vão ter que ser asseguradas ,ou as tais festas ditas populares podem ter os dias contados.
    Certo que há sempre uns “grupelhos” que até pagam para ir, e mesmo de carroça se for necessário!
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    lino mendes
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    Número de Mensagens : 869
    Data de inscrição : 27/06/2008

    MensagemAssunto: desabafos 2   Qua Set 24, 2008 8:52 pm

    D E S A B A F O S

    O Estado do País

    Não me revejo naquele cidadão, fiel a um princípio programático e naturalmente incoerente face à realidade, e para quem as coisas estarão bem ou mal tendo em função quem as determinou., pelo que estou à vontade para considerar que tudo o que de bom aconteceu nestas três décadas ( e é incontornável que aconteceu),cumprir o Pacto de Estabilidade e Crescimento, assim como a melhoria da nossa economia de recessão no final de 2007,tudo é ofuscado e se esquece—claro que não por todos!--quando ao mesmo tempo se foi cavando um maior fosso entre ricos e pobres , que neste momento nos coloca na cauda da Europa como o país com maiores desigualdades sociais. Ricos cada vez mais ricos e pobres cada vez mais pobres, julgava eu que era um reflexo do capitalismo.

    Falam-me em dois milhões de pobres em Portugal, sendo que 17% dos mesmos são trabalhadores, o que diz bem das verbas miseráveis que recebem. São as enormes desigualdades sociais. que marcam o nosso País, um grave problema que no entanto o senhor Presidente da República diz que “ não vai ser resolvido a curto prazo” visto ter “ uma ligação à qualificação dos recursos humanos”

    A qualificação vai ser, naturalmente importante!

    Não concordo totalmente, pois todos sabemos que as enormes diferenças económicas não existem essencialmente por razões, de qualidade, sendo muitos os inúteis nadando em dinheiro, enquanto uns tantos anónimos com elevados serviços prestados ao País vão estando nas listas de espera para tratar da saúde .Fala-se depois em mordomias que envergonham a democracia e privilégios que não deveriam existir em tempos de crise, enquanto umas dezenas de gestores declaram ao fisco o ordenado mínimo nacional e as grandes fortunas registam em paraísos fiscais o seu património imobiliário. E a reintegração, bem paga, em funções que às vezes nem abandonaram? E o fartai vilanagem que foram as primeiras verbas vindas da CEE para a Agricultura?

    . Embora a estatística não seja uma ciência exacta, que nos dê a dura realidade dos factos, convém referir que esses dois milhões de portugueses vivem com menos de 350€ por mês, e que no ultimo ano os portugueses mais ricos viram a sua fortuna aumentar 35%,ao mesmo tempo que a média da população viu o seu miserável rendimento aumentar 2%.
    O porquê desta situação não será desconhecido dos nossos economistas, e a mesma tem que ser invertida, e sem demoras pois a crispação social que se verifica não constitui bom sinal.


    E tudo se complica agora com a crise internacional, mas quem paga a factura são sempre os mesmos,. os mais desfavorecidos E de modo algum se pretende que o senhor Ministro das Finanças se transforme num Robin dos Bosques dos tempos modernos e roube aos ricos para dar aos pobres .O que se pretende, e é imperioso que assim seja,é que esses mesmos ricos contribuam também e equitativamente –o que não está a acontecer—para o desenvolvimento do País.

    Agosto/008

    Era, certamente o momento para dar as mãos e relançar a harmonia social neste país, que no entanto vai esgotando os topos de gama e as unidades hoteleiras em férias de sonho ,ao mesmo tempo que outros procuram no lixo algo para come; e não poucas famílias .seduzidas por facilidades criminosas anunciadas por instituições bancárias ,não sabem agora como sair da crise para onde foram atiradas por terem vivido acima das suas possibilidades. Não tiveram e foi pena, uns avós que lhes ensinassem que” quem ganha três e gasta quatro, não precisa de talego nem de saco”.
    Lino Mendes
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    Número de Mensagens : 869
    Data de inscrição : 27/06/2008

    MensagemAssunto: Desabafos   Ter Out 07, 2008 8:55 pm

    Manifesto Cultural


    Os grupos de folclore vivem necessariamente dos apoios recebidos de entidades oficiais, nomeadamente das autarquias que nalguns casos estão prestando um apoio notável que não pode ser ignorado., mas noutros e naturalmente por ausência de sensibilidade cultural dos seus executivos, não compreenderam ainda qual o espaço social que aos mesmos pertence ocupar .Do que algumas vezes são culpados os próprios grupos ao tomar uma atitude de subserviência.

    Ora bem, há que assumir de uma vez por todas, que uma associação cultural e uma autarquia (ou qualquer outra entidade) são parceiros na realização de um ou mais eventos, a uns cumprindo financiar e a outros executar. É no entanto lamentável, que por vezes esse apoio seja encarado como um favor, que aliás, a sê-lo, até seria à população à qual e por via indirecta se destina. Se a associação ou os seus componentes não retiram daí ,directa ou indirectamente qualquer benefício financeiro, a que outra conclusão se poderá chegar? Claro que se agradece a oportunidade que nos é dada de fazer aquilo que gostamos.

    Entretanto, e para que não hajam más interpretações, nesta nossa terra onde alguns comportamentos mudaram, não é de mais repetir que a Junta de Freguesia (Escolas de Folclore) e a Câmara Municipal (Adultos) dão um forte apoio sem o qual os respectivos festivais não se poderiam realizar .Certo que é essa uma das funções do Poder Local, e com mais ou menos apoios vai acontecendo pelo país, mas nem por isso se deve deixar de realçar aqueles que o estão fazendo. E no caso do Município há ainda a referir o apoio para algumas deslocações ao estrangeiro. São factos incontornáveis!


    Mas esta nossa tese de que é tempo de conferir às associações culturais o espaço que por direito lhes pertence no tecido social, é ditada por parâmetros nacionais. Falamos com muitos companheiros de caminhada. Lemos dezenas de jornais regionais, conhecemos grande parte do país. Sabemos quais são as grandes lacunas, mas também sabemos que as gentes do folclore constituem uma família exemplar.

    Entretanto…
    Terminou um ciclo das festas ditas populares, e as respectivas comissões organizadoras deveriam entrar num período de reflexão sobre o futuro das mesmas.

    Hoje, se entrarmos num recinto onde uma dessas festas vai decorrer, vemos de um lado um palco destapado, com um piso não cuidado e sem um mínimo de condições, e destinado aos chamados “grupos locais”( alguns de rara qualidade) e a poucos metros um outro palco mas este destinado ao artista profissional, pago a peso de ouro, para além de outras exigências que podem ir até à marca do sabonete para lavar as mãos.

    É no entanto bom que se pense, que no dia em que esses ditos “grupos locais” com qualidade, assumirem o espaço que ocupam nos caminhos do desenvolvimento , exigirem ,mesmo que só o mínimo de condições e de dignidade, e entenderem que o participar de graça é sinal de que não presta, essas festas ditas populares podem ter os dias contados.


    Claro que há sempre uns grupelhos, sem qualidade nem dignidade, que até pagam para ir, mesmo de carroça se for preciso.

    Lino Mendes
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    Data de inscrição : 27/06/2008

    MensagemAssunto: DESABAFOS   Sex Nov 21, 2008 7:55 pm

    D e s a b a f o s

    É ou não é verdade?





    Ao que parece, houve quem não gostasse de alguns textos de intervenção social que venho publicando, o que não me surpreende até porque estão no seu direito. O que vos posso garantir é que são Desabafos que não se dirigem a ninguém em especial mas com base em factos que todos conhecemos e sabemos existirem. E ninguém me pode acusar de o fazer injuriando seja quem for..



    Será , no entanto, que estou desencantado com certos comportamentos e situações com que me tenho deparado? É evidente que sim, pois quem não se sente não é filho de boa gente e eu não tenho espírito de mártir. Mas esses meus Desabafos, volto a repetir, não são ditados por situações específicas mas por um conjunto de acontecimentos que marcam até a vida nacional.





    Estou longe de ser o homem perfeito, e se até Cristo— desculpem-me mas é o meu ponto de referência— acabou por ser crucificado, como hoje o continua a ser. Mas, e com as naturais excepções que sempre existem e a carapuça nem a todos serve, é ou não é verdade que aquilo que se combina hoje amanhã pode já não ser isso? É ou não é verdade que há pessoas que nem sempre põem por escrito as suas opiniões ou decisões, para que amanhã possam dizer que é mentira aquilo que todos sabemos ser verdade? É ou não é verdade que a “liberdade de expressão”está condicionada? É ou não é verdade que algumas estratégias são um atentado à moral e à ética? É ou não é verdade que a vingança ainda é arma de gente indigna mas com poder? E a terminar, ou antes parar por aqui, é ou não é verdade que a inveja ainda é mal que apoquenta muita gente?



    E poderei eu estar satisfeito?



    Lino Mendes
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    lino mendes
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    Número de Mensagens : 869
    Data de inscrição : 27/06/2008

    MensagemAssunto: DESABAFOS   Qui Jan 15, 2009 8:55 pm

    A
    V E L H I C E



    Compreendo perfeitamente aquela mulher já na casa dos setenta, e que olhando para o edifício do Lar da sua terra,.o fazia com um misto de alegria e de tristeza. De alegria porque sabia ter ali onde bem tratada podia passar o resto da sua vida; de tristeza porque os filhos que ela criara com tanto sacrifício e tanto amor não podiam agora tratar dela.
    Lembrei-me então de uma velha lenda:

    Em tempos remotos e paragens distantes, era costume ,quando um ancião não podia mais trabalhar ,levá-lo até ao cimo de um monte ,dando-lhe um pão e uma manta para se resguardar enquanto aguardava a morte .Mas um dia, há sempre um dia nestas historias, o ancião partiu a manta ao meio e dando metade ao filho disse-lhe, toma, para quando chegar a tua vez. E então o filho compreendeu que “filho és pai serás.”


    Certo que hoje os pais não são levados ao cimo do monte, mas são despejados em “Lares” que ,por melhor que sejam ,não impedem que ali definhem de solidão, já que alguns filhos raro ou mesmo nunca mais se preocupam com eles.


    Curioso o apelo que estará ainda à entrada da porta do Lar de Idosos da Marinha Grande e que diz assim:

    Pára…Olha para mim!
    E sorri.
    Dá-me a tua mão.
    Conversa comigo,
    Dá-me um pouco do teu tempo .
    Ouve-me, tenho tanto para te contar!
    Sabes? Já fui nova como tu
    Enérgica, alegre ,feliz,
    Já sonhei, já amei ,
    Já corri, dancei,
    Tal e qual como tu
    Construí o meu lar
    Tive os meus filhos!
    Vivi para eles,
    Tirei da minha boca para lhes dar
    Esqueci-me de mim
    Dei-me toda a eles!
    O tempo passou
    A minha pele enrugou
    Os meus olhos deixaram de ver.
    Já não te ouço bem
    As minhas pernas vacilam
    Por isso estou aqui
    Ás vezes, estou só
    Olho para trás, recordo,
    Onde estarão todos?
    Os familiares, os amigos,
    Os filhos!
    Onde estão os meus filhos?
    Não me deixes só
    Preciso tanto de ti
    Por isso…pára, olha para mim!

    Este apelo foi escrito por uma jovem então estagiária nos respectivos serviços—Olga Vitoria Maia Pinto Santos—farta de ver como idosos eram ali “depositados” sem nunca mais ninguém os procurar. E se hoje aqui o lembramos , fazê-mo-lo na esperança de que você, se é filho, coloque também este apelo à entrada da sua consciência..
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    lino mendes
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    MensagemAssunto: É pena,mas...........   Qua Mar 11, 2009 8:58 pm

    É pena…

    É na verdade uma pena que pelo menos um Parque de Merendas não tivesse sido considerado como prioridade, o que nos leva, mesmo aos da terra, a ter que rumar até ao concelho de Mora e recorrer ao Parque do Gameiro.
    Eu sei que o Parque vai aparecer, mas como dizia o povo, se quiseres parir espera que amanheça. E, que remédio, também por lá dei uma volta há poucas semanas.
    As potencialidades, nada que se pareça com as de Montargil. Mas a verdade é que lá é que está o Parque, devidamente cuidado ,diga-se por de justiça. E como as crianças adoraram lá estar…
    É uma penam nas…
    Não, não estou entre os que preferiam estar no concelho de Mora. Eu quero continuar no concelho de Ponte de Sor. Mas também queria que estas pequeninas grandes coisas fossem consideradas.

    Lino
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    pedrolopes

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    MensagemAssunto: Re: DESABAFOS   Qua Mar 11, 2009 9:03 pm

    Tem razão, ainda trago na memória de ver o local da tomada de água cheio de pessoas de fora a merendar... e de no local do parque de campismo existiam algumas mesas que eram utilizadas com o mesmo fim...
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    Antonio Mendes



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    Data de inscrição : 24/07/2008

    MensagemAssunto: Desabafo   Ter Mar 31, 2009 1:15 am

    Somos livres de pensar, e de expressar a nossa própria opinião, mas sinto-me triste quando há alguém que em vez de ficar orgulhoso ainda tenta denegrir ou tirar valor ao trabalho que se vai fazendo no seio do Grupo de Promoção que há 39 anos vem trabalhando em prol de Montargil (e não só). Claro que nem tudo é perfeito, mas será pedir muito que pelo menos se respeite o esforço e já agora se dê o devido valor?
    Será que já pararam para pensar o trabalho que envolve uma realização de um Festival de Folclore (trazendo ate nós grupos de todo o país e até do estrangeiro)? E no nosso caso que fazemos dois. Pois já o fazemos há tantos anos que para alguns é algo corriqueiro. Mas será mesmo? E todas as outras iniciativas que se vão fazendo ao longo dos anos? E as dezenas de jovens (e menos jovens) que ao fim de semana vão passando pela Casa do Povo nas mais diversas actividades?
    E até no desporto. Quem há alguns anos iniciou as equipas jovens de Futebol (que mais tarde passaram para o Grupo Desportivo)? E os campeonatos de atletismos? E as excelentes participações nos Jogos do Norte Alentejano (ainda recentemente e em parceria com a EBI fomos campeões em masculinos e Femininos no Badmington) e……..
    Claro que ficamos satisfeitos quando, por exemplo “vimos” nascer um grupo jovem de Teatro ( que bem que estiveram no dia 25 de Março), e que presenciamos na recente Festa de Folclore uma sala superlotada, e com o Êxito que foi a Festa das Cantigas ou a noite de Fados…..
    Ainda ficamos mais satisfeitos, quando com regularidade recebemos convites para nos deslocarmos ao estrangeiro ou para programadas de televisão (dia 12 de Abril elementos do Rancho Infantil estarão presentes na gravação de uma sessão do programa Febre da Dança), ou quando, por exemplo o “nosso” Ruben Montes consegue ser seleccionado para estar presente num programa de Televisão.
    Também nos sentimos orgulhosos quando ouvimos dizer que a Banda (que ressurgiu em muito graças ao Grupo de Promoção) foi a Cabo Verde e teve uma brilhante participação, ou quando outros jovens mesmo pertencentes a outros grupos vão brilhando em outras actividades.
    Montargil tem gente de muito valor e não é só no seio do Grupo Promoção que existem, mas sejamos honestos e imparciais, e já agora “remar” todos em conjunto, pois só assim é que se conseguirá atingir os objectivos que Montargil merece.
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    lino mendes
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    Número de Mensagens : 869
    Data de inscrição : 27/06/2008

    MensagemAssunto: desabafos   Ter Out 20, 2009 7:27 pm

    Desabafos



    MONTARGIL--Sem que em causa esteja a boa vontade e a capacidade dos soldados da GNR, tenho-me apercebido ultimamente que a segurança em Montargil não funciona, não dá garantias à população. E só por falta de efectivos se compreende a chamada de uma patrulha de Ponte de Sôr para acorrer a uma zaragata,atitude sem quaisquer efeitos, dado a mesma só poder actuar face ao flagrante delito, e 25 quilómetros demoram o seu tempo.

    Mas mais grave e merece uma investigação urgente, ---eu repito, urgente-- e como nada vi só posso falar em rumores, é a complacência com que se deixa uma mãe empurrar para a prostituição uma filha de 12 anos ..
    Logo que sinalizados, estes casos deveriam ser de imediato investigados.



    Entretanto, aproveito para dizer que tenho muito orgulho em ser português, mas por vezes chego a ter vergonha de viver em Portugal. Mesmo aqui em Montargil, penso por vezes que estou numa terra sem lei.E como posso eu ter orgulho ao verificar que ano após ano, e com total impunidade, particulares vão tomando como seus espaços públicos que vedam o acesso à albufeira?


    Eu sei que ao deixar estes reparos, estou criando inimigos, provocando mesmo uma ou outra represália, mas não me deixa a consciência que me torne conivente. E se estou prégando no deserto, é porque o medo ou as dependências tolhem os muitos que pensam como eu.

    Ao que me informam, é um assunto da jurisdição daAdministração da Região Hidrográfica do Tejo, que, pelo menos assim penso, se tivesse conhecimento da
    situação, certamente já teria actuado.Ou será preciso uma denúncia específica destes casos? Eu, pelo menos entendo, que situações desta natureza deveriam ter fiscalização regular, e ser investigados logo que citados na comunicação social.

    Lino Mendes
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    MensagemAssunto: Re: DESABAFOS   

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